21 de março de 2019

UFPE inaugura instituto que reúne laboratórios de pesquisa em petróleo e energia

Diário de Pernambuco
Instituto custou R$ 76,5 milhões. Foto: Passarinho/Divulgação.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) inaugura, nesta terça-feira (12), às 10h30, no campus Recife, o Instituto de Pesquisa em Petróleo e Energia. O espaço, totalmente financiado pela Petrobras, custou R$ 76,5 milhões. Trata-se do maior investimento da estatal em um único projeto em universidades e reúne as atividades de 12 laboratórios, vinculados ao Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), envolvendo, ainda, docentes do Centro de Informática (CIn) e do Núcleo Tecnológico do Centro Acadêmico do Agreste (CAA).

O complexo de edificações do instituto abrange uma área de aproximadamente 13 mil m² e é composto por um bloco de laboratórios de sete pavimentos (12 mil m²), um galpão para instalação de plantas pilotos (830 m²) e um bloco técnico, com 228 m². Habilitado a desenvolver atividades nas grandes áreas de pesquisas em Computação Científica e Visualização; Simulação e Gerenciamento de Reservatórios; Geologia do Petróleo; Engenharia de Materiais; Geomecânica; Refino/Petroquímica; Bioprodutos/Combustíveis; Biocombustíveis e Tecnologia Ambiental, o centro de pesquisa surge como parte das obrigações de investimento em P&D das empresas petroleiras junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Com o objetivo de integrar ações que visem o desenvolvimento de atividades de pesquisa, inovação, ensino e extensão em caráter multi, inter e transdisciplinar, nas diversas áreas da cadeia produtiva da indústria do petróleo, gás e biocombustíveis e afins, o instituto, segundo o reitor da UFPE, Anísio Brasileiro, vai agrupar conhecimento dos mais relevantes que há em Pernambuco e no Nordeste.

Segundo o coordenador do instituto de pesquisas, professor Paulo Lyra, do Departamento de Engenharia Mecânica da universidade, o espaço vai atender a demandas nacionais e regionais por pesquisas, serviços técnicos e formação de recursos humanos qualificados. "Essa sintonia de atividades vai permitir a integração com a indústria, governo e sociedade, além de estimular na academia o interesse pelo estudo dessa área de grande importância para a garantia da soberania nacional", afirma.

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