27 de março de 2019

A presença das tecnologias na Construção Civil

Conheça alguns produtos que chegaram para revolucionar o setor

educamaisbrasil
Você sabia que a evolução da tecnológica vai muito além do que pensamos? Atualmente, seu crescimento atinge diferentes áreas profissionais e não é diferente para o setor da construção civil. Por isso é fundamental estar atualizado, afinal, reinventar-se na carreira é o segredo para aumentar as chances no mercado.

Pesquisas mostram que especialistas estão dedicando-se cada vez mais para desenvolver tecnologias voltadas para a construção sustentável, de modo a trazer para o mercado materiais inovadores, mais resistentes, leves, econômicos, que não agridam a natureza e ofereça maior segurança.

Diante dessas inovações é possível enxergar grandes perspectivas para o futuro da construção civil, desde os benefícios voltados para a evolução do setor, como para as oportunidades para o próprio profissional. Confira a seguir alguns materiais que já são utilizados no ramo através da tecnologia.
 
Construção com CO2
Cerca de 30 bilhões de toneladas da substância dióxido de carbono (CO2) são liberados na atmosfera através de automóveis e fontes industriais que utilizam combustíveis fósseis.

Vejam só no que pesquisadores do Massachusetts of Technology - MIT pensaram para reutilizar essa substância. A equipe teve a incrível ideia de transformar esse gás poluente em material de construção. 

Inspirados em um molusco chamado abalone, eles pensaram em transformar o CO2 e minerais do oceano, em carbono de cálcio para construir as conchas. A partir do experimento eles conseguiram produzir carbonato sólido, com a ideia de no futuro utilizar esse material na indústria da construção civil.
 
Concreto inteligente
O concreto é o 2º material mais utilizado no mundo, com estimativa anual de consumo de 11 bilhões de toneladas. Pesquisadores vem a cada dia desenvolvendo novas tecnologias para aperfeiçoá-lo, de maneira a torná-lo uma substância mais resistente, tanto para melhorar a segurança das construções, como para reduzir os impactos ambientais que são gerados pela fabricação do produto.

Já existe no mercado um novo tipo de concreto, que é capaz de recuperar-se de suas próprias rachaduras. O material funciona através de minúsculas cápsulas de silicato de sódio que são adicionados ao concreto, ao romper-se com a formação da rachadura, as mesmas são preenchidas com uma substância parecidas ao gel. Além do bioconcreto que se auto preenche pela ação de bactérias.
 
Alumínio transparente
Essa nova tecnologia já é utilizada por militares na fabricação de janelas blindadas e lentes ópticas. O material também é conhecido como ALON.
 
Nanotubos de carbono
Cientista e engenheiros conseguiram criar tubos de carbono com paredes de 1 nanômetro de espessura, que equivale a 1 bilionésimo de metro. Bem pequenos, esses tubos podem ser esticados 1 milhão de vezes mais do que sua espessura, são leves e fortes e podem ser encaixados em outros materiais de construção, como metais, madeira, concreto e vidro, a fim de dá-los mais resistência ao atrito.
Engenheiros estudam a possibilidade de monitorar com sensores de nanoescala as tensões dentre os materiais para prevenir rachaduras.
 
Impressão 3D
Utilizada em países como Holanda, Estados Unidos e China a impressão 3D é capaz de criar placas com camada de cimento e resíduos de construção, quando unidas, formam paredes. Segundo empresa chinesa, a partir dessa tecnologia, pode-se montar até 10 casas por dia.

Uma startup brasileira visa em breve construir a primeira impressora 3D para concreto do país. Além da agilidade, a tecnologia pode reduzir custos das obras.
 
Robôs-cupins
Os Robôs-cupins foram desenvolvidos por pesquisadores de Harvard e foram programados para trabalhar coletivamente, como um enxame, em projetos de construção. Eles contam com sensores que permitem detectarem a presença de um tijolo, carreguem-no e posicionem no “próximo espaço aberto no local da construção”.

Entre esses produtos existem vários outros que vêm para realmente revolucionar o setor da construção civil conforme forem colocados no mercado, bem como, quando tornarem-se acessíveis economicamente.

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