Retrato do Brasil

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Capítulo V:
Desenvolvimento da indústria e do comércio exterior

Fonte de informações:  Secretaria de Assuntos Estratégicos.

A estrutura produtiva brasileira é das mais diversificadas e integradas entre os países em desenvolvimento, possuindo setores competitivos, com forte potencial de crescimento.

Ela deve, porém, ser fortalecida para enfrentar o acirramento da concorrência internacional nos próximos anos, para reduzir a vulnerabilidade da economia a conjunturas externas adversas e, principalmente, para ser capaz de gerar mais e melhores empregos no País.

Para tanto, é necessário:

1)     ampliar o investimento que incorpora novas tecnologias;

2)     expandir a presença de empresas brasileiras nos mercados externos;

3)     fortalecer a capacidade de inovação das empresas;

4)  aprofundar a diversificação da estrutura industrial, na direção de setores intensivos em engenharia e conhecimento;

5)     reduzir os hiatos de produtividade com relação às melhores práticas internacionais;

6)     manter o segmento de micro e pequenas empresas pujante para a geração de empregos;

7)     fortalecer a capacitação da força de trabalho brasileira.

Adicionalmente, os próximos anos demandarão o fortalecimento e a articulação entre programas para sistemas produtivos (complexos e setores) e programas de corte transversal, entre os quais, notadamente, o programa voltado à produção limpa ou sustentável.

Aqui, trata-se de dar novos passos, no sentido de maior integração entre a política de desenvolvimento produtivo, a política científica e tecnológica e a de meio ambiente.

Será também necessário criar condições que maximizem os impactos positivos da expressiva agenda de investimentos em infraestrutura logística, complexos urbanos e energia, incluindo petróleo e gás.

Notadamente a articulação entre as políticas públicas voltadas para o desenvolvimento econômico do País, o PAC em particular, assim como entre a política industrial e as iniciativas associadas à Copa do Mundo, em 2014, às Olimpíadas, em 2016, e aos investimentos no pré-sal.

Com o enfrentamento dessa agenda, o tecido produtivo brasileiro estará preparado para dar respostas ágeis e de grande abrangência às demandas do mercado interno, cuja dimensão e dinamismo viabilizam uma base industrial sólida e competitiva internacionalmente.



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