Retrato do Brasil

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Capítulo VI:
Energia, minas e mineração

Fonte de informações: Secretaria de Assuntos Estratégicos

Todas as nações modernas perseguem o maior nível de independência energética possível.

As tensões políticas das últimas quatro décadas, com epicentro no Oriente Médio, ilustram a importância de suprimento seguro de energia.

Grau tão elevado de prioridade estratégica se explica pela profunda correlação entre demanda por energia e crescimento econômico.

O Brasil sentiu a dimensão e o custo do estrangulamento energético no "apagão" ocorrido em 2001.

 A importância estratégica da energia não se restringe ao seu impacto na economia.

O acesso à energia é premissa básica da qualidade de vida e da cidadania, uma vez que os direitos à informação e à mobilidade dependem diretamente dela.

Não obstante os avanços recentes, o consumo per capita brasileiro de energia é ainda muito baixo: 1,3 tep/hab/ano, enquanto a média dos países da OCDE é de 4,6 tep/hab/ano.

Evidências de alterações climáticas de origem antropogênica vêm alterando a dinâmica do setor de energia pela necessidade de imporem-se limites ao uso de combustíveis fósseis.

Para que tais limites não abortem trajetórias de desenvolvimento, precisa-se diversificar o espectro de fontes com o aumento da participação da energia renovável, como hidroeletricidade, bioenergia, eólica e solar, ou de baixo carbono, como a energia nuclear.

Não menos importante é a necessidade de integrar os sistemas energéticos brasileiros com os dos países sul-americanos.



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