Ativos: manutenção e conservação

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Capítulo II:
Garantia, manutenção, conservação baseada em processos para a realização de um ativo

Apresentação dos princípios e diretrizes que devem abordar os processos e orientar a empresa em suas atividades operacionais para a obtenção da garantia da qualidade.

Deve-se controlar os efeitos adversos controlando-se os processos, ao invés de controlar os resultados, visando:

·      a qualidade no seu aspecto geral;

·      a qualidade referenciada ao meio ambiente;

·      o controle tecnológico referenciado aos insumos (materiais, serviços) que compõem os produtos produzidos;

A organização deve estabelecer, documentar, implementar e manter um sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente a sua eficácia, de acordo com os requisitos da NBR ISO 9001 –2000;

·      identificar os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade e sua aplicação por toda a organização;

·      determinar a sequência e interação desses processos;

·      determinar critérios e métodos necessários para assegurar que a operação e o controle desses processos sejam eficazes;

·      assegurar a disponibilidade de recursos e informações necessários para apoiar a operação e o monitoramento desses processos;

·      monitorar, medir e analisar esses processos;

·      implementar ações necessárias para atingir os resultados planejados e a melhoria contínua desses processos

Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo. Não existe um produto ou serviço oferecido por uma empresa sem um processo organizacional (Gonçalves, 2000, p.6)

Definição por escrito da política da qualidade da empresa, bem como, o comprometimento da alta administração da empresa com a implementação deste Sistema da Qualidade.

Compromisso com a qualidade, assinado pela alta administração da empresa.

É responsabilidade da alta administração assegurar a eficácia e adequação da política da qualidade da organização, inclusive com relação à comunicação e entendimento por parte de todos os envolvidos, e atendendo aos requisitos do cliente.

A política da qualidade deve ser avaliada com objetivos mensuráveis, tais como:

·      demonstrada (documentada) por meio de ações, objetivos e indicadores;

·      análise crítica da direção, contemplando a avaliação de resultados e da eficácia, ou seja, a análise crítica é um plano de melhorias contínuas;

·      critérios de avaliação da eficácia dos treinamentos.

Apresentação da estrutura organizacional, definição por escrito das atribuições e responsabilidades de cada função que afeta a qualidade e do responsável pela garantia da qualidade, incluídos no manual da empresa.

Estabelecer setores e níveis que definam as áreas de atividades, de responsabilidades e de atuação dos diferentes órgãos e elementos constitutivos da empresa.

Deve ser apresentado, levado em consideração e analisado:

·      o organograma para a execução de um projeto;

·      o manual da qualidade para a execução de um projeto;

·      os requisitos legais e outros requisitos do produto definido, com base nas informações inseridas na criação e desenvolvimento de um projeto.

O planejamento do projeto deve contemplar os dados de entrada, de saída, bem como, a análise crítica do projeto.

O controle de “dados de projeto” deve ser demonstrado, ou seja, o controle dos parâmetros numéricos, critérios, e requisitos sobre os quais se baseia o projeto.

O controle das interfaces e dos processos externos, se estes forem interferir no produto, deve ser procedido mediante a identificação prévia dos mesmos, definição clara das responsabilidades, perfeita organização do fluxo de informações entre os intervenientes, detalhando em cada caso o meio de transmissão.

Devem ser produzidos os correspondentes processos.

Devem ser abordados, pelo menos, os itens relacionados a seguir:

·         capacitação inicial (qualificação);

·         treinamento;

·         responsabilidades;

·         reciclagem;

·         critérios de avaliação da eficácia de treinamento.

A organização (empresa) deve estabelecer e manter objetivos e metas de seus processos na realização do produto, documentados em cada nível e funções pertinentes da organização.

Ao estabelecer e revisar seus objetivos, a organização deve considerar os requisitos legais e outros requisitos, seus aspectos gerais, ambientais, significativos, suas opções tecnológicas, seus requisitos financeiros, operacionais, bem como a visão dos empreendedores.

A empresa, organização, deve estabelecer e manter processos,para identificar os processos relacionados à qualidade total, meio ambiente e opções tecnológicas e para a obtenção  seus serviços e produtos, que possam ser controlados, e dar garantia da qualidade na obtenção do projeto.

Ao estabelecer as referências, a empresa deve considerar:

·         planejamento estratégico da empresa;

·         planejamento da qualidade total;

·         planejamento do meio ambiente;

·         planejamento das opções tecnológicas;

·         legislações estabelecidas no país;

·         licenças ambientais;

·         normas brasileiras;

·         especificações do projeto de arquitetura e de engenharia, entre outros.

Ao estabelecer as referências ao projeto, deve-se considerar:

·      mencionados e relacionados à empresa;

·      aspectos específicos (Specific), mensuráveis (Measurable), consensados (Agreed), racionais (Reasonable) e com prazo para serem atingidos (Time bound)

ü     planejamento da qualidade de criação e desenvolvimento de um projeto;

ü    planejamento relacionado ao meio ambiente e que pode ser dividido em dois grandes grupos: o que possui relação direta com a legislação e regulamentos aplicáveis, e aquele não regulamentado;

ü     planejamento das opções tecnológicas; normas brasileiras e especificações dos projetos de arquitetura e engenharia.

·      análise crítica, verificação e validação que sejam apropriadas para cada fase do projeto e desenvolvimento;

·      as responsabilidades e autoridades para projeto e desenvolvimento.

Ao estabelecer as referências ao produto deve-se considerar:

·      os objetivos da qualidade e os resultados dos produtos/serviços;

·      a necessidade de estabelecer processos e documentos e prover recursos específicos para o produto;

·      verificação, validação, monitoramento, inspeção e atividades de ensaio requeridos, específicos para o produto, bem como critérios para aceitação do produto;

·      registros necessários para fornecer evidência de que os processos de realização e os produtos resultantes atendem aos requisitos.

A organização deve determinar:

·       os requisitos especificados pelo cliente, incluindo os requisitos para entrega e para atividades de pós-entrega;

·       requisitos não declarados pelo cliente, mas necessários para o uso especificado ou intencional, quando conhecido;

·       requisitos estatutários e regulamentares relacionados ao produto;

·       qualquer requisito adicional determinado pela organização.

·      na fase de contratação para o fornecimento de um produto ( por exemplo: apresentação de propostas; técnica e comercial, aceitação de contratos ou pedidos, aceitação de alterações em contratos ou pedidos)

·      assegurar que:

ü  os requisitos do produto estejam definidos;

ü  os requisitos de contrato ou de pedido que difiram daqueles previamente manifestados estão resolvidos;

ü  a organização tem capacidade para atender os requisitos definidos.

·         informações sobre o produto;

·         tratamento de consultas, contratos ou pedidos, incluindo emendas;

·         realimentação do cliente, incluindo suas reclamações.

Durante o planejamento do projeto e desenvolvimento, a organização deve determinar:

·       os estágios do projeto e desenvolvimento;

·       análise crítica, verificação e validação que sejam apropriadas para cada fase do projeto e desenvolvimento;

·       as responsabilidades e autoridades para projeto e desenvolvimento.

·         requisitos de funcionamento e de desempenho;

·         requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis;

·         aplicável em que, informações originadas de projetos anteriores semelhantes;

·         outros requisitos essenciais para projeto e desenvolvimento.

·         atender aos requisitos de entrada para projeto e desenvolvimento;

·         fornecer informações apropriadas para aquisição, produção e para fornecimento de serviço;

·         conter ou referenciar critérios de aceitação do produto;

·         especificar as características do produto que são essenciais para seu uso seguro e adequado.

·         avaliar a capacidade dos resultados do projeto e desenvolvimento em atender aos requisitos;

·         identificar qualquer problema e propor as ações necessárias.

A verificação deve ser executada conforme disposições planejadas, para assegurar que as saídas do projeto e desenvolvimento estejam atendendo aos requisitos de entrada do projeto e desenvolvimento. Devem ser mantidos registros dos resultados da verificação e de quaisquer ações necessárias.

A validação do projeto e desenvolvimento deve ser executada conforme disposições planejadas para assegurar que o produto resultante seja capaz de atender aos requisitos para aplicação específica ou uso intencional conhecido. Onde for praticável, a validação deve ser concluída antes da entrega ou implementação do produto. Devem ser mantidos registros dos resultados de validação e de quaisquer ações necessárias.

As alterações de projeto e desenvolvimento devem ser identificadas e registros devem ser mantidos.

As alterações devem ser analisadas criticamente, verificadas e validadas como apropriadas, e aprovadas antes da sua implementação.

A análise crítica das alterações de projeto e desenvolvimento deve incluir a avaliação do efeito das alterações em partes componentes e no produto já entregue.

A organização deve planejar realizar a produção e o fornecimento de serviço sob condições controladas. Condições controladas devem incluir, quando aplicáveis:

·         a disponibilidade de informações que descrevam as características do produto;

·         a.disponibilidade de instruções de trabalho, quando necessário;

·         o uso de equipamentos adequados;

·         a disponibilidade e uso de dispositivos para monitoramento e medição.

A organização deve validar quaisquer processos de produção e fornecimento de serviço em que a saída resultante não possa ser verificada por monitoramento ou medição subsequente. ISO inclui quaisquer processos, nos quais as deficiências só fiquem aparentes depois que o produto esteja em uso ou o serviço tenha sido entregue.

A validação deve demonstrar a capacidade desses processos de alcançar os resultados planejados.

A organização deve tomar as providências necessárias para esses processos, incluindo, quando aplicável;

·         critérios definidos para análise e aprovação dos processos;

·         aprovação de equipamentos e qualificação de pessoal;

·         uso de métodos e procedimentos específicos;

·         requisitos para registros;

·         revalidação.

Quando apropriado, a organização, deve identificar o produto por meios adequados ao longo da realização do produto.

A organização deve identificar a situação do produto no que se refere aos requisitos de monitoramento e de medição.

Quando a rastreabilidade é um requisito, a organização deve controlar e registrar a identificação única do produto.

A organização deve ter cuidado com a propriedade do cliente enquanto estiver sob o controle da organização ou sendo usada por ela. A organização deve identificar, verificar, proteger e salvaguardar a propriedade do cliente fornecida para uso ou incorporação no produto. Se qualquer propriedade do cliente for perdida, danificada ou considerada inadequada para uso, isso deve ser informado ao cliente e devem ser mantidos em registros.

A organização deve preservar a conformidade do produto durante processo interno e entrega no destino pretendido.

Esta preservação deve incluir identificação, manuseio, embalagem, armazenamento e proteção. A preservação também deve ser aplicada às partes constituintes de um produto.

A organização deve determinar as medições e monitoramentos a serem realizados, e os dispositivos de medição e monitoramento necessários para evidenciar a conformidade do produto com os requisitos determinados.

A organização deve estabelecer processos para assegurar que medição e monitoramento possam ser realizados e executados de uma maneira coerente com os requisitos.

Quando for necessário, assegurar resultados válidos, o dispositivo da medição deve ser organizado.

A organização pode cumprir isto com uma matriz com os equipamentos, data de validade responsável, data de nova aferição, quem calibrou, etc. A aferição é obrigatória aos equipamentos que tenham impacto nos produtos.

A organização deve ter:

·     aferido ou verificado em intervalos especializados ou antes do uso, contra padrões de medição rastreáveis a padrões de medição internacionais ou nacionais: quando esse padrão não existir, a base usada para aferição ou verificação deve ser registrada;

·     ajustado ou reajustado, quando necessário;

·     identificado para possibilitar que a situação da aferição seja determinada;

·     protegido contra ajustes que possam invalidar o resultado da medição;

·     protegido de dano e deterioração durante o manuseio, manutenção e armazenamento.

A organização deve planejar (P) e implementar (D) os processos necessários para monitoramento, medição, análise (C) e melhoria. O objetivo é demonstrar e assegurar a conformidade do produto e do sistema de garantia da qualidade, melhorando continuamente (A) a eficácia do sistema.

Notem que se relaciona com o PDCA, podendo esta ferramenta ser utilizada. As técnicas estatísticas podem ser utilizadas para tal finalidade.

A organização deve monitorar, identificando o método e os modelos que direcionem a identificação da percepção dos clientes do grau do atendimento aos requisitos dos clientes.

Identificação das pessoas, empresas envolvidas no desenvolvimento dos processos para a empresa e para os projetos

Definição dos seguintes itens:

·     a pessoa responsável por executar o trabalho;

·     o método e sequência ordenada de como deve ser executado o trabalho;

·     os critérios de aceitação e rejeição do resultado do trabalho;

·     identificação dos pontos e momentos passíveis de verificação, assim como os pontos críticos, em que é mais fácil a ocorrência de defeitos;

·     ocasiões em que se deve realizar inspeção e/ou auditoria, e quem deve fazer;

·     ensaios e plano de ensaios;

·     especificação(es) técnica(s) relativa(s).

Devem conter modelos de impressos, planilhas de controle, etc e norma(s) aplicável(eis).

Quanto aos fornecedores de materiais e de serviços (subcontratados) há necessidade de critérios de avaliação e seleção com base na capacidade em fornecer de acordo com os requisitos especificados.

Para tanto, devem ser estabelecidos critérios para seleção, avaliação e reavaliação, devendo ser mantidos registros dos resultados das avaliações e das ações decorrentes.

Os subitens relacionados a seguir poderão colaborar na elaboração dos critérios e processos específicos:

·     responsabilidades;

·     critérios para seleção e avaliação de fabricantes e fornecedores;

·     elaboração de documentos técnicos para compra/contratação, definindo com precisão a qualidade requerida e as modalidades de controle de recepção;

·     avaliação de propostas e capacitação técnica;

·     controle de fabricantes e fornecedores;

·     controle de mudanças e alterações;

·     controle de recepção e armazenamento de materiais;

·     critérios de aceitação de produtos e serviços;

·     registros dos resultados das avaliações e das ações decorrentes.

Devem ser elaborados processos adequados para assegurar a correta e rápida transmissão de qualquer mudança entre o projetista e a obra, ou vice-versa, contemplando todos os envolvidos.

Deve ser definida de quem é a responsabilidade por tais alterações (mudanças) no projeto.

Devem ser abordados, pelo menos, os itens relacionados a seguir:

·         responsabilidades das pessoas ou grupos envolvidos;

·         qualificação dos inspetores e técnicos;

·         atuação do laboratório (equipamentos mínimos);

·         plano de aferição de equipamentos;

·         planos de amostragem;

·         programa de ensaios;

·         programa de inspeção de máquinas e equipamentos de construção (produção);

·         programa de inspeção de equipamentos;

·         programação de inspetores e técnicos;

·         plano de inspeção da execução e cuidados de obra;

·         ensaios não destrutivos;

·         ensaios destrutivos.

Devem ser abordados, pelo menos, os itens relacionados a seguir:

·         operações de recebimento;

·         identificação, operacionalidade e rastreabilidade;

·         armazenamento e conservação;

·         manuseio;

·         instalação e operação;

·         plano de manutenção preventiva de máquinas e equipamentos (produção e ensaios).

As anomalias e não conformidades podem ser determinadas por meio de operações normais de controle, inspeção, ou por auditoria.

Devem ser elaborados processos que regulem as atuações para esses casos, e tais processos devem incluir:

·         elaboração de relatório de não conformidade;

·         análise crítica visando determinação da causa geradora;

·         ação corretiva definindo o que deve ser realizado para sanar a não conformidade;

·         forma de proceder o acompanhamento e implementação (aprovação) da ação corretiva;

·         definição do que deve ser feito para evitar reincidência da não conformidade (retro-alimentação).

Descrição da rotina de circulação do relatório de não conformidade, principalmente às pessoas envolvidas diretamente e/ou relacionadas, para tomada de conhecimento, análise crítica e elaboração das ações corretivas e retro-alimentação do sistema, de modo a minimizar a ocorrência de não conformidades.

Estas documentações devem ser devidamente monitoradas para análise de eventual nível de reincidência, e medidas de melhoria a serem tomadas (análise crítica).

Devem ser realizadas listas de distribuição atualizadas, de forma a garantir que os setores envolvidos tenham à sua disposição a documentação necessária ao desempenho de suas atividades, e que os documentos ultrapassados não sejam utilizados.

Os documentos devem ser classificados em três categorias:

·     documentos legais, relacionados ao Governo e às leis;

·     documentos contratuais, que estabelecem as condições de relação de cada participante com os demais intervenientes no processo da construção;

·     documentos técnicos.

Deve haver um setor de normalização na empresa que cuida para que sejam atendidos os itens relacionados a seguir:

·     padronização de todos os documentos essenciais que possam afetar a qualidade;

·     implantação de um sistema de controle da documentação;

·     identificação das unidades operacionais ou pessoais responsáveis pela preparação, verificação, aprovação, liberação, emissão, distribuição, substituição, cancelamento, revisão, alteração (errata, emenda) e arquivamento dos diversos documentos;

·     elaboração de processos escritos para assegurar o controle da documentação, incluindo, entre outros:

ü  entrega de documentos para aprovação externa, quanto necessário;

ü  identificação apropriada para os documentos a serem utilizados durante as atividades;

ü  estabelecimento de listas de distribuição atualizadas;

ü  guarda de documentos de forma a evitar perdas, danos e deterioração.

ü  a revisão de documentos deve ser submetida ao mesmo nível de controle aplicado à emissão dos documentos originais.

Deve ficar comprovado que as pessoas que recebem os documentos revisados procedam imediatamente a anulação dos documentos anteriores, de maneira que fique garantido que estão sendo utilizadas sempre as últimas revisões.

A empresa deve elaborar a documentação necessária para assegurar o planejamento, a operação e controle eficazes de seus processos e do próprio sistema de gestão da qualidade.

A eficácia deve ser demonstrada mediante monitoramento e análise dos resultados atingidos x planejados, por meio de indicadores para os vários processos.

Dentro das perspectivas dos direitos fundamentais do trabalhador em usufruir de uma boa e saudável qualidade de vida, na medida em que não se pode dissociar os direitos humanos e a qualidade de vida, verifica-se, gradativamente, a grande preocupação dos processos relativos com as condições do trabalho.

A empresa deve elaborar a documentação para assegurar um planejamento do trabalho, a operação e controle eficaz de indicadores para alcançar a conformidade no requisito dos vários processos ( produtos), como por exemplo

Programa de saúde e segurança do trabalhador

·         PPRA – programação de prevenção de riscos ambientais;

·         CIPA – comissão interna de prevenção de acidentes, mapa de riscos;

·         SESMET – serviços especializados em segurança e medicina do trabalho

·         Programa 5S, ergonomia, entre outros.

·         sistema

Avaliar se o planejamento da qualidade atenderá as metas da qualidade especificada.

·         processo

Controlar uma operação ou série de operações de produção, verificando se a execução segue os planos, sistemas e processos pré-estabelecidos.

·         produto

Verificar se o produto atende às especificações e às necessidades de adequação ao uso.

·         completa

·         parcial

·         de acompanhamento

A periodicidade da auditoria poderá ser determinada em função dos principais fatores relacionados a seguir:

·         número de não conformidades encontradas;

·         relevância das não conformidades;

·         custos causados pelas não conformidades;

·         experiência e capacitação do pessoal que executa as operações a serem auditadas;

·         exigências contratuais – pré-qualificação critério;

·         etapa de processo de qualificação (fornecedor, fabricante, laboratório de ensaio, etc.);

·         etapa do processo de requalificação;

·         programação de auditorias normais de rotina.

Deve ser elaborado um plano de auditoria contendo pelo menos o escopo, os requisitos, a composição da equipe auditora, as atividades a serem auditadas, as organizações/setores a serem notificados, os documentos aplicáveis, a duração, as listas de verificação, e outras informações julgadas convenientes.

A organização/setor a ser auditada deve ser notificada sobre a auditoria com antecedência, por escrito e incluindo informações, tais como os objetivos, a programação da auditoria e o nome do auditor.

O Manual de uso e manutenção deve ser elaborado em forma de minuta na fase de projeto, e posteriormente, quando na execução, o manual deve ser revisado e complementado para ser utilizado na obra realmente construída, passando a ser definitivo.

O manual deve conter, pelo menos, os seguintes itens relacionados a seguir:

·         normas de uso;

·         documentação sobre riscos;

·         garantias;

·         planos de inspeção e manutenção;

·         listas de documentação;

·         registro de mudanças.

Devem conter regulamentos de responsabilidades do proprietário relacionados às responsabilidades com o produto e com o projeto, e deveres e responsabilidades do usuário.

·      segurança;

·      aptidão ao serviço;

·      durabilidade da estrutura;

·      limitações de carga de uso;

·      condições sobre as quais não se deve utilizar a área ou parte dela, assim  como as circunstâncias em que deva ser evacuado e/ou isolado.

Informações sobre como proceder quando for desejada alguma alteração de uso.

Informações a serem incluídas ao plano de inspeção e manutenção advindas da(s) alteração(es) supracitada(s).

Deve conter o conjunto de dados relativos a possíveis riscos durante o uso, bem como medidas que possam minimizar os danos em caso de acidentes.

Para acidentes de grande magnitude, devem ser preparados planos de emergência.

As inspeções poderão ser:

·         de rotina (periódica e realizada por pessoal com conhecimento prático);

·         principal (realizada com pessoal especializado);

·         especial (realizada como consequência de sintomas detectados nas inspeções anteriores);

O intervalo entre as inspeções de rotina e principal devem ser pré-estabelecidos, tomando-se como proposta:

·         condições ambientais;

·         propriedades dos materiais;

·         sensibilidade da estrutura aos danos localizados;

·         eficácia de eventuais medidas protetoras;

·         consequências em caso de falhas.

Devem ser procedidas listas de verificação para inspeções de rotina, específicas para cada caso.

Critérios de atuação para estudo, análise e avaliação de situações em que forem detectadas falhas e processos de degradação não habituais.

Devem ser descritos os planos de manutenção preventiva e de reparação.

O manual deve conter uma lista de documentos importantes (plantas, memórias de cálculo, caderno de encargos, ensaios realizados, inspeções, auditorias, etc.), bem como devem estar arquivadas e período de guarda dos mesmos.

Qualquer modificação realizada ou constatada deve ser registrada, anexando, ao manual, a documentação correspondente.

A alta administração da empresa, em intervalos por ela determinados, deve analisar, criticamente. o sistema de gestão da qualidade, para assegurar sua conveniência, adequação e eficácia contínuas.

São informações relevantes que devem ser levadas para a análise crítica:

·         resultados das auditorias internas;

·         itens relacionados às metas fixadas;

·         itens relacionados ao controle tecnológico;

·         reclamações de partes interessadas;

·         itens relacionados ao meio ambiente;

·         acidentes ambientais;

·         notificação ou interpelações judiciais;

·         comprometimento com a melhoria contínua dos resultados;

·         atendimento ao plano da qualidade e satisfação do cliente.



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