Energia I - Cenário brasileiro, visão, modelo, planejamento estratégico

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Capítulo VI:
Empresas não governamentais

A perspectiva dos investimentos nos próximos anos deverá corresponder a que:

1. até 2012, sejam instalados uma média de 3.500 a 4.500 MW por ano;

2. de 2012 a 2017, a média deve ficar entre 4.000 e 5.200 MW;

3. há grande interesse do setor privado por esses investimentos.

Empresa do grupo americano AES Corporation, a AES Sul é uma concessionária do serviço público de energia elétrica.
Com sede em Porto Alegre, atua na região Centro-Oeste do estado do Rio Grande do Sul, onde atende a 118 municípios em uma área territorial de 99.512 km².
A AES Corporation, sediada nos Estados Unidos, é uma das maiores empresas globalizadas nas áreas de geração e distribuição de energia, presente em 28 países de cinco continentes.
Investimentos em duas obras da AES Sul na Região Centro-Serra chegam a R$ 14 milhões:
A AES Sul dará continuidade nos próximos meses aos investimentos que permitirão disponibilizar mais energia elétrica para a Região Centro-Serra.
Há pouco mais de um ano entrou em funcionamento a Linha de Transmissão Candelária – Centro-Serra, obra de R$ 8,4 milhões, que possibilitou significativas melhorias na qualidade e na confiabilidade da energia fornecida para os municípios de Sobradinho, Arroio do Tigre e localidades próximas.
A AES Sul investe outros R$ 5,6 milhões na construção da Subestação Centro-Serra.
A obra já está assegurada no planejamento da Concessionária e será realizada em 2011.
A nova Subestação, custeada totalmente pela AES Sul, terá potência instalada de 20 MVA e exigirá, também, a construção de quatro alimentadores e a instalação de um banco de capacitores de 3,6 MVAr.
As construções da linha de transmissão e da subestação totalizam R$ 14 milhões.
A disponibilidade de energia elétrica é um dos elementos fundamentais para o desenvolvimento econômico e social.
A AES Sul é uma das sete empresas do Grupo AES no Brasil.
Atua há 12 anos na distribuição de energia elétrica para 118 municípios do Rio Grande do Sul, com uma força de trabalho de aproximadamente 2.500 pessoas.
A AES Sul é responsável por levar energia elétrica com qualidade, confiabilidade e segurança para cerca de quatro milhões de gaúchos.
Atende a 118 municípios das regiões metropolitana e centro-oeste do Estado:
1. superfície servida de 99.512 km²;
2. carteira com aproximadamente 1,146 milhão de clientes, nas categorias residencial, industrial e rural, entre outros;
3. 4,184 milhões de pessoas beneficiadas;
4. 50 subestações;
5. 75 transformadores para subestações;
6. 54.115 transformadores de distribuição;
7. 2.063 MVA de potência instalada;
8. 1.719 km de linhas de transmissão;
9. 61.121 km de redes de distribuição;
10. 1.200 colaboradores próprios;
11. 3 Superintendências Regionais;
12. 14 Bases Operacionais;
13. 29 Lojas de Atendimento;
14. 1 Centro de Operação de Distribuição: São Leopoldo;
15. 1 Centro de Operação na Subtransmissão: São Leopoldo;
16. 1 Educação Corporativa: São Leopoldo.

Celpe chega aos 45 anos de fundação, dez dos quais sob o controle do Grupo Neoenergia.

Com mais de 3 milhões de clientes, a Companhia leva energia elétrica a 184 municípios, ao distrito de Fernando de Noronha e ao município de Pedras do Fogo, na Paraíba.

A empresa investe fortemente para prestar um serviço de qualidade com compromisso, transparência, qualidade de gestão, eficiência e preço justo para o consumidor.

A Celpe vem alcançando níveis de eficiência que a situam entre as melhores distribuidoras de energia do Brasil, segundo índice Aneel de Satisfação do Consumidor.

A concessionária atende a 100% da área urbana do Estado e está prestes a alcançar a totalidade na área rural, garantindo o alcance à energia elétrica e o direito à cidadania por meio do acesso a melhores condições de saúde, segurança e trabalho, acesso à informação, à cultura e ao lazer e muitos outros benefícios.

Em abril de 2011, após autorização da Aneel, a empresa aplica uma redução média de 8,7% na tarifa de energia dos pernambucanos.

No mesmo ano, a agência de classificação de risco Standard & Poor's concede à Neoenergia o grau de investimento em escala global e eleva o conceito da Celpe, que cresce duas posições.

A evolução para BB+\Stable na Escala Global e brAA+\Estável na Escala Nacional Brasil coloca a concessionária pernambucana a um passo da avaliação máxima.

A Light S.A. (Light ou a Companhia) está sediada na cidade do Rio de Janeiro e tem como atividades principais a exploração, direta ou indireta, dos serviços de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, bem como outros serviços complementares.

Em 2009, a Companhia registrou faturamento bruto de R$ 8,6 bilhões e suas atividades principais são:

Geração: a atividade de geração de energia elétrica, objeto da Light Energia, é baseada no aproveitamento da força hidráulica dos Rios Paraíba do Sul e Ribeirão das Lajes, contando com usinas localizadas nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A potência máxima total do sistema gerador da Light Energia é de 981 MW. Esse sistema é composto por 5 usinas geradoras e 2 usinas elevatórias.

Além destas unidades, compõem o sistema gerador da Light Energia outras estruturas hidráulicas, tais como reservatórios, barragens, canais, diques, vertedouros, túneis, condutos forçados e tomadas d’água.

Distribuição: a Light SESA, que tem como atividade a distribuição de energia elétrica, atende a uma área total correspondente a 10.970 km2 do Estado do Rio de Janeiro, beneficiando cerca de 10 milhões de pessoas, do total de 15 milhões de habitantes do Estado.

A Companhia distribui energia a 4 milhões de clientes, atuando em uma área de concessão que abrange 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro.

Em 2009, a energia faturada pela Companhia atingiu 19.084 GWh.

A composição desse faturamento por grupo de consumidores foi aproximadamente a seguinte: 41,3% provenientes do segmento residencial, 31,8% provenientes do segmento comercial, 9,7% provenientes do segmento industrial e 17,2% provenientes de outros consumidores.

Comercialização:

A Light Esco, cuja totalidade das quotas é detida pela Light S.A., é uma sociedade de comercialização de energia que atua no mercado livre e de fontes alternativas/incentivadas de energia, além de ser uma “ESCO” (Energy Services Company), prestadora de serviços de energia e de infraestrutura, voltada para soluções energéticas para seus clientes.

A Light ESCO foi autorizada pela ANEEL a atuar como agente comercializador pelo despacho n° 823, de 25 de abril de 2006.

Em 10 de agosto de 2006, a Rio Minas Energia Participações S.A. (RME) assumiu o controle da Light após adquirir 79,4% das ações ordinárias da EDF International S.A. (EDFI), trazendo novos gestores e promovendo a renovação da cultura empresarial da Companhia.

Em 30 de Dezembro de 2009, foi anunciada pelos acionistas controladores e pela Light, em Fatos Relevantes, a celebração do contrato de compra das ações da Light S.A. pertencentes a Andrade Gutierrez Concessões S.A. e ao Fundo de Investimento em Participações PCP, controlador da Equatorial Energia.

Nesta operação, será constituída, em associação com um Fundo de Investimento em Participações (FIP), uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) na qual a Cemig terá participação minoritária, que deterá, ao final, direta e indiretamente, até 26,06% de participação no capital social da Light, permanecendo a CEMIG e o Luce Brasil Fundo de Investimento em Participações (LUCE) com suas participações originais na Light de 13,03% cada.

A operação anunciada não foi finalizada até a presente data.

Dando cumprimento ao dispositivo do Acordo de Acionistas da RME, foi aprovada em 31 de Dezembro de 2009, após Assembléia Geral Extraordinária, a operação de cisão parcial desproporcional da RME em três parcelas cindidas, seguida da incorporação das parcelas cindidas pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Andrade Gutierrez Concessões S.A. e Luce Empreendimentos e Participações S.A. (LEPSA).

Também foi celebrado um novo Acordo de Acionistas entre os quatro acionistas controladores da Companhia que reproduz os direitos e as obrigações previstos no Acordo de Acionistas anterior.

Os acionistas controladores da Light têm notória competência e conhecimento do setor elétrico brasileiro e assumiram os compromissos estabelecidos pelo Novo Mercado da Bovespa, em que as ações da Companhia são negociadas sob o código LIGT3.

A Neoenergia é a holding do Grupo Neoenergia, terceiro maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, com dez anos de atuação e investimentos acumulados da ordem de R$ 13 bilhões no Brasil.

Tem como acionistas a caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), o Grupo Iberdrola e o Banco do Brasil Investimentos.

Na distribuição de energia, controla as distribuidoras Coelba, na Bahia, Celpe, em Pernambuco, e Cosern, no Rio Grande do Norte.

Na geração de energia, tem capacidade instalada de 1.070 MW e está construindo oito novas usinas hidrelétricas em diversas regiões do Brasil.

O consumo de energia elétrica do mercado cativo da Coelba, em 2009, atingiu 14.083 GWh, ficando 9,10% acima do realizado em 2008.

A energia elétrica destinada ao atendimento dos clientes livres foi de 179 GWh e representou 1,26% do montante distribuído. No exercício, a energia total distribuída pela rede da Coelba cresceu 4,26%, em comparação com 2008, tendo alcançado 14.262 GWh.

O desempenho das classes de consumo reflete o efeito de um conjunto de variáveis como o poder aquisitivo da população, o nível da atividade econômica, as condições climáticas e a expansão do sistema elétrico.

O consumo dos clientes da classe residencial representa 33,9% da venda total de energia, sendo as subclasses convencional e baixa renda representantes, respectivamente, de 61,9% e 38,1% do consumo residencial.

As classes comercial, industrial e a rural, no ano de 2009, foram responsáveis por 52% do mercado total da Coelba.

Do total de clientes da empresa, o destaque é para a classe residencial, que corresponde a 87,6% do número total de clientes da Coelba.

Desse número, vale ressaltar que aproximadamente 2,59 milhões de clientes, 56% do total da empresa e 63,4% do residencial, são classificados como baixa renda.

A Companhia Energética do Ceará (COELCE) é uma empresa de distribuição e geração de energia elétrica com atuação em todo o estado do Ceará, com sede em Fortaleza.

Foi criada em 30 de agosto de 1971 por meio da Lei Estadual nº 9.477 de 05 de julho de 1971, a partir da unificação de quatro empresas distribuidoras de energia elétrica, então existentes no Estado do Ceará: Companhias de Eletricidade do Cariri (CELCA), Eletrificação Centro-Norte do Ceará (CENORT), Companhia Nordeste de Eletrificação de Fortaleza (CONEFOR) e Companhia de Eletrificação do Nordeste (CERNE).

Foi privatizada em 2 de abril de 1998 sendo hoje controlada pela Endesa Espanha, que possui 59% de participação total na distribuidora.

Endesa é uma empresa espanhola que atua na distribuição de gás natural e na geração e na distribuição de energia elétrica.

Em 2006 sofreu uma oferta não solicitada de compra da E.On que o governo espanhol tentou bloquear por meio de restrições impostas pela Comissão Nacional de Energia (CNE) daquele país.

Em 29 de novembro de 2006 a Comissão Européia julgou ilegais todas as restrições impostas pela CNE.

Em fevereiro de 2009, Endesa passou a ser controlada pela estatal italiana Enel.

Sendo responsável pela distribuição de energia elétrica no Estado do Ceará, atua em uma área total de 148.825 km² e 184 municípios, e tem aproximadamente 2.500.000 unidades consumidoras.

A Companhia Paulista de Força e Luz surgiu em 1912, com a fusão de quatro pequenas empresas de energia do interior paulista.

Em 1927, a companhia foi adquirida pela American & Foreign Power (Amforp),  permanecendo sob seu controle até 1964, quando passou ao controle da Eletrobras, do governo Federal.

Em 1975, o controle acionário da já chamada CPFL Paulista foi transferido para a Companhia Energética de São Paulo (Cesp), do governo do Estado de São Paulo.

Em 1986, a companhia é a primeira do Brasil a realizar os primeiros contratos de compra de energia de biomassa proveniente da cana-de-açúcar.

Em novembro de 1997, com a privatização, o controle da companhia passou para o atual grupo composto pela VBC Energia (Grupo Votorantim, Bradesco e Camargo Corrêa), pelo Fundo de Pensão dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), e pela Bonaire Participações (que reúne os fundos de pensão Funcesp, Sistel, Petros e Sabesprev).

Em 2002, em resposta à necessidade de uma gestão mais eficiente e sinergia entre as empresas do grupo, foi criada uma holding, ou seja, um grupo de controle chamado CPFL Energia.

Em setembro de 2004, o Grupo CPFL Energia realizou sua primeira oferta pública na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e na Bolsa de Nova Iorque (Nyse).

Em 2008, a CPFL Energia constituiu a CPFL Bioenergia, empresa especializada em negócios a partir da biomassa, promovendo e incentivando a geração de energia limpa.

Em 2009, após ser uma das vencedoras do primeiro Leilão de energia eólica no Brasil, a CPFL Energia ampliou seu portfólio de investimentos em energia renovável.

É uma Sociedade por ações de capital aberto, constituída em 19 de julho de 2000.

A partir de 2003, passou a atuar como holding em empreendimentos de geração de energia. Em 2007, com as incorporações da CPFL Centrais Elétricas S.A. e da SEMESA S.A., a controlada CPFL Geração além da participação no capital social de outras sociedades passou a atuar como concessionária do serviço público de geração de energia elétrica.

Detém 19 pequenas usinas hidrelétricas e 1 usina termelétrica, com potência total instalada de 120 MW e 36 MW, respectivamente, todas localizadas no Estado de São Paulo.

A concessão se encerra em 2027, podendo ser prorrogada por período adicional de 30 anos.

Possui ainda parte dos ativos do Aproveitamento Hidrelétrico da Serra da Mesa, localizado no Rio Tocantins, no Estado de Goiás.

A concessão e a operação do Aproveitamento Hidrelétrico pertencem a Furnas Centrais Elétricas S.A.

Estes ativos foram arrendados a Furnas por meio de um contrato com duração de 30 anos, iniciado em 1998, que assegurou à SEMESA as participações de 51,54% da potência instalada de 1.275 MW (657 MW) e da energia assegurada de 671 MW médios (345,8 MW médios).

A CPFL Geração, pela incorporada SEMESA, também detém a concessão e os respectivos ativos da PCH Ponte do Silva, com potência total de 125 kW, localizada no Rio São Luiz, no Estado de Minas Gerais, outorgada em outubro de 1989, pelo prazo de 30 anos.

A CPFL Geração estabeleceu como estratégia de negócios a ampliação de sua capacidade de geração, por meio da repotenciação e modernização das usinas existentes, bem como pela aquisição de usinas em operação ou construção de novas usinas.

Para viabilizar seus projetos de expansão, a Sociedade optou pela captação de recursos de terceiros. A Sociedade possui participações diretas nas seguintes controladas operacionais e/ou em desenvolvimento:

1. CPFL Sul Centrais Elétricas Ltda.

É uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada, detentora de 4 PCH’s, localizadas no Estado do Rio Grande do Sul.

A potência total das quatro PCH’s é de 2,65 MW e a energia assegurada é de 2,45 MW médios.

A controlada CPFL Geração detém 100% do capital social da CPFL Sul Centrais Elétricas.

2. Energética Barra Grande S.A. (BAESA)

É uma sociedade por ações de capital aberto, que tem como objetivo construir, operar e explorar o Aproveitamento Hidrelétrico Barra Grande (localizado no Rio Pelotas, na divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul), cuja potência instalada, conforme contrato de concessão, é de 690 MW.

As três unidades geradoras, com capacidade de 230 MW cada, entraram em operação comercial em novembro de 2005, fevereiro e maio de 2006.

A concessão se encerra em 2036, podendo ser prorrogada de acordo com as condições que o Poder Concedente estabelecer.

3. Campos Novos Energia S.A.

É uma sociedade por ações de capital fechado, com o objetivo de construir, operar e explorar o Aproveitamento Hidrelétrico Campos Novos (localizado no Rio Canoas, no Estado de Santa Catarina), cuja potência instalada, conforme contrato de concessão, é de 880 MW.

O início das operações comerciais ocorreu em 2007 e 2 turbinas entraram em operação em fevereiro e a última turbina em maio.

A concessão se encerra em 2035, podendo ser prorrogada de acordo com as condições que o Poder Concedente estabelecer.

Controladas em desenvolvimento:

A sociedade detém a participação em novos empreendimentos de geração, cuja totalidade da energia estará disponível até 2010, aumentando a sua capacidade instalada proporcionalmente à sua participação, para 2.087 MW.

Estes empreendimentos com controle em conjunto são:

1. Companhia Energética Rio das Antas S.A. (CERAN)

É uma sociedade por ações de capital fechado, que tem por objetivo a implantação e a exploração dos Aproveitamentos Hidrelétricos de Monte Claro, Castro Alves e 14 de Julho (localizados no Estado do Rio Grande do Sul), cuja potência instalada prevista é de 360 MW. A UHE de Monte Claro (130 MW) iniciou suas operações em dezembro de 2004.

A concessão se encerra em 2036, podendo ser prorrogada por mais 35 anos.

2. Foz do Chapecó Energia S.A.

É uma sociedade por ações de capital fechado, que tem como objetivo construir, operar e explorar o Aproveitamento Hidrelétrico Foz do Chapecó (localizado no Rio Uruguai na divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul), cuja potência instalada, prevista no contrato de concessão, será de 855 MW. As obras foram iniciadas em 2006 e a entrada em operação comercial é prevista para 2010.

A concessão se encerra em 2036, podendo ser prorrogada de acordo com as condições que o Poder Concedente estabelecer.

A CTEEP é resultado da cisão de ativos da Companhia Energética de São Paulo (CESP), que se deu em fevereiro de 1999, em função do programa de privatização do governo paulista.

Em 2001, para fortalecer e racionalizar o sistema de transmissão de energia elétrica em São Paulo, a empresa, ainda estatal, incorporou a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE), resultante da cisão da Eletropaulo, também estatal à época.

Com essa operação, a CTEEP se firmou como a principal concessionária de transmissão do estado de São Paulo.

Em 28 de junho de 2006, a empresa foi privatizada em leilão público promovido pelo Governo do Estado de São Paulo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Com a aquisição de 50,1% das ações ordinárias (com direito a voto), o Grupo ISA, por meio da ISA Capital do Brasil S.A, tornou-se o novo controlador da CTEEP.

Em 2007, por meio de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), o Grupo ISA passou a deter 89,4% das ações ordinárias e 37,5% do capital total da CTEEP.

No mesmo ano, a empresa iniciou uma nova fase de transição e reestruturação, para consolidar uma trajetória de crescimento sustentado.

Em linha com esse posicionamento, a CTEEP participou de um leilão público promovido pela Aneel em novembro de 2007 e saiu vencedora do principal lote de concessão de transmissão, que interligará os estados de Tocantins, Maranhão e Piauí, com 720 quilômetros de linhas e investimentos de R$ 472 milhões.

Em 2008, a Empresa avançou em sua estratégia de crescimento e na consolidação de sua participação no setor elétrico brasileiro ao arrematar sete lotes em dois leilões distintos (em 27 de junho e 26 de novembro), promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Além de ampliar sua atuação para seis estados, as novas concessões permitirão um aumento de R$ 210,6 milhões na RAP da Companhia para os próximos anos.

Responsável pela transmissão anual da ordem de 136.000 GWh (novembro de 2009) de energia elétrica, a CTEEP tem como principais clientes outras concessionárias de serviço público de energia elétrica como as empresas Eletropaulo, CPFL, Elektro, Bandeirante, Grupo Rede, Duke-Paranapanema, AES Tietê e CESP.

Por meio do Sistema Interligado Nacional, está conectada às empresas Furnas, CEMIG, Eletrosul, Copel, ETEO e Light.

A EDP Bandeirante, Companhia de capital aberto, tem por objetivo a prestação de serviços públicos de energia elétrica, pelo prazo de 30 anos, a partir de 23 de outubro de 1998, conforme contrato de concessão firmado naquela data.

A Companhia atua em 28 municípios do Estado de São Paulo, especificamente nas regiões do Alto do Tietê e do Vale do Paraíba, atendendo aproximadamente 1,401 milhão de clientes e distribuindo 13.268 GWh ao ano.

A partir de abril de 2005, a Companhia passou a ser subsidiária integral da EDP no Brasil.

A EDP do Brasil é uma holding que detém investimentos no setor de energia elétrica, consolidando ativos de geração, distribuição e comercialização.

Está presente no segmento de geração em seis estados (Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Ceará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no segmento de distribuição em dois estados (São Paulo e Espírito Santo).

Em 29 de abril de 2005, foi aprovada a reorganização societária que teve como objetivos simplificar a estrutura dos negócios nas empresas controladas, pelo grupo EDP – Energias do Brasil S.A. visando a ampliar a captura de sinergias existentes entre as atividades de distribuição, geração e comercialização, proporcionando um maior potencial de criação de valor, facilitar o processo de desverticalização das atividades, conforme exigência da nova legislação do setor elétrico e promover a visibilidade, a concentração e o aumento da liquidez no mercado de capitais.

A reorganização permitiu dar uma nova lógica empresarial ao conjunto das empresas do Grupo EDP – Energias do Brasil S.A., além de incrementar a sua governança corporativa.

A reorganização compreendeu as seguintes etapas:

1) incorporação da Iven pela EDP – Energias do Brasil S.A.;

2) cisão parcial da EDP – Energias do Brasil S.A. e incorporação dessa parcela cindida pela Escelsa;

3) transformação da anterior coligada Enersul em subsidiária integral da Escelsa, por meio da incorporação de ações de emissão da Enersul pela Escelsa;

4) transformação da Escelsa e da Bandeirante em subsidiárias integrais da EDP – Energias do Brasil S.A., por meio da incorporação de ações da Escelsa e da Bandeirante pela holding.

Com essa reorganização os acionistas da Bandeirante efetuaram a troca de suas ações, substituindo por ações da controladora EDP  Energias do Brasil, que passou a deter a totalidade das ações da Bandeirante.

A Companhia atua em 28 municípios no Estado de São Paulo, tendo suas atividades regulamentadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Estrutura de Capital: 

O capital social subscrito e integralizado é de R$ 952.491.950,14, dividido em 193.759.265 ações, sendo 91.880.972 ações ordinárias e 101.878.293 ações preferenciais, todas nominativas e sem valor nominal.

A ELEKTRO Comercializadora de Energia LTDA. tem como seu  principal controlador a AEI, empresa com sede em Houston, no estado do Texas, nos EUA. A AEI controla e opera os negócios envolvendo a infraestrutura essencial para energia em mercados emergentes, diversificados em quatro segmentos comerciais básicos – Distribuição de Energia, Geração de Energia, Transporte de Gás Natural e Serviços e Distribuição de Gás Natural – em cinco regiões: região Andina, Cone Sul, América Central/Caribe, China e Europa/Oriente Médio/Norte da África.

Mercado e faturamento:

1.  228 municípios atendidos;

2.  2,1 milhões de unidades consumidoras;

3.  faturamento de R$ 4,03 bilhões (2009);

4.  mercado de 10.845 GWh (2008);

5.  105,8 mil km de rede de distribuição.

Histórico: 

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (EMAE) tem suas origens em 1899 com a fundação da The São Paulo Railway, Light and Power Company Limited, em Toronto, Canadá, e com o decreto nº 3.349, assinado pelo Presidente da República Campos Salles, que autorizou a empresa a funcionar no Brasil.

Em 1901, entrava em operação a primeira hidrelétrica da Light no Brasil, e a maior brasileira até então, a Usina de Parnaíba, com 2 MW de capacidade.

Em 1912, para manter o suprimento de energia, sua capacidade foi ampliada para 16 MW. Nesse mesmo ano, começava a funcionar uma usina termelétrica a vapor na rua Paula Souza, em São Paulo.

Em razão do grande consumo de água exigido pelas turbinas da Usina de Parnaíba, a Light precisava regularizar a vazão do rio Tietê.

A solução encontrada foi a implantação de uma represa em um dos afluentes do rio Pinheiros, o rio Guarapiranga, conhecido como Embu-Guaçu, e assim foi construído o reservatório Guarapiranga, entrando em operação em 1908.

Entre os anos de 1924 e 1925, uma forte estiagem reduziu a capacidade de vazão dos rios. São Paulo era palco de um rápido crescimento industrial e, consequentemente, da demanda de eletricidade.

A situação vivida em 1924 provocou a redução de aproximadamente 30% do fornecimento de energia elétrica. Ainda nesse ano foram instaladas mais duas unidades na Usina Paula Souza, elevando sua capacidade.

Foi também construída em prazo recorde (sete meses) a Usina Hidrelétrica de Rasgão, entre Pirapora e Cabreúva, que entrou em operação em 1925.

Desde 1923, o engenheiro Asa White Kenney Billings estudava a implantação do “Projeto da Serra”, que visava à geração de energia elétrica aproveitando o desnível de 720 m da Serra do Mar.

Assim, em 1926, entrava em operação a primeira unidade geradora da Usina de Cubatão, hoje chamada de Henry Borden. Em 1927, foi adquirida, ainda em fase de construção, a Usina de Porto Góes, inaugurada em 1928, com capacidade de 11 MW.

A partir década de 1930, para o aumento da capacidade de geração da Usina Henry Borden, foram realizadas as obras de retificação e reversão do rio Pinheiros, a formação do reservatório Billings, a construção das usinas elevatórias de Pedreira e de Traição e da barragem reguladora Billings-Pedras.

Foi construída no rio Tietê a barragem de Pirapora, formando o reservatório de Pirapora.

Na confluência dos rios Pinheiros e Tietê foi construída a Estrutura de Retiro com a finalidade de separar as águas dos rios em caso de cheias.

O reservatório Guarapiranga deixou de ter a função de regular a vazão do rio Tietê e passou a ser usado para o abastecimento de água e o controle de cheia de sua própria bacia.

A seção subterrânea da Usina Henry Borden entrou em operação em 1956 e a capacidade instalada da Usina atinge 880 MW.

Em 1954, foi inaugurada a Usina Termelétrica Piratininga, dotando o parque gerador, até então quase que exclusivamente hidráulico, de uma importante fonte energética complementar de alta garantia. Em 1960, com a inauguração de mais duas unidades geradoras, a Usina Termelétrica Piratininga passou a totalizar 472 MW de capacidade instalada.

Em 1956, a companhia reestruturou-se, tendo por base a Brascan Limited e foi nacionalizada com a publicação do Decreto Federal nº 40.440, de 28 de novembro de 1956.

Em 1979, o governo brasileiro, por meio da Eletrobras, adquiriu da Brascan o controle acionário da então Light – Serviços de Eletricidade S.A..

Em 1981, o Governo do Estado de São Paulo adquiriu parte do sistema da Light constituindo a Eletricidade de São Paulo S.A. (Eletropaulo), autorizada pelo Decreto Federal nº 85.839, de 24 de março de 1981, a funcionar como concessionária de serviços públicos de energia elétrica, com a finalidade básica de assumir a operação dos sistemas de geração, transmissão e distribuição nos municípios de concessão da Light no Estado de São Paulo

Em 05 de julho de 1996, foi promulgada a Lei Estadual nº 9.361, que criou o Programa Estadual de Desestatização (PED), dispondo sobre a Reestruturação Societária e Patrimonial do Setor Energético Paulista.

Com a aprovação do Conselho Diretor do PED, a partir de 01 de janeiro de 1998 a Eletropaulo foi cindida em quatro empresas independentes: Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (EMAE), Eletricidade de São Paulo S.A. (Eletropaulo Metropolitana), Empresa Bandeirante de Energia S.A. (EBE) e a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica S.A. (EPTE).

Com a cisão, coube a EMAE exercer as operações de geração de energia elétrica antes conduzidas pela Eletropaulo. Pela Resolução nº 72, de 25 de maço de 1998, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), lhe foram transferidos os direitos de exploração de Serviços Públicos de Energia Elétrica.

Desde 1999, a EMAE vem investindo em suas instalações com o objetivo de aumentar sua capacidade de geração e aumentar a confiabilidade e eficiência do sistema.

Nesse contexto se destaca a implantação da Usina Termelétrica Nova Piratininga, em parceria com a Petrobras, e a implantação do “Ciclo Combinado” entre as unidades 3 e 4 da Usina Piratininga e os turbogeradores da Nova Piratininga; a ampliação da capacidade da Usina de Porto Góes, com a implantação na unidade 3 e a implantação de um sistema de melhoria da qualidade das águas do rio Pinheiros, que, quando totalmente implantado, deverá aumentar a disponibilidade hídrica do reservatório Billings e o aumento da capacidade de geração na usina Henry Borden.

Empresa de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul S.A. (Enersul) foi fundada em 1979, ficando responsável pelo abastecimento do novo estado.

Na década de 1980, alguns municípios com sistemas próprios de eletrificação foram incorporados ao estado e entraram em operação sete novas subestações.

Os anos 1990 trouxeram duas transformações importantes: a nova razão social (Empresa Energética de Mato Grosso do Sul) e o processo de privatização, no qual a concessionária foi adquirida pela Escelsa.

Em 2003, a Enersul passa a integrar o Grupo Electricidade de Portugal (EDP).

Em setembro de 2008, a distribuidora passou a ser controlada pela Rede Energia S.A., empresa que atua na distribuição, na geração e na comercialização de energia nas regiões sudeste, centro-oeste e norte do país.

A Rede Energia trocou sua participação na Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães - Lajeado, no Tocantins, por 100% das ações da Enersul, antes controlada pela Energias do Brasil, da portuguesa EDP.

Em 2010, a concessionária distribui 3.397 GWh para um total de 760.411 clientes.

A empresa atende 73 dos 78 municípios do estado, cuja população soma 2,2 milhões de habitantes, em uma área territorial pouco menor que a do Paraguai.

Sinônimo de eficiência e qualidade, a Enersul investe pesado na ampliação da rede urbana e rural, alcançando áreas de difícil acesso como o Pantanal: a maior área alagada do planeta.

A partir de 1995, o então governador Mário Covas criou o Programa Estatual de Desestatização (PED), para iniciar um processo de privatização de inúmeras empresas estatais paulistas, além de trechos de rodovias e ferrovias.

Considerada pelos técnicos do governo estadual como uma empresa grande demais para ser privatizada em um único bloco, a Eletropaulo foi dividida em quatro empresas menores.

Eletropaulo Metropolitana, a mais rentável de todas, que foi privatizada em 1999 e agora é conhecida como AES Eletropaulo, responsável pela operação de serviços de energia elétrica na capital de São Paulo e parte da região metropolitana.

Empresa Metropolitana de Águas e Energia ou EMAE, encarregada de controlar o volume de água do Rio Pinheiros, da Represa de Guarapiranga, da Estação Elevatória da Traição e Usina Henry Borden, mantida sob controle estatal até o momento.

Empresa Bandeirante de Energia, privatizada em 1999 e atualmente conhecida como Bandeirante Energia.

Empresa Paulista de Transmissão de Energia, conhecida atualmente apenas como Transmissão Paulista, privatizada em 2006.

A Rio Grande Energia (RGE) é a distribuidora de energia elétrica da região norte-nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

Privatizada em outubro de 1997, a RGE atende 262 municípios gaúchos, o que representa 51% do total de municípios do RS.

A área de cobertura da Rio Grande Energia divide-se em duas regiões: a Centro, com sede em Passo Fundo, e a Leste, com sede em Caxias do Sul. São 90.718 km2 - 34% do território do Estado.

Agrupadas, essas regiões apresentam um dos melhores índices sociais e econômicos do Brasil.

Também são as responsáveis pelo maior polo agrícola, pecuário, industrial e turístico do estado.

A RGE faz parte do Grupo CPFL Energia, um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro.

A RGE orienta-se pela Gestão de Qualidade Total para atingir, cada vez mais, altos níveis de eficiência.

Fonte: www.tractebelenergia.com.br

1. A empresa:

1998:

Privatização - Aquisição da companhia estatal Gerasul, em setembro, com capacidade instalada para gerar 3.719 MW.

2000:

Itá gera energia.

Início da operação da Usina Hidrelétrica de Itá (RS/SC), no Rio Uruguai.

Assinatura do primeiro contrato de venda direta a um consumidor livre.

2001:

William Arjona em ação;

A Usina Termelétrica William Arjona (MS) torna-se a primeira a usar gás natural do Gasoduto Bolívia-Brasil.

2002:

Expansão para Goiás:

Início da operação da Usina Hidrelétrica Cana Brava (GO), no Rio Tocantins.

Início da operação da Usina Hidrelétrica Machadinho (RS/SC), no Rio Uruguai.

A Companhia promove o primeiro leilão de venda de energia elétrica no País.

A Companhia assume a marca de sua controladora e passa a se chamar Tractebel Energia S.A.

2003:

Capacidade instalada alcança 5.860 MW.

Início da operação da Unidade de Cogeração Lages, a primeira movida a biomassa de Santa Catarina.

A capacidade instalada alcança 5.860 MW, com crescimento de 58% em seis anos.

2004:

Consolidação de mercado livre:

A Tractebel Energia consolida sua participação no mercado livre de energia elétrica.

Os contratos com grandes consumidores industriais ultrapassam a marca de 700 MW médios.

Sete das 13 usinas do parque gerador da Tractebel Energia recebem a certificação das normas ISO 9001 e ISO 14001.

2007:

Aquisições:

A Tractebel Energia adquire, por meio de sua controlada Delta Energética, a totalidade do capital social da Seival Participações S.A., que detém o direito para implementar e explorar uma usina termelétrica a carvão no estado do Rio Grande do Sul, com capacidade instalada de até 540 MW.

É aprovada a aquisição da Companhia Energética São Salvador (CESS), titular da concessão do aproveitamento hidrelétrico São Salvador. A usina terá capacidade instalada de 243,2 MW e 148,5 MW médios de energia assegurada.

A Tractebel Energia adquire, por meio de sua controlada Energia América do Sul Ltda., a totalidade do capital social de Ponte de Pedra Energética S.A., que detém a concessão da hidrelétrica Ponte de Pedra, com capacidade instalada de 176 MW.

Créditos de Carbono:

A Tractebel Energia concretiza a venda de 190 mil toneladas de Redução Certificada de Emissões (RCE), ou créditos de carbono, para a companhia japonesa Chugoku Electric Power, por aproximadamente € 3,1 milhões.

Sustentabilidade:

A Tractebel Energia é selecionada a compor a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa.

O ISE reflete o retorno de uma carteira composta por ações de empresas comprometidas com práticas de sustentabilidade e que apresentam os melhores desempenhos com relação à eficiência econômica, responsabilidade socioambiental e governança corporativa.

2008:

Expansão para todas as regiões do Brasil:

A Tractebel Energia amplia seu parque gerador com a aquisição de seis usinas, expandindo sua presença para os estados do Mato Grosso, do Ceará, do Piauí e de Minas Gerais.

São elas:

Usina Hidrelétrica Ponte de Pedra (MT/MS), com capacidade instalada de 176 MW e em operação desde 2005. A capacidade comercial da usina está vendida até 2025 por meio de um contrato com a Cemig.

PCHs Rondonópolis (MT) e José Gelazio da Rocha (MT), em operação desde 2007 e que adicionam, respectivamente, 27 e 24 MW de capacidade instalada ao parque gerador da Companhia.

A capacidade comercial das usinas está vendida até 2027 por meio de um contrato de 20 anos com a Eletrobras, por meio do PROINFA.

Usinas eólicas Beberibe (CE) e Pedra do Sal (PI), e PCH Areia Branca (MG), que possuem capacidade instalada de 26, 18 e 20 MW, respectivamente, e têm sua capacidade comercial vendida também para Eletrobras, via PROINFA.

As eólicas entraram em operação em 2008 e a PCH tem previsão para meados de 2009.

A aquisição desses três ativos ocorreu após a cisão de um conjunto maior que havia sido adquirido da Econergy International pela GDF SUEZ.

Além disso, em 2008 a Tractebel Energia deu início à construção de uma termelétrica movida a biomassa (bagaço de cana-de-açúcar) de 33 MW de capacidade instalada.

A energia a ser gerada pela Usina Termelétrica Destilaria Andrade (SP) foi vendida no 1º Leilão de Energia de Reserva, ocorrido em agosto de 2008, para um período de 15 anos, a partir de 2010. Ainda, em 2008, a Tractebel Energia completa 10 anos de atividades no Brasil.

Seu Grupo controlador, SUEZ, funde-se à estatal Gaz de France e passa a se chamar GDF SUEZ.

2009:

O crescimento continua:

A Tractebel Energia inaugura, no dia 5 de fevereiro, a Usina Hidrelétrica São Salvador, com capacidade instalada de 243 MW;

Em 13 de fevereiro, a Companhia inaugura a usina eólica Pedra do Sal em Parnaíba, no Piauí.

2010:

Em 10 de março, a PCH Areia Branca entra em operação comercial.

2011:

Em 29 de abril, iniciou-se a operação da primeira unidade da Usina Hidrelétrica Estreito.

Em 11 de maio, foi emitida a ordem de início de construção dos parques eólicos: Central Eólica Mundaú, Central Eólica Fleixeiras I, Central Eólica Trairi, Central Eólica Guajiru e Eólica Porto das Barcas.

A Parah Electric Railways and Lighting Company Ltd. inaugurou, em 1902, a chegada da energia elétrica ao Estado do Pará.

A Celpa foi criada em 1962 com o objetivo de eletrificar o Estado.

Sete anos mais tarde, a empresa se associou à Força e Luz do Pará S.A. (Forluz), originando uma única concessionária de energia.

A partir de 1981, a nova concessionária passou a contar com energia do Sistema Interligado Norte-Nordeste e, em 1998, passou a fazer parte da Rede Energia por meio de leilão realizado no dia 9 de julho.

Um ano depois, a Celpa entrava para o Sistema Interligado Brasileiro, com a entrada em operação da Interligação Norte-Sul, em 500 kV.

O Pará concentra em seu território cerca de 34% de toda a extensão da bacia amazônica (mais de um milhão de km²) e seu potencial hidrelétrico é avaliado em mais de 61 mil MW.

Esse potencial está distribuído em nove grandes bacias, destacando-se a do Rio Tocantins, onde foi implantada a Usina Hidrelétrica de Tucuruí, inaugurada em 1984.

Área de Concessão:

A Celpa distribui energia elétrica para uma área de concessão de 1.247.690 km², abrangendo todos os 143 municípios atendidos do Estado do Pará.

Atualmente, a concessionária atende a mais de 1,6 milhão de clientes, beneficiando mais de sete milhões de habitantes.

Os nove lotes de linhas e subestações licitados no Leilão de Transmissão nº 001/2010 realizado em junho de 2010, na BM&F Bovespa, em São Paulo, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foram arrematados com deságio médio de 31,57% por cinco empresas e pelo Consórcio Atlântico, que venceu o lote D.

Copel Geração e Transmissão venceu os lotes A e I;

Empresa de Transmissão de Energia do Rio Grande do Sul arrematou os lotes B e C;

a espanhola Elecnor Transmissão de Energia S.A. venceu o lote E;

Alupar Investimentos S.A. arrematou o lote F;

Companhia Hidro Elétrica do São Francisco venceu os lotes G e H, no qual ocorreu o maior deságio, de 51%;

lote F, vencido pela Alupar, foi o mais concorrido e o único com lances viva-voz.

"Foi um leilão bastante competitivo, com participação de empresas privadas, estatais, nacionais e estrangeiras, mas o grande vencedor, de fato, é o consumidor brasileiro, que vai pagar uma tarifa mais baixa de transmissão", declarou o diretor-geral durante entrevista à imprensa.

No leilão, foram declaradas vencedoras as empresas e os consórcios que ofereceram a menor Receita Anual Permitida (RAP) para prestação do serviço.

Os deságios registrados entre a receita anual permitida prevista no edital e os lances do leilão representarão modicidade tarifária, pois a tarifa de uso dos sistemas de transmissão é um dos componentes da tarifa paga pelo consumidor final às distribuidoras. Tarifas menores também contribuem para aumentar a competitividade do setor produtivo nacional.

O prazo das concessões de transmissão é de 30 anos para construção, operação e manutenção de 708 km de quatro linhas e 11 subestações da Rede Básica que serão construídos em sete estados:

São Paulo, Rio Grande do Sul, Pará, Maranhão, Mato Grosso, Alagoas e Bahia.

Os empreendimentos vão gerar 3.450 empregos diretos e deverão entrar em operação nos próximos dois anos, com exceção da Subestação Pólo, a ser instalada em Camaçari (BA), cujo prazo é de 18 meses.

Os investimentos nos nove lotes são estimados em R$ 700 milhões.



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