Sistema modal de transportes

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Capítulo I:
Visão sistêmica, processos de trabalho e dúvidas

1). o diagnóstico da situação do país é muito dinâmica, a nossa intenção e criarmos o hábito entre os nossos colegas na consulta do que realmente acontece e sua permanente atuação.
2). isto posto, deveremos considerar que as análises mudam rapidamente, assim como suas informações, portanto poderemos daqui a alguns meses, semanas e mesmos dias, encontrarmos informações que conflitam com aquelas apresentadas neste tópico e nos demais que compõem a engenharia compartilhada.
1). o maior desafio do Brasil é conseguir visualizar a situação: social (incluindo –  educação; moradia; esporte e lazer); meio ambiente, infraestrutura, energia, econômica e global, e o trabalho, conhecimento, entre outros, enfim os valores e as tradições que sustentam a Visão Sistêmica aplicadas ao País, e a formulação de projetos que geram o seu desenvolvimento.
2). no cenário mais amplo, devemos refletir sobre os desafios impostos à sociedade brasileira, considerando os impactos globais e absorver a complexidade das crescentes necessidades de adaptação a mudanças em todos os níveis na formulação de um planejamento estratégico.
3). a essência dos valores aplicados determinam os objetivos das ações.
4). conforme veremos ao longo dos tópicos e dos capítulos e seções, enfim dos processos, é importante observar :
ü  os valores para formulação de um projeto, necessários para manter e unir vários subsistemas organizacionais: Governo Federal, Estadual, Municipal, Autarquias, Companhias Mistas, Empresas Privadas e Parcerias, entre outras tantas, e que determinam à eficácia, padrões de desempenho do país, incluindo-se o fortalecimento da democracia.
5). para implementar a Visão Sistêmica do País, é necessário demonstrar o porquê da necessidade de mudança e quais as consequências e as críticas necessárias à formulação do Planejamento Estratégico do País.
6). no tópico Retrato do Brasil, apresentamos alguns índices sociais, técnicos, entre tantos, que fazem parte da formulação do planejamento estratégico e que detalhamos para que se possa compreender da importância de estarmos atento aos fatos, e tirarmos sua conclusões.
1). o Brasil é hoje o país em melhores condições para implantar o novo paradigma de uma civilização da vida e a serviço dos sere vivos;
2). deveremos dispor de uma visão sistêmica, capaz de balizar as políticas de estado que devem orientar os rumos do país para os proximos cinquenta anos, seja qual for o governo de plantão;
Para uma análise da Visão Sistêmica de um País, pensarmos em futuro deve-se considerar:
3). consolidação da democracia, estado de direito e a lei como razão de conduta;
ü  atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância;
ü  polítcos compatíveis com grandes qualidades morais e de competência;
ü  liberdade política como condição elementar para tomadas de decisões;
4). trabalho como centro da cidadania;
ü  o principal desafio para as políticas públicas de emprego e renda será ampliar a oferta de qualificação profissional, garantindo o ingresso e a permanência de trabalhadores no segmento formal — e o consequente equilíbrio da relação entre capital e trabalho.
5). adoção de modelo de parceria nas relações do Brasil com os demais países do planeta, no novo patamar de globalização que esta sendo protagonizado neste início do século XXI;
ü  renuncia aos modelos de cunho imperialista, fundamentada em critérios de natureza política, que se devem sobrepor a eventuais interesses econômicos;
ü  coerência com os objetivos estratégicos do Brasil a longo prazo;
6). as oscilações econômicas positivas ou negativas de curto, médio e longo prazo, considerando-se as crises que possam envolver e conturbar as conquistas;
7). as oscilações entres a estagnação, crescimento e desenvolvimento;
8). o exercicio da democracia por suas vertentes econômica, política e social;
ü  a evolução da democracia brasileira aponta para uma combinação das instituições da democracia representativa com a crescente participação dos cidadãos nos processos de elaboração, implementação e avaliação das políticas públicas.
v   há, nesse contexto, a construção de uma nova relação entre o Estado e a Sociedade.
ü  a criação e a consolidação de diversos canais de participação social – como os conselhos de políticas públicas, conferências, ouvidorias, mesas de negociação, consultas e audiências Públicas – contribuíram para estimular parcerias e ampliar a participação efetiva das entidades e dos movimentos sociais nas decisões governamentais.
ü  esse amplo processo de participação cria um ambiente de corresponsabilidade que na prática corresponde ao princípio constitucional da democracia participativa.
ü  a política econômica, especialmente a política fiscal, deve criar as bases para o desenvolvimento e, articulada às demais políticas públicas tem;
v   o potencial de orientar o País no sentido da obtenção de elevadas taxas de crescimento com sustentabilidade ambiental e redução da pobreza, da desigualdade de renda e das disparidades regionais.
9). possibilidades de novas estratégias;
ü  é preciso, quando visa aos princípios de economicidade, eficiência, eficácia e efetividade;
ü  consistente, uma vez que de sua coesão extraí a robustez necessária de mudanças rumo a um projeto nacional.
v   para tanto, o Estado e a sociedade devem estar atento às mudanças sociais e de organização da economia.
10). a eliminação dos problemas profundos e com propostas convergentes;
ü  uma concepção de administração pública comprometida com a eficiência e, sobretudo, orientada para a cidadania, requerendo políticas públicas efetivas de reposicionamento estratégico do gasto para os objetivos de mudanças sociais.
11). condições de sustentabilidade com energias limpas, apontados como essenciais em uma civilização da vida e a serviço dos seres vivos;
ü  gestão de recursos hidricos;
ü  gestão climática da atmosfera, incluindo a garantia da qualidade do ar;
ü  gestão dos imapctos decorrentes da fotossíntes;
12). condições de dar um salto de qualidade na educação (incluindo a valorização da educação digital);
ü  a educação é imprescindível ao desenvolvimento das potencialidades do ser humano, é a base do desenvolvimento social e econômico e é determinante para a redução das desigualdades reginais e individualmente, a maior escolaridade favorece a inserção no mercado de trabalho com melhores salários e contribui para o fortalecimento da consciência crítica e o pleno exercício da cidadania.
13). saúde
ü  entendemos que a saúde, centro primordial para o desenvolvemtno saudavel do ser humano deva ser prestados por parte do governo e da inicativa privada, tendo como objetivo dar uma efetiva contribuição para a melhoria das condições de vida da população, conforme estabelecidos na constituição;
14). uma agenda que incorpore a formação de redes de conhecimento;
ü  a política do conhecimento é fator de inclusão social, sem o qual a redução de desigualdades não gera ambientes de prosperidade subjetiva, uma vez que faltam opções de relacionamento, alternativas de geração de renda e ampliação de possibilidades de comunicação.
15). o desenvolvimento tecnológico e a inovação;
ü  a ciência, a tecnologia e a inovação são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento, o crescimento econômico, a geração de emprego e renda e a democratização de oportunidades;
ü  o trabalho de técnicos, cientistas, pesquisadores e acadêmicos e o engajamento das empresas são fatores determinantes para a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável, capaz de atender às justas demandas sociais dos brasileiros e ao permanente fortalecimento da soberania nacional;
ü  fortalecimento dos parques tecnológicos, terreno fértil para se tornarem fontes de negócios;
16). a remoção da desigualdade social;
ü  elaboração e implantação de políticas capazes de noperíodo de duas, ou no máximo de três décadas, reduzir drasticamente sa ditorções decorrentes das gritantes desigualdades que disfiguram a sociedade brasileira.
17). a elevação da produtividade global e política do país;
Para tanto, é necessário:
ü  ampliar o investimento que incorpora novas tecnologias;
ü  expandir a presença de empresas brasileiras nos mercados externos;
ü  fortalecer a capacidade de inovação das empresas;
ü  aprofundar a diversificação da estrutura industrial, na direção de setores intensivos em engenharia e conhecimento;
ü  reduzir os hiatos de produtividade com relação às melhores práticas internacionais;
ü  manter o segmento de micro e pequenas empresas pujante para a geração de empregos;
ü  fortalecer a capacitação da força de trabalho brasileira.
18).  a redução da desigualdade entre as regiões;
ü  procurar conferir a cada macrorgião o modelo mais consentâneo que possa reduzir a desigualdade social, e não implantar simplesmente modelos de outras regiões do país.


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