Universidade Vanderbilt, nos EUA, coordena iniciativa na área de infraestrutura resiliente

Criada em 2016, “Iniciativa para Sistemas Inteligentes de Infraestrutura Resiliente” continua avançando em Nashville, no Tennessee

Redação Engenharia Compartilhada
O desenvolvimento do Programa Transinstitucional, da Universidade Vanderbilt, tem andado de mãos dados com o avanço na inovação da infraestrutura civil local. Um dos projetos de destaque do programa, que atua como um catalisador para apoiar novas ideias, é a Iniciativa Vanderbilt para Sistemas Inteligentes de Infraestrutura Resiliente (IRIS). Atualmente, os docentes envolvidos no projeto têm se dedicado a definir estratégias e ferramentas científicas para medir a resiliência da Infraestrutura de Proteção contra Inundações (FPI) do país e prever sua funcionalidade.
A visão da IRIS se baseia em dois pilares: a modelagem física da infraestrutura (Data & Simulations) e o sistema de apoio à decisão (Tomada de Decisão Baseada em Risco e Interface Humana). O primeiro visa definir as ferramentas matemáticas necessárias para avaliar a resiliência do FPI, enquanto o segundo fornece um sistema abrangente que transfere informações para as partes interessadas da maneira mais eficiente possível.
Segundo o professor associado de Engenharia Civil e Ambiental, Caglar Oskay, o esforço na modelagem física da infraestrutura de terra, como diques e barragens, levou ao desenho de ferramentas computacionais que podem prever a progressão da erosão interna no FPI, permitindo que seja possível avaliar o potencial de erosão em uma estrutura específica. Com essa informação, é possível, inclusive, identificar zonas críticas suscetíveis a danos localizados com maior probabilidade de falhar no caso de um perigo natural.
Oskay ressalta que mais de 50% da população norte-americana vive em áreas protegidas por diques, o que torna o FPI um dos problemas mais importantes para a sociedade nos dias atuais. “O futuro do país depende da sustentabilidade e resiliência de nossa infraestrutura. A importância de nossa pesquisa é testemunhada pela Academia Nacional de Engenharia , que inclui este tópico entre seus Grandes Desafios para a Engenharia no século XXI”, finaliza o professor em artigo publicado no portal da universidade.
Redação: Há Propósito Comunicação
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