12 de abril de 2018

Universidade Vanderbilt, nos EUA, coordena iniciativa na área de infraestrutura resiliente

Criada em 2016, “Iniciativa para Sistemas Inteligentes de Infraestrutura Resiliente” continua avançando em Nashville, no Tennessee

Redação Engenharia Compartilhada
O desenvolvimento do Programa Transinstitucional, da Universidade Vanderbilt, tem andado de mãos dados com o avanço na inovação da infraestrutura civil local. Um dos projetos de destaque do programa, que atua como um catalisador para apoiar novas ideias, é a Iniciativa Vanderbilt para Sistemas Inteligentes de Infraestrutura Resiliente (IRIS). Atualmente, os docentes envolvidos no projeto têm se dedicado a definir estratégias e ferramentas científicas para medir a resiliência da Infraestrutura de Proteção contra Inundações (FPI) do país e prever sua funcionalidade.
A visão da IRIS se baseia em dois pilares: a modelagem física da infraestrutura (Data & Simulations) e o sistema de apoio à decisão (Tomada de Decisão Baseada em Risco e Interface Humana). O primeiro visa definir as ferramentas matemáticas necessárias para avaliar a resiliência do FPI, enquanto o segundo fornece um sistema abrangente que transfere informações para as partes interessadas da maneira mais eficiente possível.
Segundo o professor associado de Engenharia Civil e Ambiental, Caglar Oskay, o esforço na modelagem física da infraestrutura de terra, como diques e barragens, levou ao desenho de ferramentas computacionais que podem prever a progressão da erosão interna no FPI, permitindo que seja possível avaliar o potencial de erosão em uma estrutura específica. Com essa informação, é possível, inclusive, identificar zonas críticas suscetíveis a danos localizados com maior probabilidade de falhar no caso de um perigo natural.
Oskay ressalta que mais de 50% da população norte-americana vive em áreas protegidas por diques, o que torna o FPI um dos problemas mais importantes para a sociedade nos dias atuais. “O futuro do país depende da sustentabilidade e resiliência de nossa infraestrutura. A importância de nossa pesquisa é testemunhada pela Academia Nacional de Engenharia , que inclui este tópico entre seus Grandes Desafios para a Engenharia no século XXI”, finaliza o professor em artigo publicado no portal da universidade.
Redação: Há Propósito Comunicação
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