04 de setembro de 2018

Moradia compartilhada: primeiro empreendimento brasileiro a adotar este conceito está pronto para morar

Residencial Kasa, da incorporadora Gamaro, incentiva o compartilhamento de espaços comuns e é pioneiro do setor no País

Assessoria de Imprensa
Você já ouviu falar em co-living? Em tradução livre, o novo modelo de moradia que começou a desembarcar no Brasil, significa “convivência ou vivência em conjunto na coabitação de espaço” e tem ganhado o aval daqueles que valorizam a convivência, a troca de experiências e, ao mesmo tempo, a privacidade e liberdade de morar em um lugar só seu. De olho nesta fatia de mercado, a incorporadora Gamaro entregou recentemente o primeiro empreendimento que segue este formato na Vila Olímpia, em São Paulo. 
Batizado de “Kasa”, o residencial segue a tendência mundial e traz 243 apartamentos com cerca de 30m2 prontos para locação. O interessante é que todas as unidades do empreendimento podem ser locadas por um período mínimo de um mês e no valor do aluguel está incluso equipamentos como o ar-condicionado e mobília básica, como cama, guarda-roupa, TV, geladeira, fogão e micro-ondas. A ideia é que os moradores não precisem se preocupar com uma grande mudança e tragam apenas suas roupas e itens pessoais, pois toda a base está pronta para recebê-los”, explica a diretora de propriedades da Gamaro, Cecília Rodrigues Maia.
O valor do condomínio também já arca com a estrutura de segurança, além de internet Wi-Fi, TV On Demand, serviço de concierge, manobrista e o direito de usar os espaços reservados aos moradores, como as salas de coworking, que abrigam cerca de 100 pessoas com infraestrutura completa para que seja possível fazer home office e até reuniões, bem como o jardim de inverno e a lavanderia. Há ainda outras áreas que são abertas ao público em geral, como a academia de 350 m² totalmente equipada, o salão multiuso e a lanchonete.
Ao buscar inspiração no mercado internacional, a Gamaro entendeu que a tendência do compartilhamento chega para atender a um novo perfil de consumidor. “O co-living acolhe, principalmente, o jovem executivo e os estudantes, que estão predispostos a experimentar novas formas de interação entre espaços e pessoas, em torno de interesses comuns e afinidades, o que os incentiva a um modo de vida mais nômade e os distancia da compra de um imóvel”, diz Cecília. “Além disso, é atrativo também para empresas que locam estadia para que seu time fique alocado na cidade por um tempo curto”, completa ela.
O que o co-living traz de diferente?
Os benefícios para quem resolve adotar a moradia compartilhada como estilo de vida vão muito além da interação e liberdade. Nos projetos de co-living em sua essência, as unidades já vêm completamente estruturadas para que o novo morador apenas precise entrar com suas roupas e itens pessoais, trazendo maior comodidade na hora da mudança. Ou seja, essa transição pode ser feita em poucas horas, facilitando a vida de quem precisa de uma solução rápida de moradia.
Além disso, o co-living anda de mãos dadas com outra tendência de compartilhamento, desta vez voltada ao mercado corporativo: o coworking. “No coworking, há uma infraestrutura completa com mesas, cadeiras, rede de internet, além de sala para reuniões que proporciona mais privacidade para conversas de negócios. Este ambiente pode ser utilizado por todos os moradores do co-living e pode receber terceiros para desenvolvimento de projetos em conjunto. É uma ótima oportunidade de interagir e fazer networking”, ressalta Cecília.
Como consequência, esses espaços surgem como uma excelente oportunidade para que exista um intercâmbio de ideias entre os indivíduos presentes, pois estimula o convívio com pessoas de outras localidades, com outras culturas, vivências, profissões e interesses. Tais momentos podem incentivar parcerias de trabalho, indicações de clientes, laços de amizade, descoberta de lugares para se visitar, estudar, viajar e uma infinidade de novas experiências que o contato com desconhecidos pode gerar aos envolvidos.
Por fim, a manutenção das áreas comuns e das unidades é de responsabilidade da administradora do condomínio, assim como todas as cobranças são acordadas em contrato com a mesma, proporcionando zero preocupações ao inquilino. 
Redação: Há Propósito Comunicação
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