Ativos: manutenção e conservação

Capítulos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

Capítulo XII

Monitoramento, metologia e plano de trabalho de projetos

18.35. Monitoramento: plano de ação, metodologia, plano de trabalho e de manutenção

18.35.1. Bases para o plano de ação

·    o plano de inspeções visa integrar, automaticamente, cadastro e análise das construções (obras), equipamentos  dos projetos que os compõem , vindo a se constituir em uma metodologia capaz de monitorar convenientemente as estruturas, equipamentos e seus componentes, com o planejamento e a execução de sua manutenção, conservação, melhoramentos, reparos, reforços, recuperação e protecão, bem como na sua adequação às crescentes e dinâmicas exigências de desempenho estrutural, estético e funcional requeridas.

·       para implementação do plano de ação, será inicialmente necessário conhecer todas as interdependências, nos seus mais diversos aspectos, sejam cadastrais, estruturais ou funcionais.

·       as inspeções do projeto terão como objetivos principais:

ü     tomar conhecimento do problema, no que diz respeito à identificação e caracterização da cada parte constituinte dos trabalhos que serão realizados (e suas inter-relações), quanto aos principais fatos que irão requerer intervenções preventivas e corretivas a médio e longo prazo, apresentando as linhas alternativas e complementares de ações para corrigí-las ou para a prevenção das mesmas.

      Serão assim analisadas quanto às opções técnicas de métodos, de materiais, de equipamentos, etc., e quanto às suas vantagens em termos a promoção de melhores padrões de eficiência e eficácia para os agentes envolvidos, considerados os aspectos de engenharia e de economia.

      Elas devem também permitir que sejam previstas eventuais dificuldades que poderão surgir na fase de implantação das intervenções, indicando os meios que deverão e poderão ser mobilizados para superá-las;

ü      permitir elaborar um Plano de Manutenção do Empreendimento (PME), para assegurar o funcionamento adequado e a durabilidade dos mesmos, prolongando a vida útil das estruturas, dos equipamentos mediante sua protecão física, evitando-se a destruição de suas partes, que acarretariam a necessidade de posterior reabilitação ou recuperação;

ü      verificação da integridade física das construções e dos equipamentos;

ü      verificação do modelo estrutural;

ü    verificação das principais dimensões, no caso das construções com projeto estrutural conhecido, ou levantamento cadastral geométrico, no caso de inexistência desse projeto;

ü     fazer um levantamento completo de todas as anomalias existentes, quer sejam decorrentes de erros de projeto, execução, utilização ou manutenção, ou de danificações, caracterizando o quadro patológico encontrado, e fazendo a estimativa da incidência de manifestações patológicas, por construção vistoriada, para que se possa quantificar os serviços necessários ao seu reparo, reforço ou recuperação;

ü      por exemplo, nas obras de arte, vistoria dos aparelhos de apoio, juntas de dilatação, drenagem de pista e seções celulares, guarda-rodas, guarda-corpos, passeios, etc.;

ü      por exemplo, nas rodovias, verificação dos aterros de acesso e encontros, com eventuais ocorrências de desníveis no pavimento, recalques, solapamentos ou carreamentos de solo do terrapleno ou dos taludes laterais, drenagem desses taludes, etc.;

ü      registrar fotograficamente e realizar filmagens das construções, seus equipamentos e seus detalhes mais importantes, bem como suas anomalias;

ü     avaliar o comportamento das estruturas, aparelhos de apoio e encontros, quando em utilização, pela  passagem de veículos de carga e de passageiros;

ü       avaliar a adequação da construção ao obstáculo a ser transposto, por exemplo, no caso de rios, através da verificação dos gabaritos e dados de vazão, bem como das áreas atingidas pela elevação das águas;

ü       permitir a criação e a alimentação de um banco de dados informatizado, que contenha todas as informações disponíveis a respeito das construções, equipamentos, instalações, entre outros, tanto nos aspectos de sua concepção, projeto, execução, manutenção e utilização, como também da facilidade e praticidade de sua operação nos serviços de atualização e de elaboração de novos dados, e que norteará todas as ações preventivas e corretivas a serem implementadas ao longo da vida útil das estruturas e dos equipamentos.

18.35.2. Metodologia de inspeção a ser adotada

·      os dados necessários para a caracterização do quadro patológico instalado, e sua posterior análise e diagnóstico, serão obtidos da pesquisa dos seguintes elementos, entre outros tantos:

ü      fissuras;

ü      segregação do concreto;

ü      desplacamentos do concreto;

ü      corrosão das armaduras;

ü      exposição de bainhas e cordoalhas;

ü      lixiviação superficial do concreto;

ü      deformações excessivas: flechas, desalinhamentos, desaprumos, desnivelamentos, etc.;

ü      travamentos de aparelhos de apoio;

ü      ausência ou insuficiência de drenagem de pista e de taludes dos encontros;

ü      ausência ou insuficiência de proteção vegetal ou outra, nos taludes dos encontros;

ü      ausência ou insuficiência de proteção de peças da meso ou superestrutura (pilares e vigas, principalmente), contra impactos de veículo;

ü      deterioração dos pavimentos;

ü      comportamento da estrutura;

ü      medições sistemáticas das principais peças;

e para as edificações, consideram-se entre outras tantas:

ü       estrutura;

ü       alvenaria;

ü       revestimentos;

ü       impermeabilizações;

ü       esquadrias;

ü       cobertura;

ü       paisagismo;

ü      instalções: elétricas: hidráulicas; gás; sistema proteção contra descargas atmosféricas (SPDA); telefonia; automação; proteção contra incêndio; ar condicionado; segurança patrimonial; iluminação de emergência;

ü     máquinas e equipamentos: elevadores; caldeiras; geradores; pressurizadores; bombas e filtros; automação de portões;

ü  play ground; churrasqueiras; saunas; equipamentos de ginástica; sala de cinema;  heliponto; adegas; piscinas; lixeiras.

e para barragens, portos, hidroelétricas, consideram-se entre outras tantas, como medidas de segurança: confiabilidade das estruturas;  percolação; deformações; deterioração dos taludes, o controle das seguintes estruturas:

ü     bacia hidrográfica, afluentes, vazão de regularização, volume morto;

ü     taludes de jusante e de montante;largura de coroamento; cota de coroamento; fundações;

ü     aterro; enrocamento;

ü     soleira;

ü     comportas do vertedouro e da tomada d'água;

ü    percolação: sistema de drenagem; áreas alagadas; áreas de juzante dos taludes e ombreiras;

ü    comportas: sistema de acionamento;

ü    geração de energia:reatores, pás das turbinas;

ü     subestação: linhas de transmissão;

ü     cais de atracamento: estruturas de concreto, destacando-se as estruturas submersas;

ü     canais de irrigação, destacando-se as percolações.

·      junto com outros elementos, constituem-se os principais sintomas de manifestação de um fenômeno patológico, que poderá ser facilmente detectado, na maioria dos casos, por meio da simples observação a olho nu, sendo então registrados fotograficamente;

·      além dos elementos acima citados, nas obras para as quais forem julgados necessários, serão realizados ensaios para a determinação da espessura de carbonatação do concreto, visando obter-se parâmetros de avaliação da durabilidade de suas estruturas.

·      as vistorias preliminares e cadastrais das estruturas das obras de arte especiais serão realizadas por corpo técnico qualificado, e consistirão em inspecionar, pelas partes externas, os diversos pontos da super e da meso estruturas possíveis de se acessar por meio da observação a olho nu e da utilização de instrumentos específicos, tais como aparelhos éticos de precisão e de medição, procurando realizar um exame detalhado, representativo, de todas as partes aparentes dessas estruturas.

·      todas as vistorias de campo, quer sejam para coleta de dados cadastrais, quer sejam feitas para a avaliação do estado de conservação e do quadro patológico da obra, serão devidamente registradas em planilhas ou fichas anagráficas específicas, do tipo check-list, em padrão previamente definido, que possibilite sua entrada direta no Banco de Dados a ser criado, dentro do plano de gerenciamento e monitoramento das obras de arte, permitindo também, a sua constante atualização.

·      adotando este procedimento, entende-se que será possível obter as principais informações para a análise e diagnóstico preliminares do quadro patológico apresentado por cada obra, permitindo assim a avaliação correta das recomendações terapêuticas e corretivas necessárias.

·      vale a pena lembrar neste ponto, que é de grande importância para a orientação e a fixação das diretrizes destes trabalhos, serem analisados e considerados diversos documentos existentes e as experiências já adquiridas nesse setor, dos quais citamos como exemplos :

ü       norma brasileira NBR 9452 - Vistorias de Pontes e Viadutos de Concreto, da ABNT;

ü      recomendações contidas na norma interna do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem -DNER - PRÓ - OA 49 - 78 - Vistoria de Pontes e Viadutos de Concreto Armado e Pretendido -Procedimento;

ü      recomendações da norma brasileira NBR 7187 - Projeto e Execução de Pontes de Concreto Armado e Pretendido;

ü      Norma de Procedimento  para Apresentação de Estudos   Técnicos  para Viabilização e Acompanhamento do Transporte de Cargas Excepcionais - EXP. 413/AET/1985, do Departamento de Estradas de Rodagem - DER;

ü      Especificação Técnica para Inspeção e Avaliação Estrutural / Funcional de Obras de Arte Especiais de Concreto Armado e Pretendido - ET-C01/007, SET/95, da DERSA/SP;

ü       experiência de diversos técnicos nacionais no campo de Patologia de Estruturas;

ü      outras experiências importantes.

18.35.3. Plano de trabalho e bases metodológicas

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.35.3.1. Introdução

·      a formulação e implantação desse programa implica a criação de um banco de dados:

ü      informatizado específico

ü  abastecido, inicialmente, pelas informações colhidas nos arquivos da empreendedora, e depois complementado pelas informações colhidas em vistorias cadastrais, rotineiras ou especiais, pelos estudos e relatórios produzidos, pela classificação conferida a cada projeto, pelos registros de intervenções, pela programação atualizada da avaliação e manutenção das obras de arte e pelos demais registros provenientes de todas as atividades previstas no escopo da manutenção.

·      esse banco de dados deverá também conter:

ü     os desenhos de projetos de engenharia e arquitetura;

ü     os respectivos memoriais;

ü     o registro dos defeitos ou avarias existentes ou já corrigidos;

ü     o histórico das vistorias;

ü     as intervenções realizadas;

ü     a situação de desempenho atual das construções, edificações prediais, obras de arte especiais (OAEs).

·      os diversos tipos de vistorias, bem como o seu histórico, também fornecerão os elementos de campo necessários para:

ü       a realização de estudos;

ü       a análise dos dados elaborados;

ü       a recomendação de providências;

ü      que se chegue à conclusão do estado geral das pontes, viadutos, passagens inferiores ou superiores e passarelas de responsabilidade do empreendedor;

ü       a compilação das documentações e reunidas nos estudos que gerarão os relatórios, os quais serão dirigidos para o seu adequado destino, sendo também providenciado o correspondente arquivamento no banco de dados;

ü para atingir esse objetivo, essas atividades serão desenvolvidas de acordo com as seguintes etapas principais:

Ø    criação do banco de dados;

Ø    elaboração do plano de manutenção das edificações prediais / OAEs;

Ø    definição dos critérios para a avaliação estrutural;

Ø    definição dos critérios para a avaliação funcional;

Ø    definição dos critérios para a avaliação de vida útil;

Ø    elaboração dos relatórios preliminares;

Ø    elaboração dos relatórios de estudos das anomalias;

Ø    elaboração dos relatórios de ensaios tecnológicos;

Ø    elaboração dos relatórios de diagnóstico técnico.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.35.3.2. Normas técnica brasileira

·       a norma técnica brasileira NBR 9452 - Vistorias de pontes e viadutos de concreto, fixa as condições exigíveis para a realização de vistorias em pontes e viadutos de concreto, bem como para a apresentação dos resultados destas vistorias.

·       os principais tópicos e os anexos dessa norma são :

ü  tipos de vistorias;

ü       vistoria cadastral;

ü       vistoria rotineira;

ü       vistoria especial;

ü       roteiro básico para vistorias de pontes e viadutos de concreto;

ü       fluxograma de vistoria especial;

ü      a obediência às condições estabelecidas por esta norma constitui o ponto de partida dos trabalhos de elaboração de documentos para a consecução do objetivo do monitoramento.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.35.3.3. Banco de dados

·      o banco de dados previsto na formulação e implantação do programa de avaliação e diagnóstico das obras de arte especiais deve ser informatizado, com a elaboração de software específico e com equipamentos de informática de última geração.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.35.3.4. Plano de manutenção

18.36. Monitoramento: plano de inspeções de projetos

18.36.1. Classificação das inspeções

·         “inspeção marco zero”

·         “inspeção rotineira”

·         “inspeção extraordinária”

·         “inspeção especial”

·         “inspeção intermediária”

18.36.2. Inspeção marco zero

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.2.1. Objetivo

·       tão logo encerre-se a execução do projeto, e de posse do registro cadastral, habitualmente são realizadas as primeiras inspeções que denominamos  “inspeção marco zero”;

·       nessa inspeção, deve ser verificada visualmente quaisquer anomalia, patologia, defeitos, ocorrências ou mesmo acidentes para que se tomem resoluções corretivas de imediato;

·       esta primeira inspeção fornecerá as diretrizes e a formação de um gabarito para elaboração dos planos periódicos, sua padronização e a diminuição das subjetividades.

Observação: quanto mais cedo realizarmos esta inspeção e quanto mais completo forem as informações cadastrais, teremos, com certeza, menores custos de manutenção.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.2.2. Atividades a serem executadas na “inspeção marco zero”

·       pesquisa e análise dos documentos;

·       análise da documentação;

·       análise dos projetos de engenharia e arquitetura;

·       análise da vida útil dos insumos (materiais) e equipamentos do ativo do projeto;

·       análise da qualidade e controle tecnológico dos serviços e produtos;

·       análise de execução dos serviços;

·       elaboração e execução do plano de “inspeção marco zero”

ü   definição ou redefinição das vistorias;

ü    elaboração de planilhas e documentos que apresentem a síntese das atividades a serem desenvolvidas;

ü    elaboração das instruções específicas.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.2.3. Ficha de inspeção marco zero

Os resultados da inspeção marco zero serão registrados em ficha específica, padronizadas para inclusão no sistema de gestão de manutenção de obras de arte.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.2.4. Resultados

·         apreciação critica dos resultados obtidos no desenvolvimento do plano de inspeção marco zero;

·         inserção nesse esquema de todos os dados técnicos atualizados e registrados no banco de dados.

18.36.3. Inspeção rotineira

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.3.1. Caracterização

As Inspeções Rotineiras são periódicas, habitualmente realizadas a cada dois anos. Nessas inspeções deve ser verificada, visualmente, a evolução de falhas detectadas em inspeção anterior, bem como anotados novos defeitos e ocorrências, tais como reparos, reforços, recuperações e qualquer modificação de projeto, realizados no período.

As Inspeções Rotineiras devem registrar os defeitos visualizados no exterior das estruturas; as avaliações de alinhamento, prumo e deformações podem ser feitas visualmente.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.3.2. Inexistência de inspeções anteriores

Não existindo ou não tendo sido localizada a Inspeção Cadastral, a primeira Inspeção Rotineira deve ser transformada em Inspeção Cadastral, observando-se todos os procedimentos já explicitados; analogamente, modificações substanciais na estrutura da ponte, determinam uma nova Inspeção Cadastral.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.3.3. Ficha de inspeção rotineira

Os resultados da Inspeção Rotineira serão registrados em fichas específicas, padronizadas para inclusão no Sistema de monitoramento.

Se na Inspeção Rotineira forem observados defeitos que possam afetar o desempenho da obra, defeitos críticos ou graves, deverá ser solicitada uma Inspeção Especial.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.3.4. Relatório de inspeção - resultados

·         apreciação critica dos resultados obtidos no desenvolvimento do plano de inspeção marco zero,

·         inserção, nesse esquema, de todos os dados técnicos atualizados e registrados no banco de dados.

18.36.4. Inspeção extraordinária

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.4.1. Introdução

A Inspeção Extraordinária é uma inspeção não programada, solicitada para avaliar um dano estrutural excepcional, causado pelo homem ou pela natureza.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.4.2. Providências específicas

Dependendo do tipo e da extensão do dano, o inspetor deverá estar em condições de avaliar se é necessário limitar as cargas de tráfego, ou mesmo interromper o tráfego, em seguida, deverá fazer uma avaliação das providências e serviços indispensáveis para recuperar a obra e restabelecer o tráfego, bem como da necessidade ou não de uma Inspeção Especial.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.4.3. Relatório de inspeção - resultados

A descrição detalhada da ocorrência que determinou a Inspeção Extraordinária, bem como as providências dela decorrentes e um documentário fotográfico pertinente, deverão constar  em um relatório específico, não padronizado.

18.36.5. Inspeção especial

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.5.1. Caracterização

As Inspeções Especiais são basicamente inspeções visuais pormenorizadas, realizadas em intervalos não superiores a cinco anos e comandadas por um inspetor sênior; as partes de difícil acesso serão examinadas por meio de lunetas, andaimes ou veículos especiais dotados de lança e gôndolas.

Pode, ainda, ser necessário complementar as observações e medições convencionais com medidas de flechas e deformações, efetuadas com instrumental de precisão.

As Inspeções Especiais devem ser realizadas quando:

a)         Inspeção Cadastral ou a Inspeção Rotineira revelar defeitos graves ou críticos na estrutura da obra;

b)        em pontes que se distinguem por seu vulto ou complexidade, em intervalos regulares e não superiores a cinco anos e em substituição às Inspeções Rotineiras;

c)        em ocasiões especiais, como antes e durante a passagem de cargas excepcionais.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.5.2. Casos especiais

Nas pontes em caixão, é indispensável uma inspeção minuciosa no seu interior, com auxílio de iluminação artificial e, às vezes, até de ventilação; o acesso ao interior do caixão já deve ter sido providenciado, decorrente de recomendação de inspeção rotineira anterior.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.5.3. Relatório de inspeção - resultados

A descrição detalhada dos motivos que determinaram a Inspeção Especial, bem como as providências dela decorrentes e um documentário fotográfico pertinente, deverão constar em um relatório específico, não padronizado, mas dentro dos parâmetros da Ficha de Inspeção Rotineira. 

18.36.6. Inspeção intermediária

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.6.1. Caracterização

Inspeção recomendada para monitorar uma deficiência suspeitada ou já detectada, tal como um pequeno recalque de fundação, uma erosão incipiente, um encontro parcialmente descalçado, o estado de um determinado elemento estrutural, etc.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.36.6.2. Relatório de inspeção - resultados

A descrição detalhada da deficiência suspeitada ou já detectada e de sua eventual evolução, bem como as providências necessárias, deverão constar de um Relatório específico, no qual  recomendar-se-á a continuação ou suspensão das Inspeções.

18.36.7. Frequência das inspeções

Toda ponte deve ser inspecionada em intervalos regulares, não maiores que dois anos, por técnicos com a necessária qualificação; entretanto, o máximo intervalo entre inspeções ou o tipo de inspeção, pode variar para certos tipos de pontes quando esta atitude é justificada por relatórios anteriores, pelo histórico do comportamento estrutural ou pela análise estrutural.

Pontes que necessitam de inspeções intermediárias e mais cuidadosas são as que incluem novos tipos estruturais, novos detalhes ainda não testados, suscetíveis a apresentar problemas de fundações provocadas por erosões; e as pontes não redundantes, que são pontes que possuem elementos estruturais, cuja ruptura provoca colapsos parciais ou total da ponte.

A frequência recomendada para as inspeções é a seguinte:

a)      Inspeção Cadastral – imediatamente após a conclusão da obra, ou quando se inclui a obra no SGO, ou ainda, quando a obra é submetida a importantes alterações estruturais;

b)      Inspeção Rotineira – a cada dois anos –  Inspeção Especial – a cada cinco anos;

c)      Inspeção Extraordinária – quando ocorrer um grave acidente na obra;

d)      Inspeção Intermediária – para certas obras, quando recomendado por inspeções anteriores.

 

18.37. Critérios para as avaliações das obras de arte

18.37.1. Introdução

·         “avaliação estrutural”

·         “avaliação funcional”

·         “avaliação da vida útil”

18.37.2. Critérios de avaliação estrutural

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.2.1. Introdução

Esses critérios estão enquadrados em 5 níveis, a seguir exemplificados.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.2.2. Nível I - estado crítico

·       fissuras ou trincas com qualquer abertura, desde que tenham configurações não previstas no esquema estrutural concebido em projeto, e desde que acarretem algum risco de instabilidade local ou global;

·       fissuras ou trincas em elementos principais na concepção estrutural, com configurações previstas em projeto, mas com aberturas maiores que 0,3 mm, para peças pretendidas, e 0,4 mm para peças em concreto armado;

·       fissuras de flexão em peças pretendidas que se estendem acima da linha neutra teórica de cálculo;

·       fissuração exagerada e em evolução, próxima ou acima do limite de utilização da peça;

·       falhas de concretagem ou segregações em regiões sujeitas a altas tensões de compressão, em área superior a 0,50 m2 e profundidade maior que 0,10 m;

·       armadura exposta oxidada em elementos fundamentais na concepção estrutural, e armaduras principais no dimensionamento da peça, com perda acima de 20% da seção total da armadura;

·       oxidação em qualquer nível, com exposição  da armadura pretendida, em ambiente medianamente agressivo;

·       perda de rigidez por processo de físsuração generalizada, e que pode levar a peça a deformações com os seguintes valores máximos:

ü  deformações que não sejam advindas do método construtivo, resultando em deslocamentos devido à carga permanente, em torno de 1/300;

ü  deslocamentos de 1/200, para o tráfego ordinário.

·       aparelhos de apoio comprometidos, gerando vínculos imprevistos, com cunhas de ruptura e recalques diferenciais com trincas ou fissura;

·       pontos de descontinuidade nos encontros ou pavimento, gerando grande acréscimo por impacto da carga acidental;

·       erosão junto aos encontros ou apoios intermediários, gerando desconfinamentos ou falta de apoio em peças de fundações.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.2.3. Nível II - estado preocupante

·       fissuras com aberturas até 0,3 mm, com configurações não previstas no esquema estrutural concebido em projeto, cuja evolução poderá acarretar algum risco de instabilidade local ou global;

·       fissuras com configurações compatíveis com o esquema estrutural de projeto, com aberturas até 0,3 mm para peças pretendidas e até 0,4 mm para peças em concreto armado;

·       fissuras de flexão em peças pretendidas, em armaduras limitadas à zona de tração teórica de cálculo;

·       fissuração generalizada, mas dentro dos limites de utilização da peça;

·       falhas de concretagem ou segregações em regiões sujeitas a altas tensões de compressão, em pequenas áreas, entre 0,10 e 0,50 m2, e profundidade menor que 0,10 m;

·       armadura exposta oxidada em armaduras principais, com perda de até 10% da seção total dessa armadura;

·       exposição de armadura pretendida, mesmo sem corrosão, em ambiente de baixa agressividade;

·       aparelhos de apoio danificados ou comprometidos, gerando alguma vinculação, mas sem causar ou criar grandes esforços, cunhas de ruptura, recalques diferenciais, trincas ou fissuras na região próxima;

·       pontos de descontinuidade nos encontros ou pavimento, gerando pequeno acréscimo na carga acidental pelo impacto causado;

·       erosão junto aos encontros ou apoios intermediários, com situação estabilizada, sem risco de causar danos às fundações.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.2.4. Nível III - obras com algum comprometimento estrutural

·       fissuras com configurações compatíveis com o esquema estrutural de projeto, com aberturas máximas de 0,2 mm para peças pretendidas, e de 0,3 mm para peças em concreto armado;

·       fissuras de flexão em peças de concreto armado ou pretendido, mas de baixa penetração na alma da viga e atingindo até 1/6 da altura total da peça;

·       falhas de concretagem ou segregações em regiões sujeitas a altas tensões de compressão, mas com dimensões insignificantes e limitadas à área de 0,10 m2, e à profundidade de 0,05 m;

·       armadura exposta oxidada em armaduras principais, mas sem perda de seção significativa ou, então, armadura exposta oxidada com perda de seção em armaduras secundárias ou construtivas;

·       aparelhos de apoio comprometidos, mas sem gerar esforços ou vínculos com a estrutura, acima dos valores de projeto.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.2.5. Nível IV - obras necessitando de reparos a médio prazo

·       fissuras com configurações compatíveis com o esquema estrutural de projeto, com aberturas máximas de 0,1 mm para peças pretendidas, e de 0,2 mm para peças em concreto armado;

·       fissuras ou trincas em elementos sem função estrutural;

·       falhas de concretagem ou segregações de pequenas dimensões, em regiões comprimidas ou de dimensões maiores, mas em regiões notadamente sujeitas exclusivamente à tração;

·       armaduras principais expostas em pontos localizados, podendo ter incidência aumentada em elementos construtivos ou em armaduras secundárias, mas sempre sem oxidação ou perda de seção significativa;

·       aparelhos de apoio com danos localizados, mas que apresentam desempenho abaixo das condições normais de projeto.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.2.6. Nível V - obras sem comprometimento estrutural

·       fissuras de até 0,2 mm, em peças em concreto armado, em qualquer posição, inclusive em seções críticas; o recobrimento  de armadura  deficiente,  mas  sem  exposição  da  mesma,  assim  como estufamento pela expansão do óxido de ferro;

·       presença de pequenas bichocas ou segregações, em pontos de baixa responsabilidade;

·       estrutural ou em elementos construtivos;

·       aparelhos de apoio com mais de 20 anos de utilização, sem qualquer dano, apesar do desgaste natural, pelo uso prolongado;

·       aparelhos de apoio com danos localizados, mas que apresentam desempenho satisfatório.

18.37.3. Critérios de avaliação funcional

 

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.3.1. Introdução

A elaboração dos critérios para a avaliação funcional considera todos os aspectos relacionados ao conforto e à segurança do usuário, como pedestre ou em veículos de carga ou passeio, assim como os aspectos relacionados à transposição de utilidades. Para tanto, serão abordados o volume de tráfego local, as condições de acesso da obra de arte, as suas características geométricas, sendo um aspecto relevante o registro histórico de acidentes com vítimas no local dessa OAE.

Visualmente, para a elaboração dos critérios e para a futura avaliação, deverão ser considerados os seguintes aspectos relativos à adequação funcional, entre outros :

·       largura das pistas de rolamento;

·       suficiência das larguras dos passeios de pedestres, tendo em vista evitar a exposição dos mesmos a riscos de atropelamento ou de queda da obra;

·       acesso à obra projetado com as adequadas concordâncias na horizontal e na vertical;

·       dispositivos de segurança protegendo adequadamente veículos e pedestres;

·       gabaritos horizontais e verticais adequados, nos casos de transposição de outra via, seja via rodoviária, para pedestres ou de navegação;

·       tipo de pavimento, drenagem da pista e sinalização horizontal adequados;

·       presença de pontos de descontinuidade nas áreas dos encontros, que poderão estar propiciando o surgimento de impactos nos veículos e nas estruturas;

·       eventual necessidade de implantação ou melhor adequação de dispositivos, ou ainda, suportes para serviços de utilidades públicas.

Os parâmetros referentes à funcionalidade da obra ficarão inseridos nos Planos de Manutenção. Essa avaliação irá considerar as obras de arte enquadradas em quatro níveis, em função de sua funcionalidade e segurança para o tráfego de veículos e pedestres, como segue :

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.3.2. Nível I - obras com necessidades de adequação imediata.

Estas obras, de modo análogo ao nível II da Segurança Estrutural, deverão sofrer um processo de adequação, em um prazo máximo de um ano.

São características deste nível as obras com as seguintes deficiências funcionais :

·      registro histórico de acidentes com vítimas fatais;

·      volume  de tráfego  incompatível  com a  geometria  da  estrutura,  provocando afunilamento de pista e redução da velocidade;

·      existência de pontos de descontinuidade nas juntas de dilatação e nas cabeceiras da obra, causando solavancos bruscos no veículo e impactos sobre a estrutura;

·      registro histórico de manifestações públicas contundentes da sociedade civil;

·      reivindicações por melhorias funcionais;

·      ocorrências de acidentes com choque de veículo na estrutura, com necessidade de reforços;

·      existência de pontos com empoçamento ou formação de lâmina d'água, propiciando o surgimento do fenômeno da aquaplanagem;

·      necessidade premente de remanejamento, implantação ou ampliação de dutos de utilidades.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.3.3. Nível II - obras com necessidades de adequação breve.

Em tais obras, é possível a convivência com suas deficiências funcionais, por um período de um ano ou mais, devendo as correções serem feitas em função da programação de recursos. Caracteriza essa situação o seguinte quadro de deficiências funcionais :

·      registros de acidentes sem danos à pessoa;

·      solicitação formal da sociedade civil pleiteando sua melhoria funcional;

·      ocorrência de acidentes com choque de veículos na estrutura, com serviços de reparos localizados e sem necessidade de obras de reforço estrutural;

·      deficiência de drenagem no tabuleiro, com empoçamentos localizados, que não propiciem o surgimento do fenômeno da aquaplanagem;

·      existência de pontos de descontinuidade nas cabeceiras da pista e das juntas de dilatação, causando solavancos na estrutura sem causar impactos à obra;

·      necessidade de implantação de dutos de utilidades públicas, no prazo de um ano.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.3.4. Nível III - obras com necessidades de adequação a médio prazo.

As obras nesta situação poderão ter sua adequação funcional executada a partir de 3 anos, conforme planos de melhorias. São características dessa situação deficiências funcionais de porte médio, a saber:

·     alguma possibilidade de risco de acidente, sem que tenha havido registro de ocorrência;

·     deficiências na drenagem, mas sem causar empoçamento ou aquaplanagem;

·     deficiência de gabaritos, sem que tenha ocorrido qualquer acidente por esse motivo;

·     juntas de dilatação com pontos danificados, sem causar desconforto ao usuário;

·     obras que não pertencem à parte principal do sistema viário e que apresentam baixa densidade de tráfego de veículos ou pedestres;

·     passarelas de pedestres e passagens superiores ou inferiores secundárias;

·     necessidade de futura implantação de dutos de utilidades públicas.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.3.5. Nível IV - obras com futuras necessidades de adequação funcional.

São obras que apresentam um desempenho funcional satisfatório, para as quais deverão ser planejadas melhorias a partir de cinco anos. São características dessa situação os seguintes casos:

·       obras com baixo risco de acidentes;

·       presença de pequenas deficiências de drenagem do tabuleiro;

·       obras de menor importância em vias secundárias, e que apresentam baixa densidade de tráfego de veículos e pedestres, e a presença de passarelas de pedestres com passagens superiores ou inferiores. 

·       obras com gabaritos satisfatórios.

18.37.4. Critérios de avaliação da vida útil

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.4.1. Introdução

Os critérios de avaliação da vida útil de cada obra de arte estão relacionados aos fatores que, ao longo do tempo, provocam desgastes naturais na estrutura da mesma e que exigirão uma intervenção para que sejam restaurados os seus níveis originais de serviços.

Os fatores que geram o desgaste da obra podem ser advindos de fenômenos climáticos e ambientais, que se somam aos da utilização da obra. A evolução destes fatores leva usualmente ao seu comprometimento estrutural ou funcional. Assim sendo, estes parâmetros serão abordados nestes critérios quando em sua fase inicial de evolução, visto que, em fase avançada, os mesmos já serão enquadrados na adequação estrutural ou funcional. Deste modo, as intervenções relativas à durabilidade da obra de arte poderão ser programadas a partir de um ano ou mais, em função das prioridades e recursos disponíveis.

As seguintes anomalias são características do desgaste natural da obra ao longo do tempo:

·      fissuramentos compatíveis com o estado de utilização da obra, conforme critérios estruturais;

·      armaduras com cobrimentos deficientes;

·      armaduras expostas, sem processo de corrosão;

·      armaduras que foram concebidas como de distribuição ou construtivas, em estágio inicial de corrosão;

·      presença de falhas de concretagem, segregação, infiltração, carbonatação, em situações que não interfiram nas condições de segurança e de utilização da obra.

A utilização da obra usualmente ocasiona os seguintes defeitos na mesma:

·      desgaste no pavimento;

·      desgaste nos aparelhos de apoio;

·      evolução no fissuramento de suas peças;

·      deformações residuais e riscos de ruptura por fadiga de material, após muitos ciclos de carregamentos acima das condições previstas inicialmente em projeto.

Os critérios de avaliação da vida útil das obras de arte estabelecem uma classificação das mesmas em três níveis, como segue :

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.4.2. Nível 1

Esse nível corresponde a obras antigas, com aspecto de desgaste acentuado, sem comprometimento estrutural e que ainda não sofreram processos de adequação.

As obras desta classificação deverão prever intervenções, no máximo, a cada um ano.

Estão compreendidas neste nível as obras que tenham as seguintes características :

·      obras com mais de 25 anos de operação;

·      obras em regiões com meio agressivo;

·      obras com armaduras expostas, com corrosão estabilizada ou armaduras secundárias em processo de corrosão branda;

·      presença de falhas de execução disseminadas pela obra, tais como segregação, falhas de concretagem e carbonatação, sem comprometimento estrutural, em parcela significativa em relação à área total exposta da obra;

·      aparelhos de apoio desgastados, mas sem comprometimento estrutural;

·      pavimento e juntas de dilatação desgastados, mas sem causar impactos na obra ou desconforto ao usuário.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.4.3. Nível 2

Obras com características intermediárias entre os níveis l e 3, conforme indicadas abaixo :

·      obras com mais de 15 anos de operação;

·      obras em ambientes medianamente agressivos;

·      obras com armaduras expostas sem processo de corrosão;

·      obras com falhas de execução disseminadas, tais como segregação, falhas de concretagem e carbonatação em área de dimensão média, em relação à área total;

·      pavimento e juntas de dilatação medianamente desgastados, mas com alguma reserva de vida útil.

Relacionadas

Adicionar a Favoritos

Adicionar a Projeto

18.37.4.4. Nível 3

Esse nível corresponde à obras com pequenos defeitos de execução ou projeto, sem comprometimento estrutural, e que devem ser sanados para que se garanta uma vida útil adequada.

As obras nesta situação poderão ter suas intervenções programadas para períodos de três ou mais anos.

Estão classificadas neste nível as seguintes situações :

·      obras com mais de 15 anos de idade;

·      obras com deficiências de recobrimento, mas sem armaduras expostas ou estufamentos devido à expansão da oxidação;

·      obras em ambientes de baixa agressividade;

·      obras com falhas de execução em pontos localizados e em pequenas áreas, tais como segregação, falhas de concretagem, carbonatação, etc.

© 2013 - Todos os direitos reservados - Diagrama Marketing Editorial