Visão sistêmica, características, país, engenharia e abrangência do portal

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Capítulo I

Visão sistêmica, país nação e modelagem e interdependência por processos de trabalho

1.1. Visão sistêmica, verdade ética e científica

1.1.1. Introdução

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1.1.1.1. Transição do ambiente econômico

Vivemos um momento de importante transição do ambiente econômico, em que a gestão proativa da competência adquire um papel central para a competitividade tanto das empresas, como dos países. Isto, entretanto, nem sempre foi assim, pois, no passado, vantagens de localização, assim como o acesso à mão de obra barata, aos recursos naturais e ao capital financeiro tinham papéis muito mais determinantes.

A abertura econômica e a competição interna e externa com empresas de países desenvolvidos, contudo, tornam outras formas de aprendizado muito mais relevantes e requerem uma reversão nas tendências dos gastos públicos e de falta de cooperação entre as instituições de pesquisa e o setor público.

Os desafios relacionados à adoção das práticas e dos modelos associados à Gestão da Competência por mudanças de processos, estruturas, sistemas de informação e de incentivo individual e coletivo não são, evidentemente, simples, é preciso avaliar as várias experiências e colocá-las à disposição de todos que labutam pelo desenvolvimento do país.

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1.1.1.2. Formação acadêmica moderna e experiência do trabalho

No seminário Reconstruindo a Engenharia Brasileira, constatamos que:

·   a formação do engenheiro, desde a escola acadêmica, deverá estar centrada mais na constituição de competências, habilidades e disposições de condutas que na quantidade de informação;

·         na formação, isto representa que o engenheiro:

ü      aprende a aprender, a pensar, a relacionar o conhecimento com dados da experiência cotidiana, a dar significado ao aprendido;

ü      deve ter conhecimento multidisciplinar;

ü     aprende a fazer a ponte entre a teoria e a prática, além de fundamentar a crítica e argumentar com base em fatos;

ü      precisa trabalhar a realidade do cotidiano;

ü      no seu local de trabalho deve formalizar seus próprios CASEs, que ajudam na evolução do aprendizado.

Após a procura pelos cursos de engenharia apresentar uma forte queda no período de 1981 a 2003, voltou a despertar o interesse dos vestibulandos e, na área de engenharia civil, saímos de um patamar de 10 pretendentes para uma vaga ao patamar em 2010 de 28 candidatos para uma vaga. Isto só foi possível devido ao aquecimento econômico e aos grandes projetos em que o país está envolvido.

1.1.2. Características da visão sistêmica

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1.1.2.1. Definição

·       a principal característica da Visão Sistêmica é estudar as partes, levando em conta a estrutura do todo:

ü    isso implica no conceito de que o todo, resultante da junção das partes, é muito maior que simplesmente a soma destas.

·      visão sistêmica é uma maneira de ver o mundo, um país, uma cidade, uma empresa, um processo, como um todo, cujas partes estão correlacionadas e de uma maneira mais incisiva são interdependentes.

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1.1.2.2. Evolução da idéia de sistema

1.1.3. Necessidade

Com o passar do tempo, observamos a necessidade de desenvolver nossa visão do todo.

Tomar uma decisão sem analisar a situação em um âmbito geral pode trazer danos ao profissional e à organização, gerando assim decisões unilaterais, isoladas, inconsistentes, sem credibilidade e com prejuízo.

Como exemplo real, podemos citar: a empresa contratou a execução dos serviços de engenharia de infraestrutura de um condomínio e repassou todos os problemas de atraso das obras para o construtor, levando à rescisão do contrato, sem considerar que os grandes problemas advinham de um projeto executivo mal-elaborado, Conclusão: o projeto está parado, trazendo prejuízos ao empreendedor e a falência da construtora. Podemos concluir que: as nossas verdades podem não ser absolutas, ao interpretar sob um único ponto de vista. 

1.1.4. Descontinuidade

É importante considerar os avanços do país. A sociedade não comporta mais descontinuidade, torna-se necessário a definição de planos e prioridade de metas. 

1.1.5. Tomada de decisão

Ter a visão sistêmica de um problema, na tomada de decisão, é saber usar:

·           a intuição;

·           a sensibilidade;

·           a emoção;

·           o conhecimento em favor da razão;

·           a análise atenta de cada detalhe.

Assim, o livro Planejar para Construir” foi um primeiro ensaio de uma visão sistêmica na área de engenharia da construção, quando foi inserido o conceito de interdependência para a execução de um serviço. Claro, hoje temos uma ampliação que atinge a área do meio ambiente, da tecnologia, do controle tecnológico, dos riscos, dos indicadores de desempenho, dentre outros tantos.

É preciso analisar o ambiente como um todo, ou seja, o conjunto de forças que possam ter alguma influência sobre o funcionamento da organização.

O conhecimento mais profundo da dinâmica da organização, das responsabilidades e da interação entre os diversos componentes atuantes (áreas de conhecimento) permite que as ações, nas organizações, sejam mais efetivas, não só as de curto prazo, mas principalmente as de médio e longo prazo.

A visão sistêmica consiste na capacidade de entender, implementar e demonstrar o comprometimento na compreensão do todo a partir de uma análise global das partes e da interação entre estas.

Várias forças atuam em um sistema em funcionamento, sejam estas internas ou externas. Usando adequadamente essa importante ferramenta, podemos minimizar diversos danos futuros e ter um diferencial competitivo.

Estar preparado para o impacto no mercado de trabalho é condição imprescindível para nossa sobrevivência. Procure ser um especialista sistêmico.

A visão por meio de vários prismas cria uma gama de possibilidades de soluções e ações, explorando e desenvolvendo o sentido da visão sistêmica, propiciando a compreensão da contínua evolução dos cenários.

1.1.6. Verdade científica e verdade ética

·       Henri Poincaré falando sobre a verdade científica e a verdade ética: 

Os que amam a verdade científica não podem deixar de amar a verdade ética; para encontrar uma, assim como para encontrar a outra, é preciso esforçar-se para libertar completamente a alma do preconceito e da paixão, é preciso alcançar a sinceridade absoluta. 

1.1.7. Pensamento de Edgar Morin - 2001

MORIN,Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento; tradução Eloá Jacobina, 3.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. 128 p

Considerações finais:

Esta interessante obra nos conduz à reflexão acerca de uma reforma do pensamento por meio do ensino transdisciplinar, capaz de formar cidadãos planetários, solidários e éticos, aptos a enfrentar os desafios dos tempos atuais. Reformar o pensamento para reformar o ensino e reformar o ensino para reformar o pensamento é o que preconiza Edgar Morin.

Pai da teoria da complexidade, o autor defende a interligação de todos os conhecimentos e combate o reducionismo instalado em nossa sociedade.

Na educação, o autor vê a sala de aula como um fenômeno complexo, que abriga uma diversidade de ânimos, culturas, classes sociais e econômicas, sentimentos, um espaço heterogêneo e, por isso, o lugar ideal para iniciar essa reforma da mentalidade que ele nos apresenta.

Na linha da reforma do pensamento, o autor propõe os princípios que permitiriam seguir a indicação de Pascal, que considera impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, tanto quanto conhecer o todo sem conhecer, particularmente, as partes.

Esses princípios permitem atenuar a desunião entre o pensamento científico, que desagrega os conhecimentos e não reflete sobre o destino humano, e o pensamento humanista, que ignora as conquistas das ciências enquanto alimenta suas interrogações sobre o mundo e a vida.

Justifica-se, então, a necessidade de uma reforma de pensamento referente à nova aptidão para organizar o conhecimento, que permita a ligação entre essas duas culturas que estão separadas.

A partir daí, reapareceriam as grandes finalidades do ensino, que deveriam ser inseparáveis: promover uma cabeça bem feita, ensinar a condição humana; começar a viver; ensinar a enfrentar a incerteza e aprender a se tornar cidadão. Sem dúvida alguma, temos que concordar que hoje é preferível um aluno com a cabeça bem feita, apta a ligar os novos e múltiplos conhecimentos, a um aluno com a cabeça bem cheia, que apenas acumula esses conhecimentos sem saber organizá-los ou dar-lhes algum sentido.

1.2. Visão sistêmica, país nação e planejamento estratégico

1.2.1. Intenção

O diagnóstico da situação do país é muito dinâmico. A nossa intenção é criarmos o hábito entre os nossos colegas da consulta do que realmente acontece e de sua permanente atuação.

Isto posto, deveremos considerar que as análises mudam rapidamente, assim como as informações. Portanto, poderemos daqui a alguns meses, semanas ou mesmo dias, encontrarmos informações que conflitem com aquelas apresentadas neste tópico e nos demais que compõem a engenharia compartilhada.

1.2.2. Introdução à visualização sistêmica do Brasil

·      o maior desafio do Brasil é conseguir visualizar a situação: social (incluindo educação, moradia, esporte e lazer), do meio ambiente, da infraestrutura, da energia, econômica e global, do trabalho, do conhecimento, dentre outros, enfim, os valores e as tradições que sustentam a Visão Sistêmica aplicadas ao País e à formulação de projetos que geram o seu desenvolvimento;

·      no cenário mais amplo, devemos refletir sobre os desafios impostos à sociedade brasileira, considerando os impactos globais e absorvendo a complexidade das crescentes necessidades de adaptação a mudanças em todos os níveis na formulação de um planejamento estratégico;

·      a essência dos valores aplicados determinam os objetivos das ações;

·     conforme veremos ao longo dos tópicos e dos capítulos e das seções, enfim, dos processos, é importante observar:

ü  os valores para formulação de um projeto, necessários para manter e unir vários subsistemas organizacionais: Governo Federal, Estadual, Municipal, Autarquias, Companhias Mistas, Empresas Privadas e Parcerias, entre outras tantas, e que determinam a eficácia, padrões de desempenho do país, incluindo o fortalecimento da democracia.

·     para implementar a Visão Sistêmica do País, é necessário demonstrar o porquê da necessidade de mudança e quais as consequências e as críticas necessárias à formulação do Planejamento Estratégico do País;

·         no tópico Retrato do Brasil apresentamos alguns índices sociais, técnicos, entre tantos, que fazem parte da formulação do planejamento estratégico e que detalhamos para que se possa compreender a importância de estarmos atento aos fatos e tirarmos nossas conclusões.

1.2.3. Algumas considerações sobre a visão sistêmica

·      o Brasil é hoje o país em melhores condições para implantar o novo paradigma de uma civilização da vida e a serviço dos seres vivos;

·      deveremos dispor de uma visão sistêmica, capaz de balizar as políticas de estado que devem orientar os rumos do país para os próximos cinquenta anos, seja qual for o governo de plantão.

Para uma análise da visão sistêmica de um país, ao pensarmos em futuro devemos considerar:

·      consolidação da democracia, estado de direito e a lei como razão de conduta:

ü  atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância;

ü  políticos compatíveis com grandes qualidades morais e competência;

ü  liberdade política como condição elementar para tomadas de decisões.

·      trabalho como centro da cidadania:

ü   o principal desafio para as políticas públicas de emprego e renda será ampliar a oferta de qualificação profissional, garantindo o ingresso e a permanência de trabalhadores no segmento formal - e o consequente equilíbrio da relação entre capital e trabalho.

·      adoção de modelo de parceria nas relações do Brasil com os demais países do planeta, no novo patamar de globalização que está sendo protagonizado neste início de século XXI:

ü  renúncia aos modelos de cunho imperialista, fundamentada em critérios de natureza política, que se devem sobrepor a eventuais interesses econômicos;

ü  coerência com os objetivos estratégicos do Brasil a longo prazo.

·      as oscilações econômicas positivas ou negativas de curto, médio e longo prazo, considerando-se as crises que possam envolver e conturbar as conquistas;

·      as oscilações entre a estagnação, o crescimento e o desenvolvimento;

·      o exercício da democracia por suas vertentes econômica, política e social:

ü  a evolução da democracia brasileira aponta para uma combinação das instituições da democracia representativa com a crescente participação dos cidadãos nos processos de elaboração, implementação e avaliação das políticas públicas:

v   há, nesse contexto, a construção de uma nova relação entre o Estado e a Sociedade.

ü  a criação e a consolidação de diversos canais de participação social - como os conselhos de políticas públicas, conferências, ouvidorias, mesas de negociação, consultas e audiências Públicas - contribuíram para estimular parcerias e ampliar a participação efetiva das entidades e dos movimentos sociais nas decisões governamentais;

ü  esse amplo processo de participação cria um ambiente de corresponsabilidade que, na prática, corresponde ao princípio constitucional da democracia participativa;

ü  a política econômica, especialmente a política fiscal, deve criar as bases para o desenvolvimento e, articulada às demais políticas públicas, tem:

v   o potencial de orientar o País no sentido da obtenção de elevadas taxas de crescimento com sustentabilidade ambiental e redução da pobreza, da desigualdade de renda e das disparidades regionais.

·      possibilidades de novas estratégias:

ü  é preciso, quando visa aos princípios de economicidade, eficiência, eficácia e efetividade;

ü  consistente, uma vez que de sua coesão se extrai a robustez necessária para mudanças rumo a um projeto nacional:

v   para tanto, o Estado e a sociedade devem estar atentos às mudanças sociais e de organização da economia.

·      a eliminação dos problemas profundos e com propostas convergentes:

ü  uma concepção de administração pública comprometida com a eficiência e, sobretudo, orientada para a cidadania, requerendo políticas públicas efetivas de reposicionamento estratégico do gasto para os objetivos de mudanças sociais.

·     condições de sustentabilidade com energias limpas, apontadas como essenciais em uma civilização da vida e a serviço dos seres vivos:

ü  gestão de recursos hídricos;

ü  gestão climática da atmosfera, incluindo a garantia da qualidade do ar;

ü  gestão dos impactos decorrentes da fotossíntese.

·       condições de dar um salto de qualidade na educação (incluindo a valorização da educação digital):

ü  a educação é imprescindível ao desenvolvimento das potencialidades do ser humano, é a base do desenvolvimento social e econômico e é determinante para a redução das desigualdades regionais e individuais, a maior escolaridade favorece a inserção no mercado de trabalho com melhores salários e contribui para o fortalecimento da consciência crítica e o pleno exercício da cidadania.

·       saúde:

ü  entendemos que os serviços de saúde, centro primordial para o desenvolvimento saudável do ser humano, devam ser prestados por parte do governo e da iniciativa privada, tendo como objetivo dar uma efetiva contribuição para a melhoria das condições de vida da população, conforme estabelecido na constituição.

·       uma agenda que incorpore a formação de redes de conhecimento:

ü  a política do conhecimento é fator de inclusão social, sem o qual a redução de desigualdades não gera ambientes de prosperidade subjetiva, uma vez que faltam opções de relacionamento, alternativas de geração de renda e ampliação de possibilidades de comunicação.

·       o desenvolvimento tecnológico e a inovação:

ü  a ciência, a tecnologia e a inovação são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento, o crescimento econômico, a geração de emprego e renda e a democratização de oportunidades;

ü  o trabalho de técnicos, cientistas, pesquisadores e acadêmicos e o engajamento das empresas são fatores determinantes para a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável, capaz de atender às justas demandas sociais dos brasileiros e ao permanente fortalecimento da soberania nacional;

ü  fortalecimento dos parques tecnológicos, terreno fértil para se tornarem fontes de negócios.

·       a remoção da desigualdade social:

ü  elaboração e implantação de políticas capazes de, no período de duas, ou no máximo de três décadas, reduzir drasticamente as distorções decorrentes das gritantes desigualdades que desfiguram a sociedade brasileira.

·       a elevação da produtividade global e política do país.

     Para tanto, é necessário:

ü  ampliar o investimento que incorpora novas tecnologias;

ü  expandir a presença de empresas brasileiras nos mercados externos;

ü  fortalecer a capacidade de inovação das empresas;

ü  aprofundar a diversificação da estrutura industrial, na direção de setores intensivos em engenharia e conhecimento;

ü  reduzir os hiatos de produtividade com relação às melhores práticas internacionais;

ü  manter o segmento de micro e pequenas empresas pujante para a geração de empregos;

ü  fortalecer a capacitação da força de trabalho brasileira.

·       a redução da desigualdade entre as regiões:

  ü  procurar conferir a cada macrorregião o modelo mais consentâneo, que possa reduzir a desigualdade social, e não implantar simplesmente modelos de outras regiões do país. 

1.2.4. Bases do planejamento estratégico


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1.2.4.1. Visão sistêmica do país


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1.2.4.2. País nação


1.3. Modelagem e interdependência por processos de trabalho

1.3.1. Introdução

O Tópico Modelagem e Interdependência por Processos de Trabalho aborda os fundamentos básicos para a formulação do sistema que deverá estar presente na visão sistêmica global e específica, dando consistência para o entendimento da Visão Sistêmica para Empresa de Engenharia.

A finalidade deste tópico é apresentar as principais ferramentas para que o leitor tenha condições de compreender os fundamentos para obter vantagem competitiva nos negócios pelo Sistema de Modelagem e Interdependência por Processos de Trabalho.

·      atualmente é uma exigência:

ü     Constituição Federal art. 225;

ü     Lei no 9.605, de 1o de fevereiro de 1998;

ü     Conferência das Nações Unidas;

ü     Premissas do Desenvolvimento Sustentável;

ü      Livre Comércio Globalizado;

ü     Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA);

ü     Normas da série ISO 9000:2000 (9001 e 9004); ISO 14000:2004, 14001 e família; OHSAS 18001:1999, NBR 16001:2004 e AS 8000:2001;

ü      Prêmio Nacional da Qualidade;

ü      Sociedade;

ü      Organizações:

v  desenvolvimento e aplicação de estruturas voltadas para resultados e aplicação de estruturas flexíveis e ágeis;

v   instrumento eficaz da satisfação dos clientes e do aperfeiçoamento do Sistema de Gestão e da Qualidade, Meio Ambiente e Controle Tecnológico;

v  riscos assumidos;

v  riscos técnicos e econômicos.

Para alcançar o objetivo do “Sistema por meio da Modelagem e Interdependência por Processos de Trabalho” o autor dividiu a obra em vários tópicos que formam uma coletânea de procedimentos interdependentes de forma sistêmica.

1.3.2. Fluxograma básico da decomposição dos processos

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