1. Introdução e Contextualização do Problema
O Brasil detém um dos maiores patrimônios de obras de arte especiais (OAEs) das Américas. Segundo o Inventário Nacional do DNIT (2023), o país possui mais de 113 mil pontes cadastradas, das quais aproximadamente 11 mil se encontram em estado classificado como ruim ou crítico e 42 mil já ultrapassaram 50 anos de vida útil sem registro de intervenção estrutural sistematizada. Esse cenário configura um passivo de manutenção de proporções alarmantes, cujo equacionamento demanda, além de recursos financeiros expressivos, o domínio de tecnologias de acesso compatíveis com a complexidade geométrica e operacional dessas estruturas.
A gravidade do problema se evidencia em eventos recentes: o colapso da Ponte Governador José Rollemberg Leite, em Sergipe (2024), e o acidente na Ponte sobre o Rio Caratinga, em Minas Gerais (2023), reacenderam o debate sobre a ausência de uma cultura de inspeção periódica e manutenção preventiva no setor público brasileiro. Em ambos os casos, laudos técnicos apontaram para manifestações patológicas que poderiam ter sido identificadas e tratadas anos antes, caso houvesse acesso regular e seguro às superfícies estruturais críticas.
Nesse contexto, o sistema de acesso se torna um fator limitante não apenas operacional, mas estratégico. Pontes e viadutos de médio e grande porte por vezes impõem restrições severas ao uso de andaimes convencionais, tornando indispensável o desenvolvimento e adoção de soluções suspensas, modulares e de alto desempenho. O Sistema de Acesso Suspenso QuikDeck®, desenvolvido originalmente pela BrandSafway e distribuído exclusivamente no Brasil pela Orguel, posiciona-se como uma resposta tecnicamente fundamentada a esse desafio.
O presente artigo, redigido com base em experiência prática de mais de cinco décadas em manutenção de grandes estruturas — incluindo a Ponte Rio–Niterói, objeto de doze impactos de embarcações desde a sua inauguração em 04 de março de 1974, —, propõe uma análise técnica aprofundada do sistema, confrontando-o com os requisitos normativos brasileiros e internacionais e com os dados epidemiológicos sobre acidentes no setor da construção pesada.
2. Panorama Normativo: Inspeção, Manutenção e Trabalho em Altura
2.1 Normas Estruturais Aplicáveis a OAEs
A manutenção estrutural de pontes e viadutos no Brasil é regulamentada por um arcabouço normativo que combina especificações técnicas de projeto, inspeção e reabilitação. Os principais documentos vigentes são:
A NBR 9452:2023 é particularmente relevante para este artigo, pois determina que inspeções especiais — aquelas que requerem acesso direto a elementos estruturais não visíveis da via ou das margens — devem ser realizadas com periodicidade máxima de cinco anos. A execução dessas inspeções pressupõe plataformas de trabalho que permitam acesso ao intradorso do tabuleiro, às vigas longitudinais e transversinas, às ligações tabuleiro-viga e às regiões de apoio sobre os pilares — áreas onde descontinuidades como corrosão de armaduras passivas e ativas, delaminação do concreto, fissuras em regiões críticas, comprometimento de aparelhos de apoio em neoprene fretado fixos ou deslizantes, defeitos em apoios metálicos e perda de seção resistente tendem a se manifestar.
2.2 Normas de Segurança do Trabalho Aplicáveis
No âmbito da segurança e saúde no trabalho, os sistemas de acesso suspenso em pontes são regulamentados por um conjunto integrado de normas regulamentadoras e normas técnicas:
Um aspecto normativo frequentemente negligenciado em campo é a exigência da NR-35 de que o sistema de proteção coletiva seja a primeira medida a ser considerada, relegando o Equipamento de Proteção Individual (EPI) a uma camada complementar, nunca substitutiva. Andaimes convencionais mal dimensionados ou mal instalados historicamente falham nesse quesito, razão pela qual o emprego de plataformas suspensas com piso rígido e contínuo representa avanço normativo e operacional simultâneos.
3. Engenharia do Sistema QuikDeck®: Componentes, Desempenho e Certificação
3.1 Arquitetura Construtiva e Componentes Estruturais
O QuikDeck® é uma plataforma de trabalho suspensa, modular e patenteada, desenvolvida com foco em versatilidade geométrica, leveza e resistência estrutural. Sua arquitetura é baseada em três subsistemas funcionais interdependentes: o sistema de suspensão, o sistema de estruturação (treliças e nós) e o sistema de piso. A seguir, descrevem-se os principais componentes:
|
Grid de Suspensão (m × m) |
Capacidade de Carga (kgf/m²) |
Capacidade de Carga (kN/m²) |
|
2,5 × 2,5 |
366 |
3,59 |
|
2,5 × 5,0 |
244 |
2,39 |
|
5,0 × 5,0 |
122 |
1,20 |
Tabela 1 — Capacidade de carga do QuikDeck® por configuração de grid. Fonte: Orguel/BrandSafway (2025).
Para fins de projeto, o engenheiro responsável deve verificar a compatibilidade entre a carga de uso prevista — considerando o peso próprio da plataforma (aproximadamente 35 kgf/m²), a carga dos trabalhadores, dos equipamentos de jateamento ou pintura e dos materiais estocados sobre a plataforma — e a capacidade nominal correspondente ao grid adotado. O fator de segurança global de 4:1 (safety factor 4:1) garante que a plataforma suporte quatro vezes a carga nominal antes de atingir a tensão de ruptura dos componentes, atendendo às exigências das normas OSHA 29 CFR 1926.451 (EUA), ABNT NBR 6494:2024 (Brasil) e EN 12811-1:2003 (União Europeia).
Particularmente relevante para projetos de inspeção e manutenção de pontes é a capacidade de montagem em múltiplos níveis. Com a mesma estrutura de correntes, o QuikDeck® permite configurar até três pavimentos de trabalho suspensos simultaneamente, viabilizando o acesso simultâneo a diferentes cotas da estrutura — intradorso do tabuleiro, meia altura das vigas e região de apoio/pilar — com uma única intervenção logística.
3.3 Sistema de Ancoragem e Compatibilidade com Estruturas Existentes
Uma das limitações técnicas mais críticas em obras de manutenção de pontes é a disponibilidade de pontos de ancoragem seguros e estruturalmente adequados para sistemas de acesso suspenso. O QuikDeck® oferece compatibilidade com três categorias principais de ancoragem:
Em pontes mistas (concreto–aço) e em viadutos com lajes nervuradas ou com vigas do tipo caixão (box girder), o projeto de ancoragem deve ser elaborado por engenheiro habilitado, com memorial de cálculo específico contemplando as combinações de carga prescritas na NBR 6118:2014 e as cargas de serviço da plataforma. Recomenda-se a realização de ensaios de tração in situ em pelo menos 10% dos pontos de ancoragem, com carga de prova equivalente a 1,5 vezes a carga de trabalho admissível, conforme prática internacionalmente consolidada (BS EN 795 e ABNT NBR 15986).
3.4 Processo de Montagem e Desmontagem: Sequência Operacional
Uma das características mais distintivas do QuikDeck® frente aos andaimes convencionais é a possibilidade de montagem aérea — a plataforma pode ser iniciada em um ponto de ancoragem e expandida progressivamente na posição de trabalho, sem necessidade de apoio no solo durante nenhuma fase da montagem. Abaixo, descreve-se a sequência operacional típica para aplicação em pontes rodoviárias:
A produtividade de montagem documentada em campo é, em média, 20 m² por homem/dia, sendo que até 500 m² de plataforma podem ser transportados em uma carreta de 27 t — parâmetros de referência para o dimensionamento das equipes e do cronograma de intervenções. Para comparação, andaimes tubulares convencionais tipicamente apresentam produtividade de montagem de 5 a 7 m²/homem/dia em condições similares de trabalho em altura.
4. Análise Comparativa: QuikDeck® versus Andaimes Convencionais em Obras de Pontes
A escolha do sistema de acesso em obras de manutenção de OAEs deve ser precedida de análise técnico-econômica que considere não apenas o custo direto de locação, mas o conjunto de fatores que influenciam a segurança, a produtividade e o impacto sobre a operação da via. A tabela a seguir consolida os principais critérios de comparação:
|
Critério de Avaliação |
QuikDeck® (Orguel/BrandSafway) |
Andaime Tubular Convencional |
|
Base de apoio no solo |
Não requerida — montagem totalmente aérea |
Necessária — restringe aplicação sobre lâminas d'água e vias em operação |
|
Capacidade de carga útil |
122 a 366 kgf/m² conforme grid (fator 4:1) |
Tipicamente 75 a 200 kgf/m², sem fator uniforme |
|
Produtividade de montagem |
20 m²/homem/dia |
5 a 7 m²/homem/dia |
|
Adaptação geométrica |
Qualquer geometria — nós com 8 direções de conexão a 45° |
Qualquer geometria |
|
Impacto no tráfego |
Mínimo ou nulo — operação sem interdição em maioria dos casos |
Interdição de faixas e áreas subjacentes durante montagem e uso |
|
Nível de qualificação |
Montagem sem ferramentas especiais; treinamento específico |
Requer montadores especializados; projeto complexo conforme NBR 6494 |
|
Multi-nível |
Até 3 níveis com a mesma estrutura de correntes |
Requer estrutura independente para cada nível |
|
Ancoragens necessárias |
60% menos ancoragens vs. andaimes convencionais (grid 5 m × 5 m) |
Grid mínimo de 1,8 m × 1,8 m — alta densidade de pontos de fixação |
|
Compatibilidade com jateamento abrasivo |
Sim — acessório coletor de grit disponível; aço galvanizado resistente |
Limitada — componentes metálicos corroem; acúmulo de abrasivo no piso |
|
Conformidade normativa NR-35/NBR 6494 |
Integral — guarda-corpos, rodapés e sistema de contenção inclusos |
Conformidade possível, mas frequentemente comprometida em campo |
|
Histórico de acidentes |
Baixo — piso contínuo elimina aberturas e superfícies irregulares |
Alto — ~25% das quedas fatais na construção civil ocorrem em andaimes |
Tabela 2 — Comparativo técnico entre QuikDeck® e andaimes tubulares convencionais em obras de pontes.
Fontes: Orguel (2025), BrandSafway (2024), OSHA (2023), compilação do autor.
É importante ressaltar que a maior densidade de pontos de ancoragem exigida pelos andaimes convencionais — com grid máximo de 1,8 m × 1,8 m contra os 5,0 m × 5,0 m permitidos pelo QuikDeck® — representa não apenas maior custo e tempo de instalação, mas risco adicional de dano à estrutura existente. Em pontes históricas ou em estruturas com concreto já fragilizado por carbonatação ou corrosão de armaduras, a multiplicação de furos de ancoragem constitui risco estrutural mensurável, que pode ser drasticamente reduzido com a adoção de sistemas de menor densidade de fixação.
5. Segurança do Trabalho em Altura: Dados Epidemiológicos e Impacto do QuikDeck®
5.1 Cenário Epidemiológico Nacional e Internacional
O setor da construção civil é, historicamente, o mais letal da economia brasileira quando se considera a taxa de mortalidade por queda de altura. Entre 2012 e 2024, o Brasil registrou 8,8 milhões de acidentes de trabalho e 32 mil mortes, com custo previdenciário estimado em mais de R$ 170 bilhões, segundo dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab/MPT-OIT, 2025). A construção civil e a construção pesada (infraestrutura) respondem por aproximadamente 18% das mortes, com queda de altura representando a principal causa direta.
No plano internacional, dados da Occupational Safety and Health Administration (OSHA) americana indicam que quedas de andaimes representam cerca de 25% de todas as mortes por queda na construção civil, sendo que aproximadamente 60% desses acidentes ocorrem durante a montagem, desmontagem ou realocação dos equipamentos — e não durante o uso normal da plataforma. Esse dado reforça a importância da escolha de sistemas que minimizem o número e a complexidade das operações de montagem, como é o caso do QuikDeck®.
5.2 Mecanismos de Redução de Risco Intrínsecos ao Sistema
O QuikDeck® incorpora mecanismos de segurança que atuam em diferentes níveis da hierarquia de controles de risco preconizada pela NR-35 e pela norma internacional ANSI/ASSE Z359.2:
A experiência internacional demonstra que o QuikDeck® é adotado prioritariamente em contextos de alta exigência técnica, onde a combinação de segurança, adaptabilidade geométrica e mínima perturbação à operação da estrutura é determinante. Esse perfil é exatamente o que caracteriza as obras de manutenção de pontes brasileiras com maior demanda reprimida de intervenção.
7. Perspectiva Técnica: A Experiência na Ponte Rio–Niterói
A Ponte Presidente Costa e Silva — popularmente conhecida como Ponte Rio–Niterói — é, com seus 14.000 metros de extensão em seus extremos mais afastados, a maior ponte em extensão do Hemisfério Sul, e a 23ª ponte do Planeta Terra, guardando a primazia de ter o maior vão contínuo do mundo em viga reta contínua com placa superior ortotrópica, composto pelos 300,00 metros do vão central em aço inglês. Construída entre 1968 e 1974, ela opera sob condições de exposição extremamente agressivas: atmosfera marinha com alta concentração de cloretos e sulfatos, variações de temperatura e umidade que promovem ciclos de expansão e contração nos elementos de concreto e metálicos, e tráfego médio diário superior a 180.000 veículos — condições que aceleram os mecanismos de deterioração e tornam os programas de manutenção preventiva particularmente desafiadores, destacando-se que o sistema de inspeção e manutenção de suas estruturas é referência mundial.
Em 50 anos de operação, a ponte sofreu 12 impactos documentados de embarcações, com danos a pilares, vigas e estruturas auxiliares de proteção, que demandaram intervenções emergenciais em condições de altíssima complexidade operacional. Em cada uma dessas intervenções, a questão do acesso aos elementos danificados — situados entre 20 e 70 metros acima do espelho d'água, sem possibilidade de apoio — impôs os limites dos sistemas de acesso disponíveis em cada época.
A adoção progressiva de sistemas de acesso às áreas com descontinuidades evidencia, para qualquer tipo de estrutura, ganhos mensuráveis em três dimensões: (1) redução do tempo de mobilização e desmobilização do sistema de acesso, com impacto direto no custo total da intervenção; (2) melhoria das condições ergonômicas e de segurança da equipe de engenheiros e operários, que passaram a trabalhar em piso contínuo e estável ao invés de pranchas soltas sobre estruturas tubulares; e (3) possibilidade de execução simultânea de inspeção, mapeamento de patologias e execução dos serviços de recuperação, sem a necessidade de remontar o sistema de acesso entre as fases.
Essa experiência consolidou a convicção de que a tecnologia de acesso não é um detalhe logístico a ser resolvido no campo — é uma variável de projeto que deve ser considerada desde a concepção do programa de manutenção, com impacto determinante na qualidade técnica, na segurança e na economicidade das intervenções. O QuikDeck® representa, nesse contexto, não apenas um equipamento, mas uma mudança de paradigma na forma como a engenharia brasileira deve encarar a manutenção de seu parque de obras de arte especiais.
8. Recomendações para Projeto e Uso em Obras de OAEs
Com base na análise técnica desenvolvida nos capítulos anteriores e na experiência prática acumulada, apresentam-se as seguintes recomendações para engenheiros, gestores de obras e profissionais de segurança do trabalho que considerem a adoção do QuikDeck® em intervenções em pontes e viadutos:
O presente artigo demonstrou, sob perspectiva técnica e normativa, que o Sistema de Acesso Suspenso QuikDeck® representa uma evolução significativa em relação aos métodos convencionais de acesso em obras de manutenção de pontes e viadutos. Sua arquitetura modular, baseada em nós multidirecionais, treliças de aço galvanizado e correntes de grau 10 com fator de segurança 4:1, permite a criação de plataformas de trabalho de alta capacidade de carga (até 366 kgf/m²) em qualquer geometria estrutural, sem necessidade de apoio no solo e com impacto mínimo sobre o tráfego subjacente.
Do ponto de vista normativo, o sistema atende integralmente às exigências da NR-35, NR-18 e ABNT NBR 6494:2024, superando os andaimes convencionais nos quesitos de proteção coletiva, integridade do piso de trabalho e densidade de ancoragens. A redução em 60% no número de pontos de fixação necessários em relação aos andaimes tubulares é especialmente relevante em estruturas antigas ou com concreto deteriorado, onde cada furo de ancoragem representa um risco adicional de dano ao substrato.
Os dados epidemiológicos reforçam a urgência da adoção de sistemas de acesso tecnicamente superiores: com 32 mil mortes por acidentes de trabalho em 12 anos no Brasil, e o setor da construção civil e infraestrutura entre os mais letais, a prevenção de quedas em altura não é uma obrigação burocrática — é um imperativo ético e econômico, voltado ao maior bem do empreendimento, que é a preservação da vida humana. O Abril Verde, celebrado em memória das vítimas de acidentes e doenças do trabalho, é o contexto simbólico e político ideal para o engajamento da comunidade técnica brasileira — CREA, ABNT, CONFEA e entidades afins — em torno da disseminação de tecnologias que efetivamente salvam vidas.
Por fim, a experiência acumulada na Ponte Rio–Niterói e nas demais obras referenciadas neste artigo permite afirmar com segurança técnica: investir em sistemas de acesso adequados não é custo operacional — é a condição necessária para que a engenharia estrutural brasileira possa, de fato, cumprir sua missão de preservar o patrimônio de infraestrutura nacional e proteger a vida dos trabalhadores que o mantêm.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de estruturas de concreto — Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2014.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120: Ações para o cálculo de estruturas de edificações e pontes. Rio de Janeiro: ABNT, 2019.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6494: Segurança nos andaimes. Rio de Janeiro: ABNT, 2024.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9452: Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto — Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2019.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14832: Ancoragens em estruturas de concreto — Requisitos de desempenho. Rio de Janeiro: ABNT.
BRANDSAFWAY. QuikDeck® Suspended Access System — Product Selection Guide (ORN1810 Rev. D). Atlanta: BrandSafway, 2018.
BRANDSAFWAY. QuikDeck® Suspended Access System — Assembly Guide (ORN1803). Atlanta: BrandSafway, 2023.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora n.º 18 — Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção. Portaria MTP n.º 4.219/2022. Brasília, 2022.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora n.º 35 — Trabalho em Altura. Brasília, 2021.
BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora n.º 01 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Portaria MTP n.º 4.219/2022. Brasília, 2022.
BRAND ACCESS SOLUTIONS. QuikDeck® and Forth Rail Bridge: Innovation in Heritage Infrastructure Maintenance. UK, 2025. Disponível em: brand-accesssolutions.com.
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Inventário Nacional de Obras de Arte Especiais. Brasília: DNIT, 2023.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO; ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho — SmartLab. Brasília, 2025. Disponível em: smartlabbr.org.
NHI – NATIONAL HIGHWAY INSTITUTE, FHW – FEDERAL HIGHWAY ADMINISTRATION. BRIDGES INSPECTOR’S REFERENCE MANUAL, 2020
OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH ADMINISTRATION (OSHA). Scaffolding Safety: Statistics and Standards. Washington: U.S. Department of Labor, 2023.
ORGUEL. Sistema de Acesso Suspenso QuikDeck® — Ficha Técnica e Aplicações. Belo Horizonte: Orguel, 2025. Disponível em: orguel.com.br.
SIQUEIRA, C. H. Queda de ponte reacende debate sobre manutenção de estruturas no país. Agência Logística de Notícias, abr. 2026.
SIQUEIRA, C.H. Tese de doutorado pela Universidade Federal Fluminense – UFF – 2009
SIQUEIRA, C.H. – Notas de aulas do Curso de Mestrado da UFRJ, Programa de Projeto de Estruturas, Escola Politécnica, 2024 e 2025
* Artigo Técnico escrito por Carlos Henrique Siqueira
Engenheiro Civil | Doutor em Patologia das Estruturas | Especialista em Inspeção de OAEs de concreto armado e protendido e em estruturas metálicas | Consultor Técnico da Ponte Rio–Niterói | Membro de vários Comitês Técnicos da ABNT, incluindo a NBR 9452/2023 - Diretor da RIOCON Consultoria e Engenharia.