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Gestão ambiental

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Capítulo VI

Impactos ambientais

9.16. Impactos ambientais: poluição

9.16.1. Introdução

  • a relação do homem com a natureza tem desencadeado uma série de impactos ambientais, cujos aspectos atuam de forma benéfica ou adversa sobre o meio ambiente, que em escala individual e em sua somatória chegam a ameaçar a própria sobrevivência da espécie.
  • a poluição pode ser considerada a liberação de elementos poluentes prejudicando:
    • a saúde;
    • a segurança e o bem estar da população;
    • a qualidade dos recursos ambientais;
    • os ecossistemas biológicos ou os seres humanos.
    • são chamados de elementos poluentes:
    • as radiações, vibrações, ruído excessivo, entre outros;
    • as substâncias ou agentes contaminantes em um ambiente que provocam a poluição;
    • gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem;
    • matéria ou energia que venha a alterar as propriedades físicas, químicas ou biológicas do meio, afetando ou podendo afetar a saúde das espécies animais ou vegetais que dependem ou tenham contato com eles, ou que neles venham a provocar modificações físico-químicas nas espécies minerais presentes.
  • foi a partir da revolução industrial que a poluição passou a constituir um problema para a humanidade, lógico que já existiam exemplos de poluição anteriormente, em alguns casos até famosos (no Império Romano, por exemplo).
  • o grau de poluição aumentou muito com a industrialização e urbanização, e a sua escala deixou de ser local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a revolução industrial representou a consolidação do sistema sócio-econômico dominante hoje no espaço mundial.
  • a indústria na sua atividade econômica de vanguarda acarreta urbanização, com grandes concentrações humanas em algumas cidades, e a própria aglomeração urbana já é por si só uma fonte de poluição, pois implica numerosos problemas ambientais.
Exemplo disto são: o acúmulo de lixo, o enorme volume de esgotos, os congestionamentos de tráfego, etc.

9.16.2. Produtos

  • mesmo produtos relativamente benignos da atividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente.
    • por exemplo, os óxidos de nitrogênio (Óxidos de azoto) produzidos pela indústria são frequentemente citados como poluidores, embora a própria substância não seja prejudicial em verdade. É a energia solar (luz do sol) que converte esses compostos em substâncias poluentes.
  • muitas vezes, depende-se do contexto para classificar um fenômeno como poluição ou não.
    • surtos descontrolados de algas e a resultante asfixia de lagos e baías são considerados poluição quando são alimentados por nutrientes vindos de dejetos industriais, agrícolas ou residenciais.

9.16.3. Poluentes mais frequentes e seus efeitos mais temidos

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9.16.3.1. Introdução

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9.16.3.2. Exemplos – produtor; produto e efeito - parte 1

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9.16.3.3. Exemplos – produtor; produto e efeito - parte 2

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9.16.3.4. Exemplos – produtor; produto e efeito - parte 3

9.16.4. Poluição global

Os problemas de poluição global, como o efeito estufa, a diminuição da camada de ozônio, as chuvas ácidas, a perda da biodiversidade, os dejetos lançados em rios e mares, entre outros, nem sempre são observados, medidos ou mesmo sentidos pela população.
 
A explicação para toda essa dificuldade reside no fato de se tratar de uma poluição cumulativa, cujos efeitos só são sentidos a longo prazo. Apesar disso, esses problemas têm merecido atenção especial no mundo inteiro.

9.16.5. Poluição atmosférica, efeito estufa e elevação da temperatura

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9.16.5.1. Exemplo: produtor, produto e efeito - parte 1

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9.16.5.2. Exemplo: produtor, produto e efeito - parte 2

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9.16.5.3. Exemplo: produtor, produto e efeito - parte 3

9.16.6. A poluição e a diminuição da camada de ozônio

9.16.7. A poluição e a perda de biodiversidade

9.16.8. Poluição por efluentes líquidos

9.16.9. Poluição das águas

  • quando a quantidade de lixo é maior do que a quantidade de depuração da água, dizemos que a água está poluída.
  • poluição das águas é um tipo de poluição causado pelo lançamento de esgoto residencial ou industrial não tratados em cursos de água (rios, lagos ou mares) ou ainda pelo lançamento de fertilizantes agrícolas, em quantidade demasiada alta que o corpo da água não pode absorver naturalmente.
  • a poluição altera as características da água enquanto a contaminação pode afetar a saúde do consumidor da água, assim uma água pode estar poluída sem estar contaminada.

9.16.10. Lançamento de esgoto

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9.16.10.1. Fluxograma: lançamento de esgoto

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9.16.10.2. Doenças transmitidas pelas águas poluídas

A água poluída pode causar diversos efeitos deletérios à saúde humana:
  • poluição por esgotos: provocam doenças como febre tifóide, cólera, desinteria, meningite e hepatites a e b.
  • água poluída por vetores (mosquitos): paludismo, dengue, malária, doença do sono, febre amarela
  • água poluída por parasitas: verminoses
  • doenças geradas pela escassez de água: lepra, tuberculose, tétano e difteria
  • águas poluídas por rejeitos industriais: contaminação por metais pesados geram tumores hepáticos e de tiróide, alterações neurológicas, dermatoses, rinites alérgicas, disfunções gastrointestinais, pulmonares e hepáticas. no caso de contaminação por mercúrio, podem ocorrer anúria e diarréia sanguinolenta.

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9.16.10.3. Solução

  • a solução que deve ser tomada a fim de evitar esses transtornos é tratar o esgoto produzido antes de lançá-lo nos rios ou mares, se estes não suportarem a carga poluidora, diminuindo assim a matéria orgânica, as substâncias tóxicas e os agentes patogênicos.
  • quando o corpo d'água absorve bem a matéria orgânica, pode-se fazer, sem maiores problemas, o lançamento dos esgotos através de emissários subimarinos bem projetados e bem calculados como em Boston e em Santa Mônica (EUA), Ipanema e Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, Santos, Maceió, etc.

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9.16.10.4. Floração das águas

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9.16.10.5. Tratamento de águas residuais

9.16.11. Poluição com dejetos não biodegradáveis

Os compostos citados acima são orgânicos; logo, são biodegradáveis e podem ser decompostos por bactérias. Mas há compostos inorgânicos sintéticos, que se acumulam nos seres vivos, causando-lhes graves danos em certos casos. Exemplos de produtos não-biodegradáveis são: os detergentes, os combustíveis, tais como petróleo, gasolina ou a poluição provocada por metais pesados: chumbo, alumínio, zinco e mercúrio (provindo da extração dos garimpos).

9.16.12. Poluição térmica

  • consiste no aquecimento das águas naturais pela introdução da água quente utilizada na refrigeração de centrais elétricas, usinas nucleares, refinarias, siderúrgicas e indústrias diversas.
  • a elevação da temperatura afeta a solubilidade do O2 na água, fazendo com que esse gás se difunda mais facilmente para a atmosfera; isso acarreta uma diminuição de sua disponibilidade na água, o que prejudica diversas formas de vida aeróbicas aquáticas.
  • além disso, o impacto da variação térmica exerce um efeito particularmente nocivo para as formas estenotérmicas, isto é, que não toleram grandes variações de temperatura, como o salmão e a truta.
  • a poluição térmica é causada também pelo aquecimento global, e pode acarretar a perda de grande parte da fauna marinha e lacustre.

9.16.13. Poluição sonora

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9.16.13.1. Introdução - conceito

  • é o efeito provocado pela difusão do som num tom demasiado alto, sendo o mesmo muito acima do tolerável pelos organismos vivos, no meio ambiente. Dependendo da sua intensidade, causa danos irreversíveis aos seres humanos.

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9.16.13.2. Som e ruído

  • som
    • é definido como a compressão mecânica ou onda longitudinal que se propaga de forma circuncêntrica em meios que tenham massa e elasticidade, sejam eles sólidos, líquidos ou gasosos.
    • os sons de qualquer natureza podem se tornar insuportáveis quando emitidos em grande volume, neste caso, o mais correto é se dizer que esse determinado som possui nível elevado de pressão sonora.
    • a sensibilidade a sons intensos pode variar de pessoa para pessoa.
  • ruído
    • o termo ruído pode ser utilizado em vários contextos.
    • é algo inoportuno, indesejável, que pode prejudicar a percepção de um sinal (elétrico, por exemplo) ou gerar desconforto (no caso de um ruido sonoro).
    • é um atributo qualitativo (e não quantitativo).
    • ruído na comunicação: quando existe qualquer fator externo à fonte emissora e receptora que prejudique a compreensão de uma mensagem.
  • ruído sonoro
    • o ruído sonoro, em geral, é o som prejudicial à comunicação.
      • pode ser constituído por grande número de vibrações acústicas com relações de amplitude e fase muito altas, o que torna o seu nível de pressão sonora bastante elevado prejudicando assim aos seres vivos em geral.
  • perda de audição
    • a perda da audição é o efeito mais comumente associado a qualquer som, seja ele ruidoso ou não, musical ou não, que possua níveis elevados de pressão sonora, ou seja, que ultrapasse os limites de tolerância cientificamente já estabelecidos para o ouvido humano, para a maioria das pessoas, de forma gaussiana.
    • esses limites de tolerância estão explicitados em diversas tabelas que relacionam os níveis de pressão sonora de sons, ruidoso ou não, e o tempo em que, sendo ultrapassado por alguém que se exponha ao mesmo, se poderá sofrer lesão auditiva.
    • entende-se por exposição o contato de forma desprotegida a determinados níveis de pressão sonora por tempo e dose suficientes para provocar a lesão auditiva (quando são ultrapassados os limites de tolerância estabelecidos).
  • nível de pressão
    • exemplo de alguns sons considerados como ruidos simples do nosso dia a dia e seus níveis sonoro em decibéis (dB). A partir do nível de pressão sonora de 85 dB, é potencialmente danoso aos ouvidos o contato com esses sons, sejam eles ruidosos ou não, caso dure mais de 480 minutos (8 horas):
      • o ruído de uma sala de estar chega a 40dB;
      • um grupo de amigos conversando em tom normal chega a 55dB;
      • o ruído de um escritório chega a quase 64dB;
      • um caminhão pesado trafegando chega a 74dB;
      • em creches foram encontrados níveis de ruído superiores a 75dB;
      • o tráfego de uma avenida de grande movimento pode chegar aos 85dB;
      • trios elétricos em um carnaval fora de epoca tem uma média de 110 dB;
      • o tráfego de uma avenida de grande movimento em obras com britadeiras chega até 120dB;
      • bombas recreativas podem proporcionar até 140dB;
      • em uma danceteria a intensidade sonora chega até 220dB (carece de fontes).
    • podemos citar vários tipos de origem para o ruído e sons não ruidosos potencialmente agressivos para o órgão auditivo:
      • ruído por trânsito de veículos;
      • ruído por atividades domésticas e públicas;
      • ruído industrial.

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9.16.13.3. Poluição sonora urbana

  • além das fontes de ruídos mais comuns (citadas anteriormente), existe uma grande variedade de fontes sonoras nos centros urbanos, como: sirenes e alarmes, atividades recreativas, entre outras, que em conjunto denominam-se “Poluição Sonora Urbana”.
  • características principais
    • não deixa resíduos (não tem efeito cumulativo no meio, mas pode ter um efeito cumulativo no homem).
    • é um dos contaminantes que requer menor quantidade de energia para ser produzido.
    • tem um raio de ação pequeno.
    • não é transportado através de fontes naturais, como por exemplo o ar contaminado levado pelo vento, ou um resíduo líquido quando é transportado por um rio por grandes distâncias.
    • é percebido somente por um sentido: a audição. Isto faz com que muitas pessoas subestimem seu efeito.

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9.16.13.4. Prevenção de problemas causados por ruídos e outros sons poluentes

  • as principais medidas para se prevenir dos efeitos da poluição sonora podem ser:
    • redução do ruído e demais sons poluentes na fonte emissora.
    • redução do período de exposição (principalmente para pessoas expostas continuamente a processos que geram muito ruído), quando não for possível a neutralização do risco pelo uso de proteção adequada.
    • educação da população.
    • uso de proteção nos ouvidos adequada ao risco auditivo.
    • em festas colocar o som com volume adequado ao ambiente, evitando-se o volume alto. Não sendo possível, não permanecer por tempo prolongado em ambientes onde se tenha que gritar para ser ouvido pelo interlocutor à distância de um metro.

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9.16.13.5. Resolução da CONAMA e ABNT

  • a resolução CONAMA nº 1, de 8/3/90, estabelece que a emissão de ruídos em decorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política, não devem ser superiores aos considerados aceitáveis pela Norma NBR 10.151 – “Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas Visando o Conforto da Comunidade”, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • essa resolução estabelece também que na execução dos projetos de construção ou de reformas de edificações para atividades heterogêneas, o nível de som produzido por uma delas não poderá ultrapassar os níveis estabelecidos pela NBR 10.152 – “Níveis de Ruído para Conforto Acústico”, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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9.16.13.6. Selo ruído

  • o SELO RUÍDO objetiva dar ao consumidor informações sobre o ruído emitido por eletrodomésticos, possibilitando ao mesmo fazer a escolha do produto mais silencioso, bem como incentivar a fabricação de produtos com menor nível de ruído.
  • é um documento expedido pelo IBAMA autorizando o fabricante ou importador utilizar o SELO RUÍDO nas embalagens ou nos produtos para os quais foram feitas as solicitações.
  • o uso do SELO RUÍDO é obrigatório para os seguintes eletrodomésticos:
    • liquidificadores importados ou fabricados no país:
      • a aposição do selo deve ser na embalagem externa, tamanho B (6,8 cm x 6,3 cm), e a manutenção deve ser pelo período de 12 meses.
    • secadores de cabelo importados ou fabricados no país:
      • a aposição do selo deve ser na embalagem externa, tamanho C (4,5 cm x 4,1 cm) e a manutenção deve ser pelo período de 12 meses.
    • aspiradores de pó importados ou fabricados no país:
      • a aposição do selo deve ser no produto, tamanho B (6,8 cm x 6,3 cm) e a manutenção deve ser pelo período de 12 meses.

9.16.14. Poluição luminosa

  • a poluição luminosa é causada pela iluminação excessiva, irregular, inadequada ou mal direcionada.
  • é possível encontrar exemplos na iluminação pública das ruas, em placas e outdoors e em estabelecimentos que funcionam à noite, como estacionamentos, praças, shopping centers, quadras e campos de futebol onde as lâmpadas são apontadas para os lados ou para cima.
  • a poluição luminosa provoca desperdício da luz emitida pelas luminárias e desperdício de energia, bem como desperdício de dinheiro privado e público.
  • provoca danos à saúde humana e ao meio ambiente e diminui a segurança.
  • ilumina a atmosfera, ofuscando e diminuindo drasticamente a beleza e a qualidade do céu e o número de estrelas observáveis, impedindo o trabalho dos astrônomos e privando o acesso aos estudantes, professores e à população ao lazer, cultura e ciência.
  • excesso de luz noturna causa perturbações em animais e plantas noturnos, e também em aves migratórias.
  • a incidência de luz artificial nas praias prejudica as tartarugas e filhotes. Muitas fêmeas deixam de desovar se a praia está iluminada demais; os filhotes ficam desorientados com as luzes artificiais, que o atraem mais do que a luz natural do horizonte, fazendo-os caminhar para o continente ao invés do mar, onde fatalmente são atropelados ou morrem de desidratação.
  • o desperdício gera a necessidade de se construir novas usinas hidrelétricas, termelétricas ou nucleares, causando alagamento e destruição de cidades, plantações e florestas, além de desabrigar cidadãos, lavradores e animais.
  • as represas impedem que os peixes alcancem as nascentes dos rios impedindo a piracema.
  • a madeira submersa se decompõe e, além de ser desperdiçada, libera gás carbônico e aumenta o efeito estufa;   às vezes também destroem patrimônios naturais, como as Cataratas de Sete Quedas, ou históricos, como Canudos.

9.16.15. Poluição visual

9.16.16. Fontes móveis

9.16.17. Poluição visual em rodovias – proteção por meio do paisagismo

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9.16.17.1. Introdução

O objetivo do paisagismo rodoviário é estabelecer um equilíbrio espacial e ambiental com a função de transmitir conforto e segurança ao usuário.
 
Para isto os elementos paisagísticos como drenagem, sinalização, vegetação, arquitetura e outros devem estar em harmonia.
 
Deve-se levar em consideração os aspectos físicos e ambientais como condições climáticas de temperatura, umidade do ar, insolação, ventos e regime pluviométrico, poluição atmosférica, da água e sonora, hidrografia, relevo e características geotécnicas do solo, para proporcionar melhor adaptação ecológica das espécies propostas.
 
O meio físico e biótico da área irá definir quais os tipos de vegetações adequadas para que o habitat natural das espécies não se modifique, interferindo na cadeia natural das espécies vegetais e animais.
 
Estudos adequados são de grande valia para implantação de mirantes, belvederes, monumentos, recreação, assim como: postos de fiscalização, balança e pedágios.
 
Novos serviços como: posto de abastecimento e serviços, motéis, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais devem estar devidamente localizados evitando congestionamentos e desvios no transito das rodovias, provocando desvio da atenção e por conseqüência desastres.

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9.16.17.2. Área de visibilidade desempedida