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Flexibilidade, custo e conformidade: por que a locação avança nos canteiros de obras

Assessoria de Imprensa - 25 de fevereiro de 2026 25 Visualizações
Flexibilidade, custo e conformidade: por que a locação avança nos canteiros de obras

Responsável por cerca de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a construção civil opera sob forte pressão por eficiência, controle de custos e cumprimento de prazos cada vez mais rigorosos. Nesse cenário, a locação de estruturas móveis, como contêineres modulares e toaletes portáteis, tem deixado de ser uma solução pontual para se consolidar como parte estratégica do planejamento construtivo, permitindo maior flexibilidade operacional, adequação às diferentes fases da obra e alinhamento às exigências de segurança e sustentabilidade.

Do ponto de vista econômico, a locação de estruturas móveis tem se consolidado como uma alternativa eficiente à aquisição de ativos permanentes, especialmente em um setor marcado por margens apertadas e alta volatilidade de custos. Ao optar por contêineres modulares e sanitários portáteis locados, construtoras eliminam despesas relacionadas à compra, armazenamento, depreciação e manutenção de longo prazo, além de reduzir a imobilização de capital. Esse modelo permite maior previsibilidade orçamentária, facilita ajustes financeiros ao longo do cronograma da obra e contribui para uma gestão mais racional dos recursos, alinhada às exigências de eficiência e competitividade do mercado da construção civil.

A flexibilidade operacional proporcionada pelas estruturas móveis tem se consolidado como um diferencial relevante na gestão dos canteiros de obras, especialmente em projetos sujeitos a ajustes frequentes de escopo, cronograma ou dimensionamento de equipes. A possibilidade de adaptar rapidamente a quantidade e o tipo de módulos às diferentes fases da obra, do canteiro inicial às etapas finais de execução, contribui para a organização dos fluxos, a segurança do ambiente e a continuidade das atividades. “A locação permite que a infraestrutura acompanhe o ritmo da obra. À medida que o projeto evolui, é possível ampliar, reduzir ou reconfigurar os módulos sem comprometer prazos ou gerar custos desnecessários”, afirma Wéber Moreira, sócio e fundador da Ativa Locação.

No campo regulatório, a adoção de estruturas móveis locadas tem auxiliado construtoras a atender de forma mais eficiente às exigências de saúde e segurança do trabalho, que se tornam cada vez mais rigorosas nos canteiros de obras. A disponibilidade de sanitários adequados, áreas de vivência, refeitórios e espaços administrativos em conformidade com as normas técnicas contribui para a redução de riscos ocupacionais e para a prevenção de passivos trabalhistas. Em um ambiente fiscalizado de perto por órgãos reguladores, a infraestrutura temporária bem dimensionada passa a ser parte essencial da gestão de riscos, garantindo condições adequadas aos trabalhadores e maior segurança jurídica às empresas responsáveis pelos empreendimentos.

O atendimento às normas de segurança e às exigências legais também tem levado empresas a incorporar a locação de estruturas móveis de forma planejada desde o início das obras. A presença de sanitários, áreas de vivência e espaços administrativos adequados contribui para um ambiente de trabalho mais seguro e organizado, reduzindo riscos de autuações e paralisações. “Quando a infraestrutura é pensada desde o planejamento da obra, a empresa ganha previsibilidade e segurança jurídica. A locação permite atender às normas de saúde e segurança com rapidez e flexibilidade, sem criar ativos ociosos ao final do projeto”, reforça Moreira.

A construção civil brasileira enfrenta um cenário de desafios persistentes que impactam diretamente o planejamento e a execução das obras. A elevação dos custos de insumos, a escassez de mão de obra qualificada e a volatilidade dos cronogramas, muitas vezes afetados por fatores climáticos, logísticos e regulatórios, pressionam as margens das empresas e exigem modelos de gestão cada vez mais eficientes. Nesse ambiente, decisões relacionadas à infraestrutura do canteiro deixam de ser operacionais para assumir caráter estratégico, influenciando prazos, produtividade e a qualidade final dos empreendimentos.

Diante de um ambiente cada vez mais complexo e regulado, as construtoras precisam equilibrar eficiência financeira, responsabilidade social e compromissos ambientais, ao mesmo tempo em que lidam com um mercado mais competitivo e com processos de fiscalização mais rigorosos. Nesse contexto, soluções capazes de acompanhar a dinâmica das obras sem gerar desperdícios ou ativos ociosos ganham relevância estratégica. “Hoje, as construtoras são desafiadas a conciliar eficiência econômica com responsabilidade social e ambiental, ao mesmo tempo em que precisam responder a um mercado cada vez mais competitivo e a processos de fiscalização mais rigorosos. A adoção de soluções flexíveis e escaláveis é uma resposta concreta a esse conjunto de pressões que vem moldando o futuro da construção civil no Brasil”, explica Moreira.

Diante de um setor pressionado por custos, prazos, exigências regulatórias e compromissos ambientais, a locação de estruturas móveis tende a se consolidar como um componente permanente do planejamento construtivo, e não mais como uma solução pontual. Ao oferecer flexibilidade, eficiência operacional e adequação às diferentes fases das obras, esse modelo contribui para uma gestão mais racional dos canteiros, reduz riscos e apoia a evolução da construção civil brasileira rumo a práticas mais sustentáveis, seguras e alinhadas às demandas de um mercado cada vez mais técnico e competitivo.