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Liderança

Link-Belt marca o Dia da Mulher com liderança feminina acima da média nacional

Assessoria de Imprensa - 04 de março de 2026 19 Visualizações
Link-Belt marca o Dia da Mulher com liderança feminina acima da média nacional

O equilíbrio da presença feminina em cargos de liderança ainda é um desafio para a maior parte das empresas no Brasil e no mundo. Na Link-Belt, no entanto, esse cenário tem avançado e ganha destaque neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher.

Atualmente, na unidade instalada no Brasil (Sorocaba/SP), as mulheres representam 46,7% do quadro de colaboradores, enquanto os homens somam 53,3%. Entre as posições de liderança, o equilíbrio é ainda mais evidente: 50% dos cargos de comando são ocupados por mulheres, um percentual acima da média registrada na maioria das empresas privadas no Brasil, na América Latina e até mesmo no cenário global.

Levantamento publicado em 2025 pelo LinkedIn aponta que as mulheres estão em 32% dos cargos de liderança no Brasil. Já pesquisa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), realizada em 2023, indica que, na América Latina e no Caribe, elas representam cerca de 38% dos cargos gerenciais no setor privado.

Embora os percentuais variem conforme metodologia, ano e segmento analisado, a maior parte dos estudos aponta a presença feminina na liderança entre 32% e 41% na região.

No cenário mundial, o mesmo levantamento do LinkedIn mostra que o Brasil ocupa a 29ª posição entre 74 países pesquisados, com 31,8% de mulheres em cargos de gestão. Na América Latina, as primeiras colocações são de Colômbia (36,4%) em 9º lugar, Costa Rica (35,1%) em 11º e Chile (34,9%), em 12º lugar.

Liderança natural

Carolina Beranger, analista de RH da Link-Belt, explica que o equilíbrio dos cargos na companhia não foi resultado de uma meta ou estratégia estabelecida pela empresa, mas de um processo construído ao longo do tempo.

De acordo com ela, sempre houve o desejo de manter um ambiente diverso e colaborativo. Com o passar dos anos e das contratações realizadas, muitas mulheres, tanto internamente quanto vindas do mercado, demonstraram alta performance e preparo para assumir novos desafios, o que acabou se refletindo naturalmente nas posições de liderança.

Carolina ressalta ainda que o respeito e a empatia fazem parte dos valores da empresa. Por isso, não houve necessidade de criar programas específicos ou promover mudanças estruturais voltadas exclusivamente à equidade de gênero. “O ambiente já era de valorização profissional, independentemente de gênero”, resume.

Processos seletivos sem distinção

No que diz respeito às contratações, a analista de RH destaca que não há qualquer diferenciação entre homens e mulheres nos processos seletivos.

Segundo ela, tanto a divulgação das vagas quanto as entrevistas seguem os mesmos critérios para todos os candidatos. O que a empresa prioriza é competência técnica, alinhamento com a cultura da companhia e capacidade de enfrentar os desafios da função.

Com trajetória marcada por aprendizado contínuo e atuação em um segmento predominantemente masculino e técnico, Ellen Costa, gerente de operações de vendas da Link-Belt Brasil e América Latina, destaca que os desafios enfrentados contribuíram para sua formação como líder. “Sinto-me realizada e consciente da responsabilidade de representar a liderança feminina nesse contexto, sempre com foco em conhecimento, colaboração e resultados.”

Para Ellen, o mercado de trabalho tem avançado na ampliação de oportunidades para as mulheres, mas ainda exige mudanças estruturais. “É um cenário de avanços, que demanda transformações conscientes e consistentes. Vejo um futuro positivo, com maior presença feminina em posições estratégicas. A diversidade tende a se consolidar como um fator essencial para a inovação, o desempenho das empresas e a construção de ambientes mais equilibrados”, analisa.