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Cor como estratégia: como a Suvinil transforma presença em experiência na Bienal de Arquitetura  

Assessoria de Imprensa - 28 de abril de 2026 32 Visualizações
Cor como estratégia: como a Suvinil transforma presença em experiência na Bienal de Arquitetura   

Em um cenário em que marcas buscam cada vez mais relevância cultural, a presença em eventos deixa de ser apenas exposição e passa a ser construção de experiência. Na Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB), esse movimento aparece com clareza: mais do que ocupar um espaço, empresas vêm usando o ambiente como plataforma para traduzir posicionamento, ancorar narrativas e territórios, além de gerar conexão com o público, propondo conversas que vão além dos portões do Ibirapuera.

Nesse contexto, a Suvinil chega à Bienal com um olhar que parte da cor como linguagem, e não apenas como recurso estético. Como patrocinadora e tinta oficial da mostra, a marca utiliza o espaço para materializar a plataforma Cor Muda Tudo, que propõe a cor como elemento ativo na forma como as pessoas percebem, habitam e se relacionam com os ambientes.

Na prática, isso se desdobra em uma presença que acompanha o próprio percurso do visitante. Ao longo dos pavilhões, as escolhas cromáticas ajudam a construir atmosferas distintas, reforçando conceitos arquitetônicos e criando uma experiência que não se limita à observação, mas envolve sensação, memória e permanência.

“O que nos interessa é entender como a cor participa da vida das pessoas. Quando trazemos esse olhar para um evento como a Bienal, estamos ampliando essa conversa e mostrando como a cor pode influenciar a forma como os espaços são vividos, não só percebidos”, afirma Sylvia Gracia, gerente de Marketing, Cor e Conteúdo da Suvinil.

Esse pensamento ganha uma leitura mais direta no Boteco Suvinil, projeto assinado por Nicole Tomazi e Sergio Cabral ( tomazicabral), que parte de um dos símbolos mais reconhecíveis do cotidiano brasileiro para criar um espaço de convivência dentro da Bienal. Mais do que uma instalação, o ambiente funciona como ponto de encontro ao longo do percurso, convidando o público a permanecer, interagir e experimentar o espaço de forma mais espontânea.

É ali que o estudo Co(r)existir 2026 se materializa de forma mais evidente. Ao traduzir a convivência entre diferentes ritmos, pessoas e histórias em um ambiente informal, o boteco se posiciona como expressão física desse conceito — um lugar onde a cor acompanha relações, ativa memórias e reforça o papel do encontro como parte essencial da experiência.

“O boteco é mais do que um cenário, ele é um dos lugares onde a vida brasileira acontece. Ao trazer esse espaço para a Bienal, a gente reforça esse olhar de que a cor nasce das ruas, das relações e das histórias do cotidiano. É um ambiente democrático e afetivo, onde o íntimo encontra o coletivo e as conversas ganham forma. No fim, ele se torna uma grande declaração de brasilidade, em que a cor aparece como uma experiência cultural viva", complementa Sylvia.

Cor Muda Tudo em diferentes territórios

A presença na BAB não é um movimento isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla da Suvinil de ativar a plataforma Cor Muda Tudo em diferentes contextos pelo país. Antes da Bienal, esse mesmo olhar já havia ganhado corpo em iniciativas como o Projeto Candeal, em Salvador, onde a marca participou da revitalização de mais de 150 casas com envolvimento direto da comunidade.

“Cor Muda Tudo é sobre conectar marca, cultura e território. A presença da Suvinil na Bienal é um desdobramento natural dessa visão, construída ao longo do tempo em iniciativas como a recente ação do Candeal — onde a cor passa a integrar a identidade, a memória e história das pessoas”, diz Renato Firmiano, diretor sênior de Marketing do Consumer Brands Group da Sherwin-Williams no Brasil.

Ao conectar ações em diferentes escalas — de uma comunidade em Salvador a um dos principais eventos de arquitetura, no Sudeste do país — a Suvinil consolida uma estratégia que coloca a cor como eixo central de suas ativações. Mais do que presença, a marca busca construir repertório, mostrando como esse olhar se adapta a contextos distintos, mas mantém o ponto de partida: a cor como agente de transformação.

Serviço

  • Bienal de Arquitetura Brasileira: 27 de março-29 de abril
  • Funcionamento: todos os dias, das 9h00 às 22h00
  • Local: no Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), Parque Ibirapuera