O avanço de 29% no volume de financiamentos do Minha Casa, Minha Vida no primeiro semestre de 2026, que movimentou R$ 79,4 bilhões e alcançou 349 mil unidades contratadas, confirma que o programa vive um dos momentos mais fortes de sua história recente e seus efeitos já começam a ser percebidos na configuração das grandes cidades.
Para Romeu Braga Neto, CEO da REV3, os resultados vão além do aquecimento do mercado imobiliário e sinalizam uma mudança silenciosa na forma como a habitação de interesse social é concebida e inserida nos centros urbanos.
"Os números mostram que o Minha Casa, Minha Vida entrou em uma nova fase. O que muita gente ainda não percebeu é que essa expansão está mudando o perfil das cidades. A moradia popular deixa de ficar restrita às franjas urbanas e passa a ocupar regiões cada vez mais consolidadas, próximas da infraestrutura e da mobilidade. Ao mesmo tempo, os empreendimentos evoluíram em qualidade construtiva, arquitetura, áreas de lazer e soluções urbanísticas, incorporando atributos que antes eram encontrados quase exclusivamente em projetos de padrão mais elevado. Isso representa uma mudança importante não apenas para o mercado imobiliário, mas para a forma de pensar o desenvolvimento das cidades."
Com 10 anos de atuação, a REV3 já lançou mais de 5 mil unidades residenciais, entregou mais de 3 mil moradias e soma mais de R$ 1,5 bilhão em VGV.