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Empreendedor Privado e gestão de projetos

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Capítulo II

Ciclos de desenvolvimento de um projeto

11.7. Ciclo de intenção, criação e desenvolvimento de um projeto

11.7.1. Introdução

11.7.2. Fluxograma: atividades do ciclo da intenção

11.7.3. Exemplo: ciclo de intenção

É o primeiro passo (muita intuição e na maioria das vezes pouca razão) para se colocar em jogo a intenção de se criar ou desenvolver um projeto, aonde a área de marketing tem um passo muito forte e são colocadas em primeira apresentação à formulação do projeto, primeiros estudos de viabilidade e pontos fundamentais para detalhamento da estratégia a ser pesquisada.

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11.7.3.1. Planos da companhia

A companhia já possui os planos diretores de água e esgoto que orientam seus investimentos para além do ano 2006, pois são concebidos para atender às necessidades da população por 20 anos. Para os próximos anos podemos, resumidamente, elencar algumas metas que pretendemos atingir:

·         ampliação da captação de água para atendimento de 100% da população com água de melhor qualidade, quando comparada à qualidade da água existente;

·         construção de adutoras e reservatórios que irão garantir o abastecimento de toda a população;

·         instalação de rede coletora de esgotos para atender 99% da população;

·         instalação de coletores-tronco e interceptores, retirando o esgoto lançado neles e conduzindo-os às estações de tratamento de esgotos (ETEs);

·         construção da ETE principal, aumentando o volume de esgoto tratado para aproximadamente 45% do total gerado pela cidade;

·         redução de perdas com a implantação do plano diretor de perdas, que está sendo elaborado;

·         melhoria do atendimento ao público;

·         realização de obras de conservação e proteção de nossos rios, córregos e ribeirões;

·         automação de todas as unidades de bombeamento e reservação.

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11.7.3.2. Como a companhia está combatendo o desperdício de água

A companhia tem controle das perdas e vem, nos últimos anos, investindo em obras e serviços no sentido de combater os desperdícios. Entre outras, podemos citar as seguintes ações da autarquia:

·         troca de hidrômetros comprometidos que acabam registrando um menor volume de água com consequente perda de receita e faturamento;

·         detecção de vazamentos não visíveis nas adutoras, nas redes de distribuição e nas ligações domiciliares de água, executadas por equipamentos específicos;

·         recuperação das águas utilizadas no processo de tratamento, estando em fase de licitação o projeto executivo para tornar possível o início das obras ainda este ano;

·         contratação de assessoria especializada para, com técnicos da autarquia, elaborarem o Plano Diretor de Perdas, que balizará as ações da companhia, nesta área, para os próximos 20 anos;

·         troca de tubulações antigas, instaladas na cidade, que apresentam constantes rompimentos e consequente perda de água;

·         distribuição de material educativo, conscientizando o consumidor a evitar desperdícios dentro de suas residências;

·         realização de cursos internos sobre controle de perdas de água para que vários técnicos da companhia possam, com mais conhecimentos, atacar os problemas.

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11.7.3.3. Pontos fundamentais de análise

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11.7.3.4. Dados de relatório - abastecimento de água

11.8. Ciclo da avaliação, da criação e do desenvolvimento de um projeto

11.8.1. Introdução

11.8.2. Fluxograma: atividades do ciclo de avaliação

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11.8.2.1. Introdução às atividades do ciclo de avaliação

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11.8.2.2. Fluxograma: Ciclo de avaliação e as áreas de conhecimento

11.8.3. Exemplo: ciclo de avaliação - abastecimento de água

Para que haja uma lógica na evolução do ciclo de intenções para o de avaliação, vamos dar prosseguimento do exemplo da seção 7, outros exemplos encontra-se detalhado no livro Visão Sistêmica da engenharia

Partindo-se das informações das intenções e com aval da Diretoria da Companhia passamos à próxima fase que é complexa pois envolve detalhes de projetos que tornam possível as licitações e conclusão dos recursos de investimentos.

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11.8.3.1. Dados necessários: localidade, população, socioeconômicos e área social

Para que haja uma lógica na evolução do ciclo de intenções para o de avaliação, vamos dar prosseguimento do exemplo da seção 7, outros exemplos encontra-se detalhado no livro Visão Sistêmica da engenharia

Partindo-se das informações das intenções e com aval da Diretoria da Companhia passamos à próxima fase que é complexa pois envolve detalhes de projetos que tornam possível as licitações e conclusão dos recursos de investimentos.

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11.8.3.2. Dados necessários: residencial, comercial, industrial, público, projeção de desenvolvimento

Para que haja uma lógica na evolução do ciclo de intenções para o de avaliação, vamos dar prosseguimento do exemplo da seção 7, outros exemplos encontra-se detalhado no livro Visão Sistêmica da engenharia

Partindo-se das informações das intenções e com aval da Diretoria da Companhia passamos à próxima fase que é complexa pois envolve detalhes de projetos que tornam possível as licitações e conclusão dos recursos de investimentos.

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11.8.3.3. Dados necessários: referentes ao sistema existente

Para que haja uma lógica na evolução do ciclo de intenções para o de avaliação, vamos dar prosseguimento do exemplo da seção 7, outros exemplos encontra-se detalhado no livro Visão Sistêmica da engenharia

Partindo-se das informações das intenções e com aval da Diretoria da Companhia passamos à próxima fase que é complexa pois envolve detalhes de projetos que tornam possível as licitações e conclusão dos recursos de investimentos.

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11.8.3.4. Dados necessários: avaliação econômico-financeira e formulação do projeto de engenharia

Para que haja uma lógica na evolução do ciclo de intenções para o de avaliação, vamos dar prosseguimento do exemplo da seção 7, outros exemplos encontra-se detalhado no livro Visão Sistêmica da engenharia

Partindo-se das informações das intenções e com aval da Diretoria da Companhia passamos à próxima fase que é complexa pois envolve detalhes de projetos que tornam possível as licitações e conclusão dos recursos de investimentos.

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11.8.3.5. Ferramentas técnicas; resultados e evidências

Para que haja uma lógica na evolução do ciclo de intenções para o de avaliação, vamos dar prosseguimento do exemplo da seção 7, outros exemplos encontra-se detalhado no livro Visão Sistêmica da engenharia

Partindo-se das informações das intenções e com aval da Diretoria da Companhia passamos à próxima fase que é complexa pois envolve detalhes de projetos que tornam possível as licitações e conclusão dos recursos de investimentos.

11.8.4. Exemplo: dados de relatório

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11.8.4.1. Ligações existentes e suas projeções

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11.8.4.2. Redes existentes e sua projeção

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11.8.4.3. Consumo médio diário de água

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11.8.4.4. Consumo médio diário de água a ser produzida

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11.8.4.5. Número de bombas

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11.8.4.6. Cálculo da média por faixa de consumo

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11.8.4.7. Cálculo do valor médio da receita

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11.8.4.8. Receita média mensal e anual

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11.8.4.9. Estimativa dos custos da companhia

11.9. Ciclo da consolidação, da criação e do desenvolvimento de um projeto - fase de implantação

11.9.1. Introdução

Dossiê de Consolidação do Plano para a Implantação de um Projeto:

·         nesta fase, partindo-se dos dados de avaliação, todos os interessados no projeto deverão analisar de forma detalhada todos os processos e procedimentos envolvidos para a consolidação nos ciclos:

ü  empresarial (corporativo);

ü  de implantação.

11.9.2. Plano empresarial

·         consolidação do plano empresarial:

ü  formação das matrizes de gestão corporativa;

ü  formação das matrizes específicas para o projeto;

ü  formação das matrizes de indicadores de desempenho de gestão corporativa;

ü  formação das matrizes de indicadores de desempenho específicas para o projeto.

11.9.3. Plano de implantação

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11.9.3.1. Consolidação do plano técnico da empresa

·      formação das matrizes de gestão: Marketing (foco no cliente e no mercado); comercial; engenharia; patrimonial; produção; econômica; financeira; aquisições - suprimento; organização; contábil - plano de contas; recursos humanos; comunicação; qualidade; meio ambiente; social;

·      matriz dos parceiros;

·      consolidação do cronograma master;

·      formação das matrizes de indicadores de desempenho das áreas de conhecimento específicas para o projeto.

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11.9.3.2. Consolidação do plano técnico do projeto

11.9.4. Fluxograma sintético: consolidação da implantação

11.10. Ciclo da consolidação, da criação e do desenvolvimento de um projeto - fase de operação

11.10.1. Introdução

Dossiê de Consolidação do Plano para a Operação de um Projeto:

·      nesta fase, partindo-se dos dados de avaliação, todos os interessados no projeto deverão analisar de forma detalhada todos os processos e procedimentos envolvidos para a consolidação do ciclo de operação. Esta fase interage com a fase de implantação, pois a maioria dos dados para a execução dos projetos de engenharia ocorre após a definição dos equipamentos do ativo do projeto, assim como as áreas necessárias de edificações e estoques de matérias-primas e produtos acabados;

·      a equipe de operação, que deverá participar do projeto, participa na elaboração do projeto nas fases de intenção, avaliação, consolidação, sua implantação e participa de forma efetiva nos testes de operação e finalmente recebe a chave do projeto quando são encerradas as fases de teste e aprovado o termo de entrega do projeto e início de sua operação.

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11.10.1.1. Introdução

Dossiê de Consolidação do Plano para a Operação de um Projeto;

·         nesta fase, partindo-se dos dados de avaliação, todos os interessados no projeto deverão analisar de forma detalhada todos os processos e procedimentos envolvidos para a consolidação do ciclo de operação, esta fase interage com a fase de implantação, pois a maioria dos dados para a execução dos projetos de engenharia ocorre após a definição dos equipamentos do ativo do projeto, assim como as áreas necessárias de edificações e estoques de matérias primas e produtos acabados

·         a  equipe de operação que deverá participar  do empreendimento participa na elaboração do projeto desde a sua fase de intenção, avaliação, consolidação, sua implantação, e participa de forma efetiva nos testes de operação e finalmente recebe a chave do projeto quando são encerradas as fases de teste e aprovado o termo de entrega do empreendimento e inicio da sua operação

11.10.2. Plano de operação

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11.10.2.1. Consolidação do plano técnico da empresa

·       formação das matrizes de gestão: Marketing (foco no cliente e no mercado); comercial; engenharia; patrimonial; produção; econômica; financeira; aquisições - suprimento; organização; contábil - plano de contas; recursos humanos; comunicação; qualidade; meio ambiente; social;

·       matriz dos parceiros;

·       formação das matrizes de indicadores de desempenho das áreas de conhecimento específicas para o projeto;

·       consolidação do cronograma master.

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11.10.2.2. Consolidação do plano técnico do projeto

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11.10.2.3. Consolidação do plano de custos do projeto

·         Consolidação dos custos do plano operacional:

ü      custo das instalações fixas;

ü      custo dos equipamentos fixos e móveis;

ü      composição do custo da mão de obra direta e indireta envolvida no projeto;

ü      composição do custo horário dos equipamentos envolvidos diretamente na produção e no projeto;

ü      composição do custo horário dos equipamentos indiretos envolvidos no projeto;

ü      custo dos insumos dos materiais;

ü      orçamento analítico dos serviços;

ü      curva ABC dos serviços e dos insumos;

ü      relatório mensal dos custos dos insumos;

ü    cronograma de desembolso dos custos diretos dos equipamentos, mão de obra, insumos, diversos, impostos, entre outros; cronograma de desembolso dos indiretos do projeto; parceiros.

·      consolidação do plano dos riscos com enfoque nos custos: custeio definido na parte técnica do projeto;

·      consolidação do plano dos riscos conforme detalhado:

ü    áreas de engenharia, de aquisições, econômico-financeira, de produção, de recursos humanos, contábil, de mercado, concorrentes, governo, entre outros.

·      consolidação do plano relativo ao meio ambiente: custeio do meio ambiente definido na parte técnica do projeto; 

·      consolidação do plano operacional orçamentário no ciclo de operação:

ü     consolidação do lucro, custo de rateio da administração central, vendas, entre outros;

ü     consolidação do plano operacional de desembolso das despesas: diretos, indiretos, riscos, meio ambiente;

ü     consolidação do plano operacional da receita: forma de comercialização dos produtos e sua receita real considerando-se os prazos de pagamentos realmente realizados. 

11.11. Consolidação, criação e desenvolvimento de um projeto - análise do investimento

11.11.1. Introdução

·         consolidação do plano operacional orçamentário no ciclo de operação:

ü  consolidação do lucro, do custo de rateio da administração central, das vendas, dentre outros;

ü  consolidação do plano operacional de desembolso das despesas: diretos, indiretos, riscos, meio ambiente;

ü  consolidação do plano operacional da receita: forma de comercialização dos produtos e sua receita real, considerando-se os prazos de pagamentos realmente realizados.

·         consolidação do plano operacional dos impostos:

ü  formação e cálculo dos impostos diretos;

ü  e indiretos.

·         consolidação do plano operacional do fluxo de caixa, envolvendo: custos direto e indireto do projeto, indireto da empresa, impostos direto e operacional, receita do projeto em vários níveis, lucros, entre outros;

·         consolidação do plano de recursos financeiros para o projeto:

ü  recursos próprios e de terceiros:

Ø  implantação, testes e operação.

·         consolidação dos indicadores de desempenho: detalhados nas áreas dos interessados no projeto;

·         monitoramento do estágio;

·         consolidação do projeto como um todo: pelos acionistas, pelo conselho e pela diretoria executiva e pelos interessados que deverão implantar o projeto.

11.11.2. Fluxo de caixa (exemplo)