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Operação de projetos

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Capítulo I

Criação e desenvolvimento de um projeto

18.1. Natureza, vulto e tipo - operação de um projeto

18.1.1. Natureza do produto

  • natureza do produto, pode ser identificada como:
    • espécie e qualidade;
      • espécie: entende-se o produto a ser ofertado;
      • qualidade: entende-se claramente a responsabilidade de entregar permanentemente um produto dentro dos padrões previamente estabelecidos e nas quantidades necessárias.
  • para assim proceder, determinados aspectos de natureza serão intensa e nitidamente observados:
    • entender a concepção e o funcionamento de cada projeto, seu desmembramento, isoladamente e em conjunto para a obtenção de um produto;
    • respeitar o meio ambiente na obtenção do produto;
    • conhecer os sistemas construtivos e os seus impactos para a operação;
    • simular e estudar intervenções de manutenção preventivas, preditivas e eventuais corretivas, estabelecendo toda a logística de como proceder;
    • garantir a qualidade do produto, identificando medidas de proteção daquilo que ponha em risco o projeto, o produto e a segurança de vidas humanas;
Por exemplo, para o sistema de abastecimento de água está bem claro que as intervenções se darão em todo o ciclo do processo de abastecimento, ou seja: captação da água, adução de água bruta, tratamento da água, elevação, adução de água tratada, reservação e distribuição.
 
A implantação de um projeto, portanto, deverá primar pelo estabelecimento de um rigoroso controle de qualidade de sua execução, podendo assim garantir que o produto seja ofertado com qualidade e nos volumes solicitados.

18.1.2. Vulto

  • é um desafio gigantesco, que requer a captação de elevados recursos financeiros e técnicos, e que deverá envolver empreendedor, parceiros e lideranças na consecução desses objetivos;
  • à equipe do empreendedor, ao participar dessa tarefa, caberá analisar, criteriosamente, os recursos humanos, técnicos e materiais colocados à disposição para serem realizados os trabalhos;
  • verificar se estão adequados em quantidade, qualidade, especificações e características técnicas e produtivas, condizentes com o porte do projeto a ser implantado, podendo assim ,agir com segurança na obtenção dos resultados de prazos e custos esperados pelo empreendedor;
  • antecedendo à análise dos recursos do empreendedor, terá primazia o elenco de outros segmentos que detém parcela representativa no êxito dos projetos, como a qualidade dos projetos executivos, a obtenção das autorizações ambientais e de desapropriações, o apurado estudo das interferências de terceiros, e logística de conhecimento dos materiais e equipamentos, isto é, iluminando primordialmente o planejamento;
  • o vulto e o porte do projeto: recomenda-se um estudo e equacionamento sob todos os aspectos citados acima, aliado aos interesses do empreendedor, considerando o menor impacto possível no conforto do cidadão;
  • é importante a definição do vulto do projeto e sua capacidade de produção, pois muitas vezes pode-se executar um projeto em diversos patamares de produção, atingindo com isto, as diversas fases de equilíbrio técnico e econômico de um projeto.

18.1.3. Tipo de projeto

Tipo I: Usina nuclear, usina hidrelétrica, eclusa, barragem, usina termoelétrica, aeroporto, porto, canais de irrigação, ponte, viaduto, estação de tratamento de água e esgoto, linha de transmissão, subestação, estrada de rodagem, ferrovia, túnel, rede de água e esgoto, drenagem, dragagem, via urbana, metrô, entre outros.
 
Tipo II: Industrial, hospital, escola, cadeia pública, supermercado, shopping, teatro, cinema, banco, hotel, edifício administrativo, edifício residencial, edifício comercial, conjunto habitacional, condomínio, entre outros.
 
Na sequência serão descritos alguns tipos de projetos e suas considerações relevantes.

18.2. Estratégia para a criação e o desenvolvimento de um projeto

18.2.1. Introdução

Selecionar projetos para uma empresa é uma função importante devido às exigências e às necessidades de se agregar valores para a organização, podendo ser divididos em projetos internos e externos.
  • projetos internos: são normalmente investimentos aplicados diretamente na empresa ( organização ) e buscam:
    • aprimorar a técnica de execução de seus trabalhos e sua produtividade;
    • melhorar a imagem da organização;
    • otimizar as operações e melhorar os rendimentos dos equipamentos;
    • desenvolver e aprimorar um produto já existente;
    • desenvolver uma nova estratégia de marketing;
    • desenvolver soluções técnicas que possam proporcionar uma melhoria no sistema de comunicação da empresa;
  • projetos externos: são normalmente investimentos aplicados na obtenção de novos produtos, sendo fontes que aumentam as receitas da empresa e buscam:
    • ampliar a faixa de mercado, compatível com as competências da empresa;
    • rentabilidade compatível com o capital aplicado pelos acionistas;
    • fixar novas tecnologias que devem estar dentro da capacidade da empresa;
    • agregar pessoal adequado para liderar projetos de impacto numa nova faixa de mercado;
    • contribuir para a imagem pública e empresarial da empresa.
Em conclusão, os projetos devem se identificar com as competências básicas da empresa e trazer benefícios técnicos, econômicos, social e ambiental.

18.2.2. Pequenos projetos

Normalmente, as empresas necessitam de pequenos projetos para fazer ajuste em produtos, processos, serviços de pequena monta, e que duram pouco tempo para serem implementados.
 
Por exemplo, a aquisição de um software na área de engenharia, contabilidade, custos, ou um programa especifico de manutenção.
 
Um projeto de pequena expressão monetária também necessita de recursos, tempo para adaptação e acompanhamento na fase de implantação, caso contrário estará sujeito ao fracasso técnico e econômico.
 
A regra básica para a gerência de um pequeno projeto envolve uma análise de identificação das necessidades, um planejamento do projeto, uma pesquisa e coleta de informações (internas e externas à empresa), a análise dos dados coletados e sua filtragem para desenvolver e avaliar alternativas de procedimentos (complexidade), apresentação de recomendações, seus custos de aquisição e de implantação, seu ciclo de vida, além, é claro, do envolvimento dos interessados na implantação (incluindo a fase de treinamento) para a operação do projeto.

18.2.3. Projetos de maior complexidade

Devido à sua importância, quando um único projeto exige ações exclusivas, tecnologia de ponta, conhecimentos específicos, altos investimentos, e como consequência disso, maiores riscos que podem comprometer a empresa, ou ainda, aquela empresa em que se encontra num processo de evolução e amadurecimento de seu ciclo de  vida, sendo necessário uma gerência específica para tratar da criação e desenvolvimento de um projeto.
 
Essa gerência pode ser realizada por meio de consultores externos, ou até mesmo por empresas especializadas na gerência de implantação de projetos. Por exemplo: implantação de uma fábrica de papel e celulose; usina hidrelétrica; industria química; shopping center.

18.2.4. Área interessada e de conhecimento

Estamos assistindo a uma mudança de atitudes nas filosofias da gerência dos procedimentos de trabalho em grupo, salientando atitudes de responsabilidade, consentimento, confiança e consenso, buscando principalmente os seguintes pontos: formação da matriz de interessados (internos e externos à empresa) no desenvolvimento do projeto; formação da matriz de conhecimentos que envolvem os objetivos do projeto; matriz de descentralização total das tomadas de decisões; confiança para que as equipes executem suas funções com competência; estabelecimentos de processos que devem servir de parâmetros a organização; confiança na comunicação entre os interessados na evolução do projeto; as soluções são tomadas em consenso, programas de treinamento; entre outros. 
 
Toda organização tem partes interessadas, e cada parte, suas necessidades e expectativas. As partes interessadas das organizações incluem:
  • clientes e usuários finais;
  • pessoas na organização;
  • proprietários/investidores (tais como acionistas, indivíduos ou grupos -incluindo o setor público-, que tenham um interesse específico na organização);
  • fornecedores e parceiros;
  • sociedade na figura de comunidade e público atingidos pela organização ou seus produtos.
A seguir apresentamos as principais áreas  de uma empresa associada aos conhecimentos de cada atividade, lembrando que cada uma delas pode recorrer a consultores especializados e externos à empresa:
  1. Acionistas: planejamento estratégico e seus riscos técnicos, econômicos, ambientais e sociais; investimentos e forma em termos de capital; rentabilidade; formação da matriz de gestão corporativa de decisões; aprovação das intenções, da avaliação do projeto; consolidação do plano; equipe de implantação e operação do projeto, e demais ações pertinentes à particularidade do projeto, tais como qualidade do projeto e imagem da empresa.
  2. Conselho: participa na orientação do plano estratégico da empresa, dos projetos mais específicos e demais ações pertinentes às particularidades do projeto, tais como qualidade do projeto e imagem da empresa.
  3. Presidência: tem a responsabilidade da formação da matriz de gestão corporativa de decisões e da matriz de gestão operacional orçamentária corporativa. Coordena as atividades de definição e implantação dos projetos específicos e demais ações pertinentes à particularidade do projeto, tais como qualidade do projeto e imagem da empresa.
  4. Marketing: participa e monitora a criação de um novo projeto, desenvolve estratégias de avaliação de mercado e dos clientes, acompanha a implantação dos projetos e avalia as áreas de produção, engenharia, aquisições, patrimônio, econômico-financeira junto aos clientes e ao mercado, além de monitorar os riscos, qualidade, meio ambiente e imagem da empresa e do projeto.
  5. Qualidade e Controle Tecnológico: participa na criação do plano da qualidade do projeto, na sua aplicação e monitora a sua execução, levando a cultura da qualidade da empresa para dentro do projeto, incluindo os laboratórios que ensaiam materiais, componentes e equipamentos do ativo.
  6. Administração: participa na formação da projeção do balanço contábil, social e ecológico na implantação de um projeto, traz também informações adicionais e específicas na implantação de um projeto, além de monitorar os riscos do projeto.
  7. Projetistas e Arquitetos: elaboram estudos preliminares com a descrição funcional, incluindo : a localização, principais requisitos, limitações, programas, etc.; projeto básico - conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços, elaborados com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do projeto, qualidade e controle tecnológico, que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, finalmente o projeto construtivo, baseado no projeto básico detalhando todos os elementos que compõem a execução de um projeto.
  8. Engenharia: elabora o planejamento técnico (análise, período que deve ser implantado, análise dos eventos mais simples e mais complexos, organiza os eventos, níveis de produção, suprimento) e orçamentário (custos, fluxo de caixa) de um projeto, entre outros. Além de monitorar riscos, qualidade, meio ambiente e imagem da empresa e do projeto.
  9. Econômico-Financeiro: elabora e implanta o plano de investimentos e a obtenção de recursos para a sua implantação, controla a aplicação dos recursos, além de monitorar os riscos e a imagem da empresa e do projeto.
  10. Patrimônio: elabora, implanta e monitora o plano de gestão técnica, econômica e financeira do projeto relacionado aos equipamentos a serem implantados no projeto, além de monitorar os riscos, qualidade, meio ambiente, imagem da empresa e do projeto.
  11. Aquisições: elabora, implanta e monitora o plano de gestão de aquisições de fornecedores, condiciona na origem a qualidade final do produto, formação de parcerias, entre outros, além de monitorar os riscos, qualidade, meio ambiente e imagem da empresa e do projeto.
  12. Recursos Humanos: elabora, implanta e monitora a matriz de gestão operacional na implantação de um projeto, inclusive a parte de treinamento, além de monitorar os riscos, qualidade, meio ambiente, social e imagem da empresa e do projeto.
  13. Implantação: elabora o plano de implantação do projeto, monitora a gestão técnica, econômica e financeira do projeto até o momento de sua entrega definitiva para o pessoal de operação, além de monitorar os riscos e ações relacionados ao meio ambiente, qualidade, social e da imagem da empresa e do projeto.
  14. Comunicação: elabora o plano de implantação de comunicação do projeto, monitora as informações entre as várias áreas da empresa e seus clientes externos, relacionados com o projeto.
  15. Riscos: coordena os riscos das diversas áreas da empresa, desde a intenção da execução de um projeto até a efetiva entrada em operação, também monitora as informações das diversas áreas de conhecimento.
  16. Sistema de Informática: coordena a implantação dos programas de informática do projeto na empresa e suas áreas de conhecimento, assim como as ações na internet e na intranet.
  17. Meio Ambiente: elabora o plano de intenções do projeto relacionando as prioridades ambientais da empresa e da sociedade civil, de acordo com as leis ambientais do país e monitora sua aplicação
  18. Ações Legais: fontes governamentais, instituições relacionadas com a área em que se desenvolve o projeto (CREA, PMS, órgãos federais, estaduais, municipais, entidades de classe, sindicatos), ações políticas, legislações sobre o financiamento do projeto, segurança, aspectos sociais do projeto, associações, institutos.
  19. Controller: tem a finalidade de monitorar todo o processo técnico e econômico do projeto, realizando inclusive as auditorias necessárias a dar maior segurança ao desenvolvimento dos trabalhos.
  20. Administração Pública: atua em todos os âmbitos e influi em todos os processos.
  21. Comitê para a Implantação do Projeto: formado por pessoas com conhecimento na área do projeto a ser desenvolvido, com cultura e flexibilidade nas suas ações e que deverá se relacionar diretamente com o Líder do projeto além de saber se relacionar com os acionistas, conselho e diretores.
  22. Líder para a Implantação do Projeto: líder de implantação de um projeto, com conhecimento na área do projeto a ser desenvolvido, além de cultura e flexibilidade nas suas ações, devendo integrar a equipe sob seu comando, assim como saber se relacionar com os interessados mencionados acima.
  23. Equipe de Gestão do Projeto: equipe que deverá realizar a implantação de um projeto, que tem conhecimento na área do projeto a ser desenvolvido, cultura e flexibilidade nas suas ações, entrosados com a direção da empresa e as diversas áreas de conhecimento mencionadas acima. 
  24. Líder para a Operação do Projeto: líder que tem conhecimento na área de operação de um sistema, com cultura e flexibilidade para comandar e tomar decisões para a execução do produto final.

18.2.5. Ciclo de vida para a implantação de um projeto

18.2.6. Orientação para a realização dos processos

A implantação de um projeto, desde a intenção até a sua operação, está vinculada diretamente aos processos e subprocessos necessários para que seja concluída de maneira satisfatória.
 
Podemos considerar para as evoluções dos estágios que, desde o ciclos das intenções até os ciclos de avaliação, consolidação, implantação e operação, essa estrutura em procedimentos permite uma atuação segura para a integração das áreas de conhecimento (acionistas, conselho, presidência, marketing, administração, engenharia, econômico-financeiro, patrimônio, aquisições, recursos humanos, produção, comunicação, meio ambiente ações legais, qualidade, controller, integração), por meio de:
  • processos de coleta de dados de entrada - dados para a formatação das análises;
  • processamento dos dados - ferramentas de análise - processos auxiliares (subprocessos) vinculados à cultura da empresa, interessados internos e externos ao projeto da empresa e de expertes e consultores específicos do projeto em questão, sendo sempre uma série de operações necessárias para registrar dados e convertê-los em todas as informações de saída desejáveis;
  • e de saída das informações - resultado da análise das entradas e seu processamento para a execução do planejamento e controle, e consequentemente, para tomada de decisões, servindo como subsídios a outras análises subsequentes.
A interligação desses processos depende do projeto e de suas dimensões, mas de uma forma geral, deveremos considerar para qualquer um dos estágios (ciclos) acima mencionados a seguinte interdependência:
  • processo de inicialização: estabelece a base do projeto como um todo ou um dos estágios e obtém o compromisso dos interessados (ações, responsabilidades, metas, técnicas, custos, entre outros) para com o projeto;
  • processo de planejamento: desenvolve um plano para orientar a execução das metas do projeto como um todo ou um dos estágios acima mencionados, fixando principalmente as precedências lógicas das atividades (fluxogramas, desenhos, metas, estratégias, detalhamento técnico e econômico, recursos humanos e de equipamentos e materiais, entre outros), o controle (avaliação do andamento do projeto nas áreas de conhecimento), e o encerramento do projeto, com ênfase no cumprimento das metas;
  • processo de execução: coordena os recursos do projeto como um todo ou um dos estágios acima mencionados, tanto humanos como materiais, equipamentos, enfim, os insumos, para ser realizado o trabalho descrito no plano, sendo a área de maior gasto na implantação de um projeto. No caso do ciclo de implantação do projeto há:
    • construção (materiais, mão de obra e equipamentos para a execução das instalações referentes a edificações ou similares), que faz parte do ativo fixo de um projeto, como a construção de uma barragem, ou de um edifício; instalações efetivas de produção, que fazem parte do ativo fixo do projeto, teste inicial, final e início de operação,como as turbinas que deverão gerar energia de uma hidrelétrica, os elevadores e sistema de inteligência de um edifício;
  • processo de controle: acompanha e mede o desenvolvimento do projeto, principalmente o processo de execução, fazendo ajustes para garantir que este atinja suas metas;
Processo de encerramento: conclui formalmente o projeto mediante a aceitação do produto e documenta administrativamente o encerramento.

18.3. Ciclo da intenção, criação e desenvolvimento de um projeto

18.3.1. Introdução

18.3.2. Fluxograma: principais atividades do ciclo da intenção

18.4. Ciclo da avaliação, criação e desenvolvimento de um projeto

18.4.1. Introdução

18.4.2. Fluxograma: principais atividades do ciclo da avaliação

18.5. Ciclo da consolidação, criação e desenvolvimento de um projeto - fase de implantação

18.5.1. Introdução

Dossiê de Consolidação do Plano para a Implantação de um Projeto;
  • Nesta fase, partindo-se dos dados de avaliação, todos os interessados no projeto deverão analisar de forma detalhada todos os processos e procedimentos envolvidos para a consolidação nos ciclos de:
    • empresarial (corporativo);
    • Implantação.

18.5.2. Plano empresarial

  • consolidação do plano empresarial:
    • formação das matrizes de gestão corporativa;
    • formação das matrizes específicas para o projeto;
    • formação das matrizes de indicadores de desempenho de gestão corporativa;
    • formação das matrizes de indicadores de desempenho específicas para o projeto.

18.5.3. Plano de implantação

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18.5.3.1. Plano técnico da empresa

  • consolidação do plano técnico da empresa:
    • formação das matrizes de gestão: marketing (foco no cliente e no mercado); comercial; engenharia; patrimonial; produção; econômica; financeira; aquisições -  suprimento; organização; contábil – plano de contas; recursos humanos; comunicação; qualidade; meio ambiente; social;
    • matriz dos parceiros;
    • consolidação do cronograma máster;
    • formação das matrizes de indicadores de desempenho das áreas de conhecimento específicas para o projeto;
    • consolidação do cronograma máster.

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18.5.3.2. Plano técnico do projeto

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18.5.3.3. Consolidação do plano de custos

  • consolidação do plano de custos
    • custos de construções;
    • custos dos equipamentos do ativo fixo;

18.5.4. Fluxograma: atividades do ciclo de consolidação na fase de implantação

18.6. Ciclo da consolidação, da criação e do desenvolvimento de um projeto - fase operação

18.6.1. Introdução

Dossiê de Consolidação do Plano para a Operação de um Projeto:
  • Nesta fase, partindo-se dos dados de avaliação, todos os interessados no projeto deverão analisar de forma detalhada todos os processos e procedimentos envolvidos para a consolidação do ciclo de operação. Essa fase interage com a fase de implantação, pois a maioria dos dados para a execução dos projetos de engenharia ocorre após a definição dos equipamentos do ativo do projeto, assim como as áreas necessárias de edificações e estoques de matérias-primas e produtos acabados.
  •  A  equipe de operação que deverá participar  do projeto deve participar na elaboração do projeto desde a sua fase de intenção, avaliação, consolidação, e sua implantação, participando de forma efetiva nos testes de operação e, finalmente, deve receber a chave do projeto quando são encerradas as fases de teste e aprovado o termo de entrega do projeto e início da sua operação.

18.6.2. Plano de operação

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18.6.2.1. Consolidação do plano técnico da empresa

  • formação das matrizes de gestão: marketing (foco no cliente e no mercado); comercial; engenharia; patrimonial; produção; econômica; financeira; aquisições - suprimento; organização; contábil – plano de contas; recursos humanos; comunicação; qualidade; meio ambiente; social;
  • matriz dos parceiros;
  • consolidação do cronograma máster;
  • formação das matrizes de indicadores de desempenho das áreas de conhecimento específica para o projeto;
  • consolidação do cronograma máster.

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18.6.2.2. Consolidação do plano técnico do projeto

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18.6.2.3. Consolidação do plano de custos

  • consolidação dos custos do plano operacional
    • custo das instalações fixas;
    • custo dos equipamentos fixos e móveis;
    • composição do custo da mão de obra direta e indireta envolvida no projeto;
    • composição do custo horário dos equipamentos envolvidos diretamente na produção e no projeto;
    • composição do custo horário dos equipamentos indiretos envolvidos no projeto;
    • custo dos insumos dos materiais;
    • orçamento analítico dos serviços;
    • curva abc dos serviços e dos insumos;
    • relatório mensal dos custos dos insumos;
    • cronograma de desembolso dos custos diretos dos equipamentos, mão de obra, insumos, diversos, impostos, entre outros; cronograma de desembolso dos indiretos do projeto; parceiros.
  • consolidação do plano dos riscos com enfoque nos custos: custeio definidos na parte técnica do projeto.
  • consolidação do plano dos riscos conforme detalhado:
    • áreas de engenharia, aquisições, econômico-financeiro, produção, recursos humanos, contábil, mercado, concorrentes, governo, entre outros.
  • consolidação do plano relativo ao meio ambiente: custeio do meio ambiente definidos na parte técnica do projeto;
  • consolidação do plano operacional orçamentário:no ciclo de operação:
    • consolidação do lucro, custo de rateio da administração central, vendas, entre outros;
    • consolidação do plano operacional de desembolso das despesas: diretos, indiretos, riscos, meio ambiente.
    • consolidação do plano operacional da receita: forma de comercialização dos produtos e sua receita real considerando-se os prazos de pagamentos realmente realizados.

18.7. Análise de investimentos, projetos e viabilidade

18.7.1. Viabilidade, estudo do capital de alavancagem de terceiros e fluxo de caixa

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18.7.1.1. Exemplo de ciclo de vida de um projeto e seu investimento ao longo de 10 anos

A seguir, apresentamos um projeto que envolve vários investimentos com aplicação de capital e ciclo de vida ao longo de 10 anos.

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18.7.1.2. Horizonte

A primeira parte do estudo consiste em determinar o horizonte do investimento, encontrando a forma operacional adequada em função de uma pesquisa de mercado que se mostrou interessante aos negócios do grupo de investidores.

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18.7.1.3. Capital

A segunda parte consiste na determinação do capital social e o capital de alavancagem de terceiros, com empréstimos do BNDES e, finalmente, a terceira parte: a conclusão do horizonte do investimento e o fluxo de caixa.

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18.7.1.4. Envolvimento do projeto

O projeto prevê as modalidades de investimentos compostos por construções e equipamentos fixos e móveis, as despesas centrais englobam as áreas de administração, patrimônio, recursos humanos, engenharia e aquisição, este projeto tem fortes vínculos com o meio ambiente, os riscos foram incluídos nos valores de construção e equipamentos.
 
O projeto tem uma vida útil de 10 anos, necessita de aporte financeiro de terceiros, incluindo o BNDES e bancos particulares.

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18.7.1.5. Saldo de caixa

No saldo de caixa apresenta-se o resultado do investimento.

Neste momento o projeto se encontra no sexto ano de vida útil e na quarta parte deste estudo  tem-se alguns índices de desempenho do projeto, focando a receita, despesa, a relação receita e despesa, o resultado, os investimentos realizados e finalmente a relação resultado comparando o investimento realizado.

18.7.2. Viabilidade técnica e econômica

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18.7.2.1. 1ª parte: Cálculo do horizonte do investimento: viabilidade operacional, técnica e econômica

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18.7.2.2. 2ª parte: estudo do capital social e capital de alavancagem

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18.7.2.3. 3ª parte: conclusão do horizonte

18.7.3. Exemplo de indicadores de desempenho

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18.7.3.1. Receita bruta

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18.7.3.2. Despesas

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18.7.3.3. Receita versus despesa

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18.7.3.4. Resultado

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18.7.3.5. Investimento

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18.7.3.6. Resultado versus investimento