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Construtor, montador e instalador

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Capítulo I

Planejamento gerencial técnico

12.1. Procedimentos do gerenciamento técnico

12.1.1. Introdução

O objeto do empreendedor prevê a contratação da empresa de engenharia, construtora, montadora, instaladora, controle tecnológico, consultores, especialistas, entre outras, para a realização de serviços de execução de um projeto.

As atividades técnicas a serem desenvolvidas pelas empresas, entre outros:

·      deverão garantir a execução do projeto, as obras, os equipamentos e os serviços previstos, tendo como objetivo, entre outros:

ü    obediência aos dispositivos contratuais, inclusive os da proposta de técnica e de preços;

ü    qualidade técnica dos serviços;

ü   o atendimento e a obediência aos projeto de engenharia, às normas técnicas e às recomendações do empreendedor (cliente);

ü    o cumprimento dos prazos e das metas contratuais ou daquelas estabelecidas pelo empreendedor (cliente);

ü    desempenho da estrutura da empresa na execução do contrato;

ü    quantitativos dos serviços executados para fins de elaboração das medições;

ü    prevenção e mitigação do impacto sobre o meio ambiente decorrente das atividades construtivas e da implantação e da utilização do canteiro de obras, dos alojamentos e das instalações industriais.

Para atender a esses objetivos e ao objeto do contrato; o empreendedor (cliente) espera que a empresa dê atenção aos seguintes requisitos considerados estratégicos

·         execução técnica do projeto relacionada com seus custos;

·         revisão ou adequação do projeto de engenharia e dos desenhos, quando se fizer necessário;

·         plano e definição do escopo;

·         enfoque nos eventos mais simples e naqueles considerados como complexos;

·         organização dos eventos perante o tempo;

·         estabeleça os níveis de produção para a execução de seus serviços;

·         determine as equipes de mão de obra e equipamentos;

·         determine os insumos e os equipamentos dos ativos;

·         estabeleça os serviços de apoio;

·         defina com clareza o canteiro de obras e o acampamento;

·         determine as equipes dos indiretos;

·         estabeleça as prioridades com relação ao meio ambiente;

·         considere os riscos na execução do prjeto;

·         esclarecimentos à empresa quanto ao projeto de arquitetura e engenharia;

 

12.1.2. Fluxograma: planejamento gerencial técnico

12.2. Análise e revisão de projetos de arquitetura e engenharia

12.2.1. Introdução

Inicialmente a empresa participante, contratada, analisará o processo construtivo do projeto executivo de arquitetura e engenharia e caso observe assuntos específicos contraditórios, proporá ao empreendedor (cliente) soluções que envolvam pessoal especializado, observando:

·      a suficiência de informações do ponto de vista construtivo;

·      a análise de confiabilidade;

·      a revisão dos projetos executivos de arquitetura e engenharia e notas de serviço, para compatibilizá-los com as condições locais e os demais projetos;

·      ou ainda, quando necessário, para os recursos disponíveis, serão inspecionadas as fontes de materiais, para verificação das atuais condições de explorabilidade estas;

·      e sugerindo eventuais alterações ou atualização ou adaptação das especificações técnicas, mediante solicitação e orientação a ser fornecida pelo empreendedor e ainda controlar e manter atualizados os arquivos e os projetos liberados para a obra.

Quando do recebimento dos projetos executivos de implantação, a empresa participante analisará as possíveis interferências que possam ocorrer com relação às exigências dos órgãos ambientais, de maneira que os serviços não venham a sofrer comprometimento.

Da análise, ponderação e tomada de decisões em relação aos projetos executivos, serão definidas as providências a serem tomadas pela empresa participante, para submeter ao empreendedor (cliente) alternativas de soluções e recomendações.

Na condução desta atividade de verificação e recomendações, deverão ser efetuadas pesquisas, estudos ou outras providências que permitam atingir soluções rápidas e consistentes, em favor de uma adequada contribuição ao sucesso do projeto.

Com o transcorrer da execução do empreendimento podem, no entanto, surgir fatos novos que exijam a realização de atualizações parciais dos projetos, o que será feito pela equipe técnica da empresa participante e colocadas para aprovação do cliente.

Como exemplo clássico desse tipo de problema pode-se citar a estabilidade de taludes de cortes em encostas muito íngremes, onde somente após concluídas as escavações pode-se melhor avaliar as soluções do projeto, podendo ocorrer a necessidade de atualizações.

Caso se detectem interferências, a equipe técnica da empresa participante elaborará um relatório detalhado, envolvendo levantamentos detalhados, cadastro fotográfico e diretrizes obtidas nas respectivas empresas participantes responsáveis, o que permitirá aos setores competentes a definição das alterações que eliminem o problema.

Em um segundo caso poderemos ter algum tipo de contrato onde a empresa participante tenha que conferir todos os cálculos e estabelecer um programa de verificação de cálculos que requeira pessoal especializado ou mesmo desenvolver projetos como é a maioria das concessões, como por exemplo as atividades das concessionárias no estado de São Paulo.

12.2.2. Fluxograma: revisão dos projetos de arquitetura e engenharia

12.3. Serviços de consultoria

12.3.1. Introdução

Nos casos de anomalias, de não conformidades que precisam de serviços de consultoria técnica especializada, serão, quando necessário, contratados os serviços de consultoria para a emissão de pareceres técnicos, que subsidiem as tomadas de decisões, nos assuntos referentes aos projetos executivos e às atividades relacionadas às empresas participantes.

Entre as principais necessidades da emissão de parecer técnico, destacam-se as seguintes:

·      estabelecer as diretrizes e os procedimentos de cálculo, para a verificação no detalhamento do projeto executivo, em função de divergências que possam ocorrer durante a implantação (construção);

·      estabelecer as diretrizes referentes ao processo construtivo e com divergências ao especificado em projeto;

·      estabelecer as diretrizes referentes ao processo construtivo adotado pela empresa participante quando se tratar de processo inovador;

·      estabelecer as diretrizes em relação ao processo de fabricação adotado pelos subempreiteiros de materiais e componentes do ativo do projeto, caso necessário;

·      estabelecer formas de relacionamento com o empreendedor (cliente) para que ele tenha conhecimento do assunto a ser tratado e aprove a contratação dos serviços de consultoria.

12.3.2. Fluxograma: serviços de consultoria

 

Fluxograma

12.4. Procedimentos com relação ao meio ambiente

12.4.1. Introdução

Os procedimentos a serem considerados dependem muito do tipo de contrato que é estabelecido entre o empreendedor (contratante) e o participante (contratado), portanto na realidade cada caso depende das premissas que o empreendedor tem como objetivo.

Por exemplo, para contratos de concessão a contratada assume tarefas de licenciamento ambientais para todos aqueles projetos que deverão ser implantados, portanto são casos bastante complexos e de longo alcance.

Assim, para os procedimentos mais simples a empresa executora dos serviços deverá apresentar um plano de ação para cobrir todas as ações mitigadoras que deverão ser compridas ao longo do contrato.

Em nosso escopo indicativo apresentamos as principais ações que deverão ser tomadas pela empresa participante.

12.4.2. Fluxograma: procedimentros com relação ao meio ambiente

12.5. Escopo dos serviços, lista de atividades dos eventos e quantitativos

12.5.1. Introdução

A atividade do escopo dos serviços engloba, em detalhes, a lista de eventos e seus quantitativos, especificações técnicas, entre outras, para que seja finalizado com sucesso o contrato de execução de um projeto.

O planejamento técnico do escopo dos serviços consiste na elaboração de uma declaração por escrito, que sirva de base para decisões futuras do projeto, partindo-se de uma análise detalhada dos projetos de arquitetura e engenharia, dos desenhos e das especificações dos projetos, da cultura da empresa participante e das necessidades do empreendedor (cliente).

A descrição dos eventos documenta as características do produto ou do serviço para o qual foi criado e podemos observar que inicialmente partimos dos projetos preliminar e básico, que envolvem menos detalhes que dos projetos executivos que envolvem mais detalhes.

A definição do escopo envolve sub divisões de resultados da análise dos projetos de arquitetura e engenharia em componentes menores e projetos básicos, porém de suma importância na definição de execução técnica do projeto, assim como, na definição e exatidão de duração da sua execução, recursos e custos, na referência para a medição e o controle do desempenho e na facilidade na definição clara das responsabilidades.

Uma definição apropriada do escopo é essencial para a definição dos riscos que envolvem um projeto, e quando a definição não é consistente, teremos reflexos nos custos que poderão trazer alterações inevitáveis e que normalmente rompem com o ritmo de andamento e conclusão do projeto.

Devemos considerar também que durante esta fase torna-se necessário a contribuição das diversas áreas de conhecimento da empresa, principalmente  quando o contrato é executado sob cláusulas definidas pelo empreendedor e irreversíveis contratualmente.

12.5.2. Fluxograma: escopo dos serviços, lista de atividades e quantitativos dos eventos

12.5.3. Planilha macro e sintética dos principais serviços

12.5.4. Planilha de serviços: ordenação e quantificação dos eventos

12.6. Métodos construtivos

12.6.1. Introdução

A sistemática de execução de obras está bastante explorada em outras seções, isto posto, apresentamos alguns exemplos práticos e que estão sendo aplicados, entre outros, no Metrô de São Paulo.

12.6.2. Metrô de São Paulo

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12.6.2.2. Construções subterrâneas

As linhas de metrô subterrâneas são as mais apropriadas para as áreas densamente ocupadas, proporcionando menor impacto na superfície, menor volume de desapropriações, facilidades para o remanejamento de grandes interferências enterradas, reduzidas interrupções do tráfego e preservação do patrimônio histórico. Para sua execução, estão disponíveis três métodos construtivos:

·         Trincheiras ou VCA (Valas a Céu Aberto);

·         Túneis mineiros (NATM-New Austrian Tunnelling Method);

·         Mecanizado ou por máquinas tuneladoras (TBM - Tunnel Boring Machines)

Trincheiras ou VCA

Também conhecido como método destrutivo devido à sua interferência na superfície, o método de trincheiras, ou VCA, é utilizado em condições geotécnicas e geológicas variadas. O recobrimento costuma ser baixo, de até 20 m de profundidade, e aplica-se onde não há interferência com o sistema viário, ou onde seja possível desviar o tráfego sem que isto cause grandes transtornos.

Em linhas gerais, os procedimentos são os seguintes:

·         abertura de valas de grandes dimensões;

·         paredes laterais de contenção, escoradas ou em talude;

·         rebaixamento de lençol freático existente à profundidade necessária;

·         construção das estruturas definitivas, como paredes, lajes e pilares;

·         e, finalmente, o reaterro.

O VCA também é conhecido como cut-and-cover e foi o método mais utilizado para a construção da Linha 1-Azul, tendo sido aplicado de forma contínua no trecho entre Jabaquara e Liberdade.

Uma variação desse processo, conhecido como método invertido ou cover-and-cut, é utilizada quando a ocupação temporária da superfície precisa ser abreviada devido às condições locais.

Aqui, o procedimento é o seguinte:

·         as paredes de contenção são executadas a partir da superfície;

·         em seguida, é feita a laje de teto, que libera o tráfego de superfície;

·         depois, é feito o escoramento interno das paredes laterais;

Conclui-se com as etapas sucessivas de escavação e execução de lajes intermediárias, até atingir-se a cota desejada.

VCA-Poço escorado na esquina da Avenida Paulista com Rua da Consolação

Esse método foi utilizado para o traçado da Linha 2-Verde sob as avenidas 23 de Maio e Heitor Penteado.

Escavação invertida, notar laje de teto e paredes de contenção

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12.6.2.3. Túneis NATM

O método NATM é utilizado com sucesso na construção de túneis e de estações subterrâneas de grandes dimensões. Uma de suas vantagens é a adaptabilidade da seção de escavação, que pode ser modificada em qualquer ponto, de acordo com as necessidades geométricas e de parcialização da escavação. Esta às vezes se torna necessária em maciços pouco competentes ou que estão sob forte pressão hidrostática. Nesses casos, outras medidas associadas à aplicação desse método são: rebaixamento do lençol freático, revestimento prévio e, a mais comumente usada, injeções químicas ou de cimento.

O NATM consiste na escavação sequencial do maciço, utilizando concreto projetado como suporte, associado a outros elementos como cambotas metálicas, chumbadores e uso de fibras no concreto, em função da capacidade autoportante do maciço.

Por meio do método NATM, a deformação do maciço adjacente é deliberadamente favorecida, adaptando-a ao contorno escavado, bem como redistribuindo e reduzindo as tensões máximas induzidas, evitando-se assim a desagregação do maciço.

 

Os tipos de condicionamento de maciço mais comuns são:

·         colunas de solo-cimento horizontais ou verticais

·         enfilagens tubulares (injeção de calda de cimento através de tubos)

·         enfilagens cravadas (tubos metálicos)

·         injeção química (injeção de produtos químicos aglutinantes)

·         agulhamento (vergalhões de aço, fibra de vidro ou jet grouting)

·         drenagem - rebaixamento do nível d'água (poços, ponteiras, drenos - vácuo)

·         congelamento do maciço

·         enfilagens por micro túneis

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12.6.2.4. Construções em superfície

12.7. Procedimentos para a valorização do controle da qualidade da obra, dos serviços, dos materiais e dos equipamentos

12.7.1. Introdução

A empresa deverá garantir, quando necessário, a execução do controle tecnológico de cada etapa de execução dos serviços, incluindo por exemplo a qualidade dos materiais extraídos das áreas de empréstimos e também o acompanhamento e verificação dos testes e ensaios de recebimento de materiais e/ou equipamentos do ativo fixo do empreendimento.

assim teremos basicamente as seguintes atividades e responsabilidades da empresa:

·         ensaios de campo e de laboratório com freqüências pré-estabelecidas nas especificações e normas estabelecidas no projeto de engenharia e aquelas definidas pelo cliente, para verificar e garantir a qualidade dos serviços, materiais, equipamentos do ativo, empregados, em  que constarão análises dos resultados obtidos  quanto à aceitação ou rejeição dos serviços, materiais e/ou equipamentos do ativo;

·         controlar os ensaios de campo e de laboratório sob responsabilidade de terceiros e seus certificados em que constarão análise dos resultados obtidos quanto à aceitação ou rejeição dos ensaios;

·         notificar ao cliente quando, mediante análise dos resultados do ensaio, ocorrerem rejeições dos serviços, materiais, e/ou equipamentos do ativo, acompanhados do motivo de rejeição dos mesmos;

·         analisar e apresentar ao cliente, parecer sobre os resultados obtidos em ensaios especiais que tenham sido feitos em laboratórios externos, previamente aprovados pelo cliente;

·         esclarecer dúvidas e/ou verificar discrepâncias quanto a resultados de ensaios de materiais e/ou serviços executados no campo, laboratório do canteiro central de obras ou ainda em laboratórios externos;

·         os resultados dos ensaios realizados serão apresentados em formulários de acordo com o padrão do cliente e deverão indicar nome da obra, data, número de registro, por exemplo: estaca, serviço, operador, dados dos equipamentos, dados medidos, calculados e resultantes;

·         organizar e manter atualizados e disponíveis para consulta do cliente toda a documentação (recebida, enviada, gerada, normas técnicas, especificações, metodologia padronizada, e quaisquer outros documentos contratuais que possam vir a completá-lo, etc.), referente ao controle tecnológico das obras;

·         apresentar, no relatório mensal, relação de todos os ensaios executados no período, bem como os respectivos pareceres sobre os resultados obtidos, e comentários sobre a qualidade e o padrão de controle tecnológico atingido pelas obras.

12.7.2. Escopo dos serviços

·      a atividade do escopo dos serviços de controle tecnológico engloba, em detalhes, a lista de eventos e seus quantitativos e as especificações técnicas, entre outras, para que seja finalizado com sucesso o contrato de execução de um projeto;

·      o planejamento técnico do escopo dos serviços de controle tecnológico consiste na elaboração de uma declaração por escrito que sirva de base para decisões futuras do projeto, partindo-se de uma análise detalhada dos desenhos e das especificações do projeto, da cultura da empresa e das necessidades do cliente;

·      a descrição dos eventos documenta as características do produto ou dos serviço para o qual foi criado e podemos observar que inicialmente partimos dos desenhos básicos que envolvem menos detalhes para em seguida á inclusão dos projetos construtivos mais detalhados;

·      a definição do escopo envolve subdivisões de resultados da análise dos desenhos em componentes menores porém de suma importância na definição de execução técnica do projeto, assim como na definição e exatidão de duração da sua execução, recursos e custos, na referência para a medição e o controle do desempenho e facilidade na definição clara das responsabilidades;

·      uma definição apropriada do escopo é essencial para a definição dos riscos que envolvem um projeto, e quando a definição não é consistente, teremos reflexos nos custos que poderão trazer alterações inevitáveis e que normalmente rompem com o ritmo de andamento e conclusão do projeto;

·      devemos considerar também que durante esta fase torna-se necessário a participação das diversas áreas de conhecimento da empresa, principalmente quando o contrato é executado sob cláusulas definidas pelo cliente e irreversíveis contratualmente.

12.7.3. Fluxograma: procedimentos para a valorização do contorle de qualidade da obra e dos serviços, dos materiais e dos equipamentos

12.7.4. Fluxograma: exemplos

12.8. Escopo do tempo: cronograma de execução e histogramas

12.8.1. Introdução

O gerenciamento de tempo do projeto engloba os processos necessários para assegurar a conclusão do projeto no tempo previsto.

Partindo-se das atividades de identificação e da documentação das atividades ou dos eventos específicos e de seus subitens que compõem a planilha sintética de serviços, ou ainda denominada estrutura sintética do trabalho, constrói-se um cronograma máster em que são inseridos os principais marcos a serem alcançados para a obtenção do produto final, ou seja, a construção do projeto.

Com a visão macro do empreendimento e seus objetivos principais a serem alcançados, suas dependências obrigatórias e externas, partindo-se da planilha detalhada, ainda denominada de estrutura analítica do trabalho, e inserindo-se as dependências arbitrárias, porém lógicas e estudadas conforme a cultura da empresa, construímos o cronograma detalhado das atividades para que se possa alcançar os objetivos do projeto.

Apresentamos um fluxograma e alguns exemplos.

12.8.2. Fluxograma: execução do cronograma

Fluxograma

12.8.3. Cronograma master

12.8.4. Cronograma de execução em porcentagem

12.8.5. Cronograma físico em quantidades

12.8.6. Histograma de lançamento de concreto

 

12.8.7. Histograma de escavação de um canal

Quadro

12.8.8. Diagrama de bloco simples

Quadro

12.8.9. Diagrama tempo caminho

Quadro

12.9. Escopo do tempo: produções programadas e níveis de produção

12.9.1. Introdução

Partindo-se das estimativas de duração e dos quantitativos decorrentes do cronograma de execução e da jornada de trabalho horária determinamos as produções programadas e seus níveis de produção horária.

O planejamento técnico dos níveis de produção, devido ao seu grau de importância para a determinação das equipes de trabalho e das equipes mecânicas deve ser realizado por pessoas qualificadas e preparadas para realizar esta operação quantas vezes forem necessárias, pois as referidas equipes precisam ser otimizadas tecnica e economicamente.

12.9.2. Fluxograma: produções programadas e níveis de produção

Fluxograma

12.9.3. Fluxograma: níveis de produção das atividades

12.9.4. Jornada horária diária, mensal e anual

12.9.5. Exemplo: produções programadas

Quadro

12.10. Interdependência entre serviços, equipamentos, mão de obra, atividades especiais e equipamentos do ativo

12.10.1. Introdução

Partindo-se dos níveis de produção dos serviços, deveremos estudar as equipes que deverão atuar na execução dos serviços; mecânica, mão de obra, atividades especiais, equipamentos do ativo, entre outros, formando-se com isto, a composição dos elementos que executarão os serviços, levando-se em consideração a qualidade dos trabalhos, o meio ambiente, os riscos e a cultura da empresa e de especialistas.

A seguir apresentamos o fluxograma que compõe a filosofia de trabalho na obtenção dos resultados desejados, para nas próximas seções detalharmos os referidos estudos.

Apresenta-se também modelo da composição unitária para a execução dos serviços, com o objetivo de orientarmos os objetivos da interdependência dos equipamentos, da mão de obra, dos insumos, do meio ambiente e dos riscos do serviço.

 

12.10.2. Fluxograma: equipes, cronograma de aplicação e suas interdependência

Fluxograma

12.10.3. Modelo de composição unitária dos serviços

Quadro

12.11. Equipamentos diretos: arranjo físico, ciclo operacional, equipe mecânica e cronogramas de utilização

12.11.1. Introdução

A partir dos níveis de produção estabelecidos nas produções programadas é necessário dimensionar o equipamento e o pessoal que deve ficar à disposição da obra, assim como estabelecer os custos reais para a sua execução.

Estabelecemos as premissas na seção da interdependência entre o desenvolvimento dos serviços e a utilização de equipamentos, de suma importância para a sequência de informações, subsídios para a obtenção de um custo correto.

Para a compreensão desta seção apresentamos exemplos: arranjo de uma central de concreto; ciclo operacional; produção mecânica; e cálculo do índice médio de produtividade.

12.11.2. Exemplo: arranjo de uma central de concreto

Desenho

12.11.3. Ciclo operacional de uma central de concreto

Quadro

12.11.4. Produção da equipe mecânica-preparo de concreto na central de concreto

Tabela

12.11.5. Produção da equipe mecânica: transporte de concreto - 5 km

Tabela

12.11.6. Produção da equipe mecânica: transporte de concreto - entre 5 km e 10 km

Tabela

12.11.7. Produção da equipe mecânica: aplicação de concreto bombeável

Tabela

12.11.8. Cronograma de equipamentos e cáculo dos indíces médios de produtividade

Tabela

12.12. Mão de obra direta: cronograma; horas trabalhadas e creditadas

12.12.1. Introdução

A partir dos níveis de produção estabelecidos nas produções programadas é necessário dimensionar o equipamento e pessoal que deve ficar a disposição da obra, assim como, estabelecer os custos reais para a sua execução.

Estabelecemos as premissas na seção da interdependência entre o desenvolvimento dos serviços e a utilização de equipamentos, de suma importância para a seqüência de informações, subsídios para a obtenção de um custo correto.

Ao se avaliar a produtividade da mão de obra, deve-se ter clara a abrangência da equipe demandada, agrupando os equipamentos selecionados, os materiais e a ocupação da mão de obra.

Deveremos sempre levar em conta que para a execução de quaisquer serviços teremos que mobilizar uma equipe de encarregados, oficiais, operários especializados para que um serviço seja executado, se tenha um produto final propriamente dito, isto é, trata-se do grupo de operários que realmente agrega valor à obra.

Portanto, as apropriações devem estar sempre relacionadas com as equipes de trabalho, somente quando se apropriam índices de produtividade poderemos analisar a sua eficiência e sua eficácia.

 

12.12.2. Formação do cronograma: mão de obra direta

Quadro

12.13. Incidência dos materiais; cronograma de aplicação

12.13.1. Introdução

O consumo unitário de materiais que compõem os produtos normalmente é apresentado em produtividade unitária, facilitando com isto a análise  e a sua decomposição

Deveremos observar dois grupos de materiais, ou seja, aqueles que agregam insumos na obtenção do produto, por exemplo: areia, brita, cimento e aditivo na obtenção do produto final que é o concreto, e por outro lado temos os materiais que são aplicados praticamente direto, por exemplo: azulejo, piso cerâmico.


12.13.2. Cronograma de aplicação de materiais

Tabela

12.14. Composição técnica unitária para a execução dos serviços

12.14.1. Introdução

Partindo-se dos estudos técnicos dos projetos de arquitetura e engenharia, seu planejamento e planilha de serviços obtém-se a composição técnica, para a execução de um serviço.

Esta composição será o instrumento fundamental para concluirmos os preços de um serviço e consequentemente o valor do projeto.

12.14.2. Fluxograma: composição técnica dos serviços

Fluxograma

12.14.3. Modelo de composição técnica de execução dos serviços

Modelo

12.14.4. Composições técnicas: aplicação de concreto

Modelo

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12.14.4.1. Composição master (principal)

Modelo

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12.14.4.2. Preparo do concreto (auxiliar)

Modelo

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12.14.4.3. Materiais para o concreto

Modelo

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12.14.4.4. Transporte de concreto

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12.14.4.5. Aplicação do concreto bombeável

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12.14.4.6. Reparo do concreto

Modelo

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12.14.4.7. Cura do concreto

Modelo

12.15. Serviços gerais e de apoio, manutenção, utilidades, centrais, transporte, escritórios e almoxarifados

12.15.1. Introdução

São os serviços auxiliares que se constituem em apoio para a execução do objeto principal.

O conjunto destas operações, como por exemplo, manutenção de equipamentos, a distribuição de ar comprimido e água, transporte de pessoal, entre outros, é função das dimensões e da complexidade do projeto e só pode ser determinado quando conhecemos todas as atividades e serviços que compõem o objeto principal.

Neste capítulo, referente a estas atividades, demos exemplos que precisam ser bem entendidos pois seus custos são bastante significativos e podem comprometer a formação dos custos finais do projeto.

12.15.2. Fluxograma: manutenção; utilidades; centrias; transportes; escritórios; almoxarifados; serviços de apoio em geral

Fluxograma

12.16. Instalações do canteiro de obras, arranjo geral e nas frentes de serviços, transportes e localização de equipamentos fixos e centrais de produção

12.16.1. Introdução

A instalação de um canteiro de obra deve-se orientar no sentido de ordenar a produção dos produtos necessários para que a construção do projeto seja executada de forma a harmonizar o programa de trabalho.

A seguir apresentamos um fluxograma geral da montagem de um canteiro, observando-se que o resultado deste estudo e de sua implantação oneram os custos de uma obra.


12.16.2. Fluxograma: canteiro de obras

Fluxograma

12.16.3. Fluxograma: instação de uma central de produção

Fluxograma

12.17. Mobilização de equipamentos e veiculos dos indiretos; cronogramas da unidade, das horas trabalhadas e das horas creditadas

12.17.1. Introdução

É muito importante que se coloque à disposição de uma obra a quantidade necessária e suficiente de equipamentos de forma que não causem problemas na sequência de execução dos serviços, assim como o apoio à execução destes, ou ainda de apoio no deslocamento de seu pessoal.

Por exemplo, para trabalhos em que haja necessidade de percorrer alguns quilômetros na execução de uma rodovia, não poderemos ter problemas de deslocamento da equipe de topografia ou de mestres da frente de serviços.

Portanto, é necessário que se quantifique todos os equipamentos e veículos de apoio que foram incluídos nos diretos na execução dos trabalhos.

12.17.2. Cronograma de equipamentos e veiculos

Quadro

12.18. Ações relacionadas ao meio ambiente e mitigações

12.18.1. Introdução

Apresentamos em detalhes as interferências relacionadas ao meio ambiente na execução de um empreendimento, a seguir detalhamos no fluxograma de ação as principais atividades, lembrando que é de suma importância levarem em consideração as suas influências.

12.18.2. Fluxograma: plano de ação relacionado ao meio ambiente

12.18.3. Fluxograma: atividades relacionadas com o meio ambiente

Quadro e fluxograma

12.18.4. Exemplo

·          Canteiro de trabalho

·          Hidrologia

ü Central de concreto

ü Aterros

Ø    Drenagem, emissão de pó, ruídos, riscos

Ø   Sistema de defesa: drenagem, flora e fauna

 

 

·          Floresta

·          Proteção à comunidade

ü Manutenção da espécie

ü Livre trânsito das pessoas, segurança

 

 

·          Estradas Viárias

 

ü Boas condições

 

ü Trafegabilidade

 

ü Agentes agressivos

 

·    canteiro de obras:

ü    assegurar a adoção de técnicas e procedimentos para o trânsito e a disposição final de efluentes líquidos, graxas, óleos, esgotos sanitários e resíduos sólidos, na área do canteiro e de seu entorno;

ü    acompanhar os esforços de conscientização dos operadores de máquinas, topógrafos, auxiliares de campo e dos demais profissionais alocados no canteiro de obras quanto aos aspectos de segurança e ambientais dos relacionados com o projeto e o treinamento destes, quanto às medidas a serem tomadas para evitar acidentes e garantir a proteção das áreas de reserva legal e de preservação permanente, bem como da natureza em geral, com o intuito de se evitar desmatamentos desnecessários e outras degradações ambientais.

·    áreas de proteção ambiental:

ü    assegurar a adoção de medidas de proteção dos limites das áreas determinadas como de reserva legal e de preservação permanente, com a proibição de sua utilização para quaisquer finalidades;

ü  acompanhar a recuperação ambiental de áreas protegidas que, por necessidade de implantação do empreendimento, venham a ser devastadas, verificando-se a adoção de critérios e métodos, previamente aprovados pela gerenciadora; verificar a implantação do sistema de drenagem das águas servidas do projeto, de modo a garantir a não contaminação dos riachos naturais destas áreas.

·    áreas de empréstimo:

ü   acompanhar a recuperação das jazidas utilizadas, mediante à relocação, de maneira uniforme, da camada orgânica do solo inicialmente removida, verificando-se a ausência de grandes depressões no terreno das áreas recompostas e a promoção de condições ótimas para a drenagem das áreas recuperadas; constatar a adoção de métodos de controle dos materiais de escavação, evitando-se que alcancem a rede de drenagem.

·    resíduos:

ü    assegurar a adoção de medidas para se evitar o acúmulo de resíduos na área do projeto e no seu entorno, durante a execução das obras e ao seu término.

·    desmatamentos:

ü    proceder à análise do cronograma de desmatamento das áreas e das faixas de construção da infraestrutura de obras e acompanhar sua execução, de modo a se evitar, sempre que possível, a exposição prolongada do solo às intempéries, bem como desmatamentos desnecessários.

 

12.19. Organização: rede de procedência, fluxograma e atribuições das atividades e cronograma da unidade, das horas trabalhadas e das horas creditadas

12.19.1. Introdução

A estrutura organizacional da obra é representada pelo organograma e por descrições das funções enquadradas, definindo os objetivos da organização, da filosofia e dos princípios adotados pela empresa e de acordo com o contrato estabelecido com o cliente.

12.19.2. Fluxograma: mão de obra indireta

Fluxograma

12.19.3. Fluxograma: modelo de organização

Fluxograma

12.19.4. Cronograma de pessoal indireto por setor

Quadros

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12.19.4.1. Parte A - gerência nível superior e médio

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12.19.4.2. Parte B - Apoio geral

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12.19.4.3. Parte C - Divisão de suprimentos e técnica

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12.19.4.4. Parte D - Divisão de manutenção

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12.19.4.5. Parte E - Divisão de manutenção em geral

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12.19.4.6. Parte F- Divisão da produção

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12.19.5. Fluxograma: atividades e responsabilidades do superintendente

Fluxograma

12.19.6. Fluxograma: atividades e responsabilidades do setor de medições

Fluxograma

12.19.7. Fluxograma: atividades e responsabilidades do setor de controle tecnológico

Fluxograma

12.19.8. Fluxograma: atividades e responsabilidades do setor técnico

Fluxograma

12.19.9. Fluxograma: atividades da divisão de obras

Fluxograma

12.19.10. Fluxograma: atividades e responsabilidades dos especialistas en hidrologia e hidráulica

Fluxograma

12.19.11. Fluxograma: atividades e responsabilidades dos especialistas em pontes e obras de arte

Fluxograma

12.19.12. Fluxograma: atividades e responsabilidades pela execução de estruturas

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12.20. Instalações do acampamento: arranjo geral, edificações residênciais, alojamentos e área de lazer comunitária

12.20.1. Introdução

Antes de se analisar os detalhes técnicos do sistema construtivo, é importante que se estude as variáveis que normalmente ocorrem para que os trabalhadores tenham condições de se estabelecerem para que seu trabalho seja digno e produtivo.

12.20.2. Fluxograma: acampamento, arranjo geral, residências, alojamentos e área de lazer comunitária

Fluxograma

12.21. Riscos técnicos do projeto

12.21.1. Introdução

Torna-se necessário nos dias atuais a implantação de modelos de competência no tratamento de riscos, pois as empresas deverão estar atentas aos riscos empresariais na implantação de projetos, e aquelas que tiverem tratamento adequado serão aquelas que deverão sobreviver, antecipar e admitir mudanças em prioridades, programação, recursos nas alterações decorrentes de ações técnicas no desenvolvimento de projetos.

Assim poderemos ter alguns pontos fundamentais para análise de riscos:

·        confirmar e reconfirmar a validade dos dados;

·        criar planos de contingência quando tratarem de opções dotadas de claras possibilidades de riscos;

·       dar conhecimento à áreas envolvidas no projeto para que antecipem os fatores de riscos existentes com plano de ação e que estes sejam qualificados e quantificados;

·        gastar mais tempo que o necessário para deixar bem claro as possibilidades de riscos;

·        evitar que ocorram grandes atrasos na execução do projeto quando não se levam em consideração os riscos.

12.21.2. Fluxograma: riscos técnicos do projeto de engenharia e arquitetura

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