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Construtor, montador e instalador

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Capítulo II

Planejamento gerencial dos custos

12.22. Planejamento gerencial dos custos

12.22.1. Introdução

objeto do empreendedor (contratista) prevê a contratação de empresa de engenharia, construtora, montadora, instaladora, controle tecnológico, consultores e especialistas para realização de serviços de execução de um empreendimento, com custos competitivos, entre outros, que:

·         as atividades técnicas e os custos a serem desenvolvidos pela empresa garantam a execução do empreendimento;

·        obedeçam aos dispositivos contratuais e termo de referência da proposta de preços;

·        a qualidade técnica dos serviços seja baseada em custos competitivos;

·       os custos sejam competitivos para a prevenção e mitigação do impacto sobre o meio ambiente;

Para atender a esses objetivos e ao objeto do contrato o cliente espera que a empresa dê atenção aos seguintes requisitos

considerados estratégicos na formação de seus custos:

·        execução técnica do projeto relacionada com seus custos;

·    custo direto planilhado (escopo dos serviços), baseado na execução dos serviços com parâmetros técnicos e custos alinhavados na utilização de equipamentos, mão de obra e materiais, incluindo-se os equipamentos do ativo;

·      custo indireto da empresa para a realização do projeto;

·       custo de serviço técnico;

·       custo do seguro civil do projeto;

·       custo da empresa: administração central, administração regional, riscos do país e do projeto;

·       equilíbrio do fluxo de caixa levando-se em consideração os pagamentos da empresa e do contratante.

Partindo-se do planejamento técnico e com a mobilização das áreas de conhecimento da empresa, sua cultura e alocando recursos necessários à execução de cada serviço, construímos os custos do projeto.

O fluxograma a seguir mostra a interdependência entre a parte técnica do projeto e seus custos.

12.22.2. Fluxograma: planejamento gerencial dos custos por projeto

Fluxograma

12.23. Custos horários dos equipamentos diretos

12.23.1. Introdução

O custo horário dos equipamentos representa nos custos dos projetos de infraestrutura um valor ponderável e pode viabilizar um investimento ou trazer prejuízos decorrentes de uma visão distorcida da sua aplicação que levem empresas a perderem parte de seu patrimônio.

A seguir apresentamos um fluxograma que mostra a inter-relação entre o projeto e os custos que envolvem a aplicação de um equipamento na obtenção do valor final de seus custos.

12.23.2. Fluxograma: custo horário dos equipamentos

Fluxograma

12.23.3. Exemplo: custo horário dos equipamentos

12.24. Custos da mão de obra direta

12.24.1. Introdução

Nesta seção apresentamos o custo da mão de obra direta na execução dos serviços considerando-se que deverá haver uma integração entre as atividades humanas, os equipamentos  e os materiais a serem utilizados.

12.24.2. Fluxograma: mão de obra direta

12.24.3. Cálculo das incidências: mão de obra-horistas

Quadro

12.24.4. Custo da mão de obra-horistas (1a parte)

Quadro - 24.4

12.24.5. Custo da mão de obra - horistas (2a parte)

12.25. Custos dos consultores

12.25.1. Introdução

Normalmente, as empresas trabalham com consultores que devem ser considerados em seus custos.

Porém há casos em que é necessária uma consultoria que depende da aprovação do cliente, principalmente naqueles casos em que os projetos são omissos ou mesmo foram criados problemas que só uma consultoria específica poderá resolvê-los.

12.25.2. Fluxograma: custos de consultoria

Fluxograma

12.25.3. Exemplo de custos de consultoria

12.26. Custos: consultores de meio ambiente e licenças

12.26.1. Introdução

Nesta seção procuramos estabelecer de forma objetiva uma correlação entre o que o cliente exige e os deveres da empresa, partindo-se das premissas contratuais e técnicas.

12.26.2. Fluxograma: custos dos serviços de consultoria ambiental

Fluxograma

12.26.3. Exemplo: custos de consultoria ambiental

Fllxograma  26.3 pg 133

12.27. Custos: materiais

12.27.1. Introdução

Partindo-se das especificações técnicas do projeto de arquitetura e engenharia, do termo de referência, das normas e do contrato, das planilhas e do cronograma de aplicação dos materiais e de seus custos estabelecemos a composição para execução dos serviços.

O fluxograma a seguir detalhado mostra as diversas fases para a aquisição dos materiais.

12.27.2. Fluxograma: custos de aquisição dos materiais

Fluxograma - 27.2 - pg 135

12.27.3. Exemplo: cronograma de aplicação dos materiais e seus custos

Quadro - 27.3 - pg 136

12.28. Custos: equipamentos pertencentes aos ativos do projeto

12.28.1. Introdução

Os equipamentos que fazem parte do ativo de um projeto devem ter um tratamento diferenciado daqueles que fazem parte da construção dos serviços.

Assim sendo merecem cuidados essenciais, pois passam a fazer parte da produção ou mesmo das partes essenciais de um projeto.

12.28.2. Fluxograma: equipamentos pertencentes ao ativo do projeto

Fluxogram 28.2 pg 138

12.28.3. Cronograma de aplicação: custos dos equipamentos pertencente ao ativo do projeto

12.29. Custos: serviços executados por subempreiteiros

12.29.1. Introdução

Atualmente, as atividades das empresas estão diretamente ligadas às ações dos empreiteiros que realizam serviços especializados ou não, e que se tornam parceiros na execução dos projetos.


12.29.2. Fluxograma: contratação de subempreiteiros

Fluxograma 29.2 - pg 141

12.29.3. Exemplo: custos dos serviços a serem executados por subempreiteiro

quadro 29.3 - pg 142

12.30. Custos: serviços executados pelo controle tecnológico dos materiais, equipamentos e serviços

12.30.1. Introdução

A qualidade de um projeto passa pela tecnologia e por seus resultados, que dão garantia na sua qualidade e respeitabilidade na segurança de execução do projeto.

12.30.2. Fluxograma: escopo dos custos dos serviços de tecnologia

Fluxo 30.2 pg 144

12.30.3. Exemplo: custos dos serviços de tecnologia

Quadro 30.3 - pg 145

12.31. Custos: serviços relacionados com o meio ambiente

12.31.1. Introdução

Abordar o desenvolvimento sustentável sob os aspectos da indústria da construção civil, incentivar o desenvolvimento de projetos e de novas tecnologias que proporcionem:

·                a redução da geração de resíduos;

·                o uso racional de recursos naturais tais como a energia e a água;

·                a utilização de materiais ambientalmente corretos;

·                os parâmetros para avaliação ambiental dos projetos.

12.31.2. Fluxograma: escopo dos custos dos serviços de proteção ao meio ambiente

Fluxo 31.2 - pg 147

12.31.3. Exemplo: custo dos serviços de proteção ambiental

QD 31.3 - pg 148

12.32. Custos: mão de obra indireta para a execução do projeto

12.32.1. Introdução

Para a execução de um projeto os custos relacionados com a mão de obra indireta na sua execução tomam um caráter de suma importância devido às peculiaridades e à complexidade de suas atividades.

Assim sendo, apresentamos um fluxograma detalhado de suas atividades e consequências de seus custos.

12.32.2. Fluxograma: escopo dos custos da mão de obra indireta

12.32.3. Cálculo das incidências; mão de obra indireta-mensalistas

Qdr 32.3 - pg 151

12.32.4. Exemplo: cronograma de aplicação e custos de mão de obra indireta

qd 32.4 - pg 152

12.33. Custos: equipamentos indiretos para a execução do projeto

12.33.1. Introdução

Para que se tenha um bom andamento dos trabalhos que envolvem a execução de um projeto é necessário um bom dimensionamento dos equipamentos e dos veículos de apoio assim como seus custos.

12.33.2. Fluxograma: custos dos equipamentos indiretos

Flx 33.2 pg 154

12.33.3. Exemplo: cronograma de aplicação e custos de equipamentos e veiculos indiretos

12.34. Curva ABC: serviços; materiais; equipamentos; mão de obra direta; subempreiteiro; mão de obra indireta

12.34.1. Introdução

Em várias empresas, uma análise ABC é preparada frequentemente para determinar o método mais econômico para controlar itens de maior valor, pois por ela torna-se possível reconhecer que nem todos os itens analisados merecem a mesma atenção por parte da administração ou precisam manter a mesma disponibilidade de aplicação.

Assim, conduzir uma análise ABC é com frequência um passo muito útil no projeto de um programa de ação para melhorar a performance dos custos, reduzindo tanto o capital investido em estoques como os custos operacionais.

Dentro do critério ABC, podem-se estabelecer níveis de serviços diferenciados para as diversas classes, por exemplo: 99% para itens A, 95% para itens B e 85% para itens C, de forma a reduzir o risco do capital empregado na execução do projeto, ou podem-se usar métodos diferentes para controlar o custo e, assim, minimizar o esforço total de gestão.

12.34.2. Curva ABC: serviços

qdro 34.2 pg 157

12.34.3. Curva ABC: materiais

qdr 34.3 pg 157

12.34.4. Curva ABC: mão de obra

qdr 34.4 pg 158

12.34.5. Curva ABC: equipamentos

qdr 34.5 pg 158

12.35. Custos dos riscos

12.35.1. Introdução

Administrar as ações de riscos na implantação de um projeto é o processo sistemático de identificação, análise e respostas aos riscos.

Isso inclui maximizar a probabilidade e as consequências de eventos positivos e minimizar a probabilidade e as consequências técnicas e de custos que os eventos negativos possam trazer aos objetivos do projeto.

12.35.2. Fluxograma: escopo dos custos dos riscos

Flx 35.2 pg 160

12.35.3. Exemplo: custos voltados ao risco do projeto

dqr 35.3  pg 161

12.36. Composições dos custos dos serviços

12.36.1. Introdução

As composições de custos, resultados dos estudos técnicos e dos custos determinam o instrumento que validam apresentação ao cliente de todas as justificativas que envolvem os custos de um serviço, portanto devem ser coerentes com os estudos técnicos e seus custos

12.36.2. Fluxograma: composições de custos dos serviços

FLX 36.2 - pg 163

12.36.3. Matriz para o cálculo dos custos de um serviço

Qdr  36.3 pg 164

12.36.4. Composições dos custos unitários dos serviços: concreto fck = 15 mpa

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.1. Composição master

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.2. Composição do custo unitário: preparo do concreto

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.3. Composição do custo unitário: materiais para a confecção do concreto

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.4. Composição do custo unitário: transporte de concreto dmt entre 5 a 7 km

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.5. Composição do custo unitário: aplicação de concreto bombeável

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.6. Composição do custo unitário: reparo do concreto

qdr 36.4 pg 165

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12.36.4.7. Composição do custo unitário: cura do concreto

qdr 36.4 pg 165

12.37. Planilha dos custos de serviços, da mão de obra indireta, equipamentos indiretos, canteiro de obras, acampamento e serviços gerais

12.37.1. Planilha de serviços

Qdr 37.1 pg 173

12.37.2. Planilha de mão de obra indireta

12.37.3. Planilha de equipamento indireto

qdr 37.3  pg 174

12.37.4. Planilha de canteiro de obras

Qdr 37.4 pg 175

12.37.5. Planilha de acampamento

37.5 pg 175

12.37.6. Planilha de serviços de gerais

qdr 37.6 pg 176

12.38. Fluxo de caixa: serviços, materiais, mão de obra direta e indireta, equipamentos direto e indireto e de terceiros

12.38.1. Introdução

A seguir apresentamos fluxo de caixa dos serviços e de seus insumos, considerando-se as três fases de análise que formalizam o fluxo de caixa, sendo a primeira a execução dos serviços que geram o pagamento por parte do cliente.

A segunda é relacionada ao desembolso, ou seja, pagamento para os fornecedores.

Finalmente a terceira etapa corresponde ao pagamento do cliente conforme as clausulas contratuais.

12.38.2. Fluxo de caixa: serviços

qrd 38.2 pg 178

12.38.3. Fluxo de caixa: materiais

38.3 pg 179

12.38.4. Fluxo de caixa: mão de obra direta

38.4 pg 180

12.38.5. Fluxo de caixa: mão de obra indireta

38.5 pg 180

12.38.6. Fluxo de caixa: equipamento direto

38.6 pg 181

12.38.7. Fluxo de caixa: equipamento indireto

38.7 pg 181

12.38.8. Fluxo de caixa: serviços de terceiros

38.8 pg 182