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Construção Imobiliária

Chuvas intensas expõem falhas de impermeabilização em imóveis antigos e elevam riscos estruturais

Assessoria de Imprensa - 26 de janeiro de 2026 17 Visualizações
Chuvas intensas expõem falhas de impermeabilização em imóveis antigos e elevam riscos estruturais

O aumento da frequência e da intensidade das chuvas neste início de ano tem exposto uma fragilidade crônica no patrimônio imobiliário brasileiro: a falta de impermeabilização adequada. Em imóveis antigos, o problema é potencializado pelo desgaste natural dos materiais, transformando pequenas infiltrações em riscos estruturais severos.

Infiltrações, mofo, desprendimento de revestimentos e até o comprometimento da estrutura são alguns dos efeitos mais comuns observados após períodos prolongados de chuva.

Segundo Anderson Oliveira, especialista técnico da Vedacit, empresa referência em impermeabilização, o problema não está apenas na idade dos imóveis, mas sim na ausência de manutenção preventiva ao longo dos anos. “Muitas edificações foram construídas sob padrões técnicos já superados ou passaram décadas sem revisões. Com o volume de chuva atual, essas fragilidades surgem de forma acelerada”, explica ele.

O cenário descrito pelo especialista é corroborado por dados do setor. De acordo com estudos e levantamentos publicados em revistas técnicas do setor, os problemas relacionados à umidade e infiltrações representam em média 40% a 50% de todas as patologias observadas em edificações urbanas.

Em imóveis com mais de 20 anos, essa incidência pode ser ainda mais crítica, quando não foi realizada manutenção preventiva ao longo dos anos. Sem a devida renovação, a água penetra na estrutura, atingindo armaduras de aço e causando corrosão que reduz drasticamente a longevidade do imóvel.

Além dos impactos estruturais, os problemas também se refletem no mercado imobiliário e na saúde pública. Estima-se que imóveis com sinais visíveis de infiltração e mofo sofram uma desvalorização imediata de 10% a 20% no valor de revenda ou locação. Somado a isso, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a exposição a ambientes úmidos aumenta em até 40% o risco de desenvolvimento de asma e outras doenças respiratórias, tornando a manutenção preventiva uma questão de bem-estar familiar.

Para mitigar os danos e evitar intervenções mais complexas no futuro, Oliveira recomenda a adoção de soluções de impermeabilização adequadas ao tipo de superfície e ao nível de exposição à água. Entre as alternativas, ele destaca o Vedapren Manta Líquida (indicada para lajes, coberturas e superfícies expostas). O produto forma uma membrana elástica e contínua que acompanha a movimentação da estrutura, oferecendo proteção eficiente contra a entrada de água da chuva.

Ele também indica o Vedatop Flex (solução cimentícia flexível ideal para paredes externas, áreas molhadas e superfícies sujeitas à umidade constante). O produto cria uma barreira impermeável sem comprometer a respirabilidade do substrato.

“O mais importante é entender que impermeabilização não é custo, é investimento. A correção preventiva é sempre mais simples e econômica do que lidar com reparos estruturais”, reforça o porta-voz.

Manutenção como estratégia de preservação

O especialista recomenda que todos os imóveis passem por avaliações periódicas, especialmente antes e após o período chuvoso. Pequenas manchas ou descascamentos podem ser os primeiros sinais de que a proteção contra a água já não está funcionando corretamente.

“Com planejamento e produtos adequados, é possível preservar o patrimônio, garantir segurança e evitar prejuízos maiores”, conclui Oliveira.

Checklist: Como identificar sinais de alerta no seu imóvel

Veja como fazer uma inspeção visual rápida após períodos de chuva forte. Fique atento a:

  • Manchas escuras ou bolhas na pintura: Indicam acúmulo de umidade atrás do revestimento.
  • Rodapés desprendendo ou escurecidos: Sinal clássico de umidade que sobe do solo (capilaridade).
  • Fissuras em lajes e vigas: Podem ser a porta de entrada para a água atingir o ferro da estrutura, e pode indicar um problema mais grave (estrutural).
  • Odor característico de mofo: Indica que a umidade já está instalada no ambiente, mesmo que não haja manchas visíveis.