Logotipo Engenharia Compartilhada
Home Notícias Construção de ponte entre São Paulo e Paraná promete otimizar logística regional com escoamento da produção e integração entre Estados  
Obras

Construção de ponte entre São Paulo e Paraná promete otimizar logística regional com escoamento da produção e integração entre Estados  

Assessoria de Imprensa - 16 de abril de 2026 53 Visualizações
Construção de ponte entre São Paulo e Paraná promete otimizar logística regional com escoamento da produção e integração entre Estados  

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), em conjunto com os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP) e do Paraná (Crea-PR), firmaram uma parceria estratégica para viabilizar a construção de uma nova ponte interestadual sobre o Rio Paranapanema. A obra conectará os municípios de Florínea (SP) e Santa Mariana (PR), buscando transformar a infraestrutura logística e a integração econômica entre os dois estados. O termo de compromisso visa dar suporte técnico e institucional para a celebração de um convênio mais amplo, que envolverá também os governos de São Paulo e do Paraná.

A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, engenheira Natália Resende, recebeu o documento na última sexta-feira (27/03). A entrega foi formalizada pelo presidente do Confea, engenheiro Vinicius Marchese, e da presidente do Crea-SP, engenheira Lígia Mackey, durante o Fórum de Infraestrutura e Políticas Públicas da autarquia paulista. O foco inicial da cooperação será o acompanhamento e a orientação das etapas estruturantes do projeto, que incluem a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), o desenvolvimento do anteprojeto de engenharia, e a fiscalização técnica das atividades profissionais envolvidas.

O empreendimento é considerado fundamental para o fortalecimento da logística regional, com impacto direto na mobilidade urbana e, especialmente, no escoamento da produção agrícola da região. A vigência do termo acompanhará o prazo do convênio principal a ser celebrado com os Estados, reforçando a presença da Engenharia consultiva no planejamento de grandes obras de infraestrutura no Brasil. Com essas etapas, será possível definir a viabilidade técnica, ambiental e econômica da obra, uma vez que a realização do estudo é essencial para sua futura implantação.

“Quando posicionamos o conhecimento técnico no centro das decisões para o crescimento das cidades, garantimos que a Engenharia esteja, de fato, presente onde o desenvolvimento precisa acontecer. Isso aquece o mercado, amplia oportunidades e, sobretudo, garante que obras dessa magnitude sejam conduzidas com responsabilidade técnica e visão de futuro. É ainda mais significativo que a entrega do termo de parceria ocorra no Fórum de Infraestrutura e Políticas Públicas do Crea-SP, diante de 4 mil profissionais de diferentes localidades de São Paulo”, afirmou Lígia Mackey.

Na mesma linha, Vinicius Marchese destacou que a iniciativa inaugura um modelo inovador de atuação conjunta com o poder público. “É uma parceria inédita para tirar projetos do papel, conectando os governos de São Paulo e do Paraná ao Sistema Confea/Crea, que passa a atuar como uma extensão da capacidade de execução do Estado. Esse modelo permite direcionar energia onde realmente é necessário, apoiando o gestor público na solução de problemas. É isso que queremos: receber os desafios e ajudar a resolvê-los”, reforçou.

O compromisso estabelece uma base de cooperação entre os Conselhos e a gestão pública, com foco na articulação entre equipes técnicas, no acompanhamento das etapas da proposta e na garantia de qualidade dos estudos que irão fundamentar a construção do empreendimento, consolidando o papel da Engenharia, Agronomia e Geociências na formulação de soluções pautadas por critérios técnicos e transparência.

“Temos um desafio conjunto entre São Paulo e Paraná para viabilizar essa ponte. Enquanto avançamos com as conexões viárias, o Confea e os Creas contribuem com os estudos de viabilidade, e o Paraná executa a estrutura. No fim, quem ganha é a população que vai usufruir dessa obra. É um projeto que não é só do presente, mas que precisa começar agora”, concluiu a secretária de Meio Ambiente, Natália Resende.