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Planejamento estratégico e plano de negócios

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Capítulo IV

Análise de investimentos

4.18. Análise de investimentos de projeto: viabilidade técnica e econômica

4.18.1. Estudo do capital de alavancagem

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4.18.1.1. Horizonte

A primeira parte do estudo foi determinar o horizonte do investimento, encontrando-se a forma operacional adequada em função de uma pesquisa de mercado que se mostrou interessante aos negócios do grupo de investidores.

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4.18.1.2. Capital

A segunda parte foi a determinação do capital social e do capital de alavancagem de terceiros, com empréstimos do BNDES, e finalmente a terceira parte, a conclusão do horizonte do investimento e o fluxo de caixa.

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4.18.1.3. Envolvimento do projeto

O projeto prevê as modalidades de investimentos compostos por construções e equipamentos fixos e móveis. As despesas centrais englobam as áreas de administração, patrimônio, recursos humanos, engenharia e aquisição. Este projeto tem fortes vínculos com o meio ambiente, os riscos foram incluídos nos valores de construção e equipamentos.

O projeto tem uma vida útil de 10 anos, necessita de aporte financeiro de terceiros, incluindo o BNDES e bancos particulares.

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4.18.1.4. Saldo de caixa

No saldo de caixa apresenta-se o resultado do investimento.

Neste momento o projeto se encontra no sexto ano de vida útil e na quarta parte deste estudo tem-se alguns índices de desempenho do projeto, focando a receita, a despesa, a relação receita/despesa, o resultado, os investimentos realizados e finalmente a relação entre o resultado comparando com o investimento realizado.

4.18.2. Viabilidade técnico-econômica - exemplo

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4.18.2.1. 1ª parte: cálculo do horizonte do investimento - viabilidade operacional, técnica e econômica

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4.18.2.2. 2ª parte: estudo do capital social e capital de alavancagem

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4.18.2.3. 3ª parte: conclusão do horizonte

4.18.3. Indicadores de desempenho

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4.18.3.1. Receita bruta

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4.18.3.2. Despesas

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4.18.3.3. Receita versus despesas

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4.18.3.4. Resultado

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4.18.3.5. Investimentos

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4.18.3.6. Resultado versus investimento

4.19. Análise de investimentos: usina de concreto - viabilidade

4.19.1. Estudo de viabilidade

Considerações importantes: 

·      na época dos estudos realizados havia ainda uma concorrência muito grande com o concreto realizado nas obras;

·      o Brasil, principalmente a cidade São Paulo, estava começando as obras de vulto e a necessidade de uma tecnologia aprimorada;

·      as obras começaram a exigir grandes volumes de concreto em um tempo restrito, como, por exemplo, o metrô da cidade de São Paulo;

·      a cidade do México servira de espelho para a aplicação de concreto pré-misturado;

·      o congestionamento e o tráfego intenso complicavam a entrada de caminhões que transportavam areia e brita, componentes da composição do concreto;

·      as primeiras bombas de concreto começaram a agilizar a aplicação de concreto (concreto bombeável);

·      portanto, o clima era favorável ao desenvolvimento de empresa de concreto pré-misturado.

4.19.2. Custos fixos no escritório central

4.19.3. Resumo dos custos fixos

4.19.4. Custos fixos nas usinas

4.19.5. Custos variáveis - matérias-primas

4.19.6. Custos variáveis: energia, laboratório, transporte e bomba de concreto

4.19.7. Estudos do fluxo de caixa e a capacidade de pagamento

4.19.8. Estudo do financiamento

4.20. Análise de investimentos: financiamento em dólar - viabilidade

4.20.1. Estudo de viabilidade

Entendimento do problema:

·       valor da operação/financiamento;

·       prazo: 16 semestres, com cinco de carência;

·       Libor ou Prime Rate, Taxas Médias de Operações: 7,70%;

·       Flat - Taxa de abertura do banco externo: 1,25%;

·       comissão de repasse do Banco Nacional agenciador que é cobrada sobre o saldo devedor, mas normalmente de forma antecipada em cada semestre: 1,75%;

·       cotação do Dólar em 15/04/2002: R$ 2,30 - projeção fictícia;

·       data de início: 15/10/2003;

·       alíquota do Imposto de Renda: 33,33%;

·       reembolso do Imposto de Renda: 40% da alíquota;

·       considerar o período de investimentos: início em 15/04/2002 e o término em 15/10/2003, quando começa a operação e o período de carência.

4.20.2. Informações no período do investimento

4.20.3. Situação financeira

4.20.4. Fluxo de caixa

4.21. Análise de investimentos: financiamento pelo BNDES - viabilidade

4.21.1. Estudo de viabilidade - exemplo

Entendimento do problema:

·      Valor da Operação/Financiamento com Recursos POC/BNDES: 

      60% de US$ 5 milhões - equivalentes a R$ 6.900.000,00;

·      prazo - normalmente é trimestral:

      32 trimestres, sendo dois de carência;   

·      Taxa de Juros Anual:

      12% + Correção Monetária;

       adotamos 5,85% a.s.;

·      Imposto Sobre Operação Financeira no Ato:

      1,50%;

·      Registros de Cartório, despesas de hipoteca:         

      1,00%;

·      Os juros no período de implantação do investimento serão transferidos para débito a partir da operação;

·      Consideramos o período de investimento: início em 15/04/2002 e o término em 15/10/2003, quando começa a operação e o período de carência.

4.21.2. Informações no período - situação financeira

4.21.3. Fluxo de caixa

4.22. Análise de investimentos: financiamento por meio de debêntures - viabilidade

4.22.1. Estudo de viabilidade: debêntures

Entendimento do problema:

·         Recursos por intermédio de debênturesUS$ 5 milhões, equivalente a R$ 11.500.000,00;

·         Prazo 08 anos16 semestres, amortização: 6,25%;

·         Taxa de juro anual: 12% + correção monetária, adotado 5,85% ao ano;

·         Taxa de aval do banco avalista: 3% sobre o saldo devedor;

·         Taxa de colocação dos debêntures no mercado: 3% ao ano;

·         Taxa de coordenação: 2% no ato;

·         Não há incidência de IOF;

·         Juros no período de implantação do investimento serão transferidos para débito a partir da operação;

·         Valor do dólar R$ 2,30;

·         Data de início: 15/10/2003;

·         Prêmio semestral: 2% sobre o saldo devedor;

·         Consideramos o período de investimento: início em 15/04/2002 e término em 15/10/2003, quando começa a operação e o período de carência.

4.22.2. Informações no período

4.22.3. Cálculo do saldo devedor, juros e amortização

4.22.4. Fluxo de caixa

4.23. Análise de investimentos: financiamento para ampliação de uma fábrica de cimento

4.23.1. Estudo de viabilidade: exemplo

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4.23.1.1. Situação atual

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4.23.1.2. Situação futura

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4.23.1.3. Fluxo de caixa

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4.23.1.4. Retorno do dinheiro, taxa de retorno e cálculo do empréstimo

4.24. Análise de investimentos: projetos, lucros e recursos de terceiros

4.24.1. Reinversão de lucros e recursos de terceiros

4.24.2. Modalidades de financiamento

4.25. Análise de investimentos de projeto: substituição de ativo fixo - equipamentos

4.25.1. Razões para a substituição

Esta atividade está ligada diretamente ao setor do patrimônio da empresa e torna-se necessário acompanhar a vida de cada equipamento, tendo em vista que é o patrimônio que está em jogo. Em uma empresa existem várias razões para a substituição de um ativo fixo, seja ele um equipamento ou mesmo um imóvel.

As principais razões podem ser:

·         produção - baixa produtividade;

·         patrimônio - manutenção elevada;

·         engenharia - superação tecnológica;

·         acionistas, conselho, diretoria - substituição estratégica;

·         produção, patrimônio, finanças - substituição por equipamento de menor custo operacional;

·         clientes, mercado - imagem negativa nos clientes.

4.25.2. Custos dos investimentos

4.25.3. Efeitos da depreciação: patrimônio * contabilidade

A depreciação dos equipamentos deve ser analisada sob dois aspectos: contábil e físico.

A legislação fiscal adota certos parâmetros que levam os equipamentos a serem depreciados de uma forma linear, para que as empresas não possam utilizar recursos fiscais e queiram depreciá-lo em um período bastante curto, levando a reduzir os impostos.

Por outro lado, temos a depreciação real, isto é, aquela na qual o equipamento deixa de ser útil sob o aspecto de produtividade, econômico e finalmente o técnico.

Por outro lado, temos o imposto de renda, que é uma forma de imposto incidente sobre o lucro operacional de uma empresa.

O lucro é basicamente a diferença entre a receita e a despesa. Porém, como veremos mais adiante, o que nos interessa, na realidade, é o fluxo de caixa de um investimento.

Para se ter uma idéia correta do investimento de um equipamento, torna-se necessária a montagem de uma planilha orçamentária. Devemos realizar o confronto entre a depreciação contábil e a real, buscando com isto o lucro real, os impostos e a análise do fluxo de caixa, que é o principal instrumento de análise do investimento.